{"title":"Livros Raros","description":"\u003cp\u003eUma seleção de títulos raros, esgotados e de difícil acesso — obras para colecionadores e leitores apaixonados que sabem o que procuram.\u003c\/p\u003e","products":[{"product_id":"2012pg027","title":"SÁ. (José António de) DEFEZA DOS DIREITOS NACIONAES E REAES DA MONARQUIA PORTUGUEZA.","description":"\u003cp\u003eDEMONSTRAÇÃO ANALYTICA dos bárbaros, e inauditos procedimentos adoptados como meios de justiça pelo Imperador dos Francezes para usurpação do throno da Sereníssima e Augustíssima Casa de Bragança, e da Real Coroa de Portugal, Com o Exame do Tratado de Fontainebleau, Exposição dos Direitos Nacionaes e Reaes, e da informe Junta dos Tres Estados para supprir as Cortes. Offerecida Ao Juízo Imparcial das Nações Livres. Lisboa, Na Impressão Régia. Anno 1810. Com licença. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn 4º de 21x14 cm. Com xxxx, 312, [xii] págs.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIlustrado com 3 gravuras, 1 retrato do Rei D. João VI de Pellégrini e Bartolozzi e 2 dedicatórias gravadas, uma ao Duque de Wellington e outra ao Rei João VI.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação da época inteira de pele mosqueada, com nervos, rótulo vermelho com título e ferros a ouro. Folhas de guarda em papel marmoreado\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com etiqueta da Livraria Académica do Porto e ex-libris de António Sousa Falcão no interior da folha de guarda anterior. Rasgão sem perda de papel na margem do fólio com as págs. 287 e 288. Leve pico marginal de xilófago nos quatro primeiros fólios.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsta obra saiu de novo, e muito mais acrescentada, com o título: Defesa dos direitos nacionais e reais da Monarquia Portuguesa, Lisboa, 1816.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eObra de exaltação da identidade nacional, para isso focada nos direitos da monarquia, contra a voragem do Império francês e em plena Guerra Peninsular. Da página 159 em diante o autor apresenta provas e factos que, de acordo com o mesmo, consubstanciam o teor das suas afirmações.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJosé António de Sá (Bragança, 1756 - Sete Rios, 1819) faleceu na quinta do Pinheiro, que possuía a Sete Rios, sendo sepultado na capela da mesma quinta. Doutor em leis pela Universidade de Coimbra, em 16 de Maio de 1782, e opositor às cadeiras da mesma faculdade, resolveu depois dedicar-se à magistratura. Foi conselheiro honorário da Fazenda, por decreto de 3 de dezembro de 1811, cavaleiro professo da Ordem de S. Tiago da Espada e sócio da Academia Real das Ciências de Lisboa.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIniciou a sua carreira na magistratura como juiz de fora de Moncorvo, entre 1784 e 1788, corregedor da mesma comarca, de 1788 a 1794, (o conhecimento desta região está na base de várias das obras que escreveu), mais tarde exerceu o cargo de desembargador da Relação do Porto. Nos primeiros anos do século XIX foi nomeado superintendente geral das Décimas da Corte e do Reino, cargo criado de novo, para cujo desempenho estabeleceu na sua própria casa uma espécie de tribunal, e dali expedia ordens para toda a parte em nome do soberano. Suprimindo-se este lugar no fim dalgum tempo, exerceu outro semelhante, sob a denominação mais restrita de superintendente geral das Décimas de Lisboa e do seu termo, com jurisdição sobre os seis magistrados a quem incumbia essa arrecadação na capital. Conservou-se no exercício deste lugar até à data da sua morte. Exerceu, ao mesmo tempo, os cargos de director da Real Fábrica das Sedas e Águas Livres; Juiz conservador da Real Companhia do novo estabelecimento para a criação e torcidos das sedas, mandada organizar por alvará de 6 de Janeiro de 1802, e Director da Real Fábrica das Sedas e Aguas-livres.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eÉ autor das seguintes obras: \u003cem\u003eCompendio de observações, que formam o plano da viagem politica e philosophica que se deve fazer dentro da patria.\u003c\/em\u003e Lisboa, na Offic. de Francisco Borges de Sousa 1783; \u003cem\u003eTractado sobre a origem e natureza dos testamentos, deduzido dos principios mais solidos dos direitos divino, natural, civil, publico e das gentes.\u003c\/em\u003e Lisboa, na Offic. de Simão Thaddêo Ferreira 1783; \u003cem\u003eElogio funebre do ill.mo e ex.mo sr. D. Antonio Rolim de Moura\u003c\/em\u003e, conde de Azambuja, Lisboa, na Offic. de Filippe da Silva e Azevedo 1784; \u003cem\u003eDissertationem bipartitam historico-analytico: criticam de Plebiscitis et Sconsultis.\u003c\/em\u003e Ulyssipone, 1784; \u003cem\u003eDissertações philosophico-politicas sobre o tracto das sedas na comarca de Moncorvo.\u003c\/em\u003e Lisboa, na Offic. da Acad. Real das Sciencias 1787; \u003cem\u003eCorollarios Praticos Extrahidos das Dissertações Philosophico-Politicas sobre o Trato das Sedas, na Comarca de Moncorvo, \u003c\/em\u003e1787; \u003cem\u003eOração congratulatoria pela fausta occasião de ser elevado á alta dignidade de patriarcha de Lisboa, o ex.mo e rev.mo sr. D. José Francisco de Mendonça\u003c\/em\u003e. Lisboa, na Offic. da Acad. Real das Sciencias 1787; \u003cem\u003eInstrucções geraes para se formar o Cadastro, ou o mappa arithmetico-politico do reino.\u003c\/em\u003e Lisboa, na Regia Offic. Typ. 1801; \u003cem\u003eDemonstração analytica dos barbaros e inauditos procedimentos adoptados como meio de justiça pelo Imperador dos Franceses\u003c\/em\u003e para a usurpação do throno da serenissima Casa de Bragança, e da real corôa de Portugal. Lisboa, na Imp. Regia 1810; 2.ª Edição com o título: Defeza dos direitos nacionaes e reaes da Monarchia Portugueza. Lisboa, na Imp. Regia 1816; \u003cem\u003eUm portuguez aos portuguezes.\u003c\/em\u003e Seis ou sete falas, ou discursos proclamatorios, em que o auctor excitava o animo de seus compatriotas para a defeza da pátria. Lisboa, na Imp. Regia 1811 e 1812; \u003cem\u003eDescripção economica da Torre de Moncorvo.\u003c\/em\u003e Mem. Econ. tomo III. Acad. Real das Sciencias; \u003cem\u003eMemoria sobre a origem e jurisdicção dos corregedores das comarcas.\u003c\/em\u003e No tomo VII das Mem. de Litteratura de pág. 297 a 307. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAlém destas obras, que foram impressas, chegaram até nós muitas outras manuscritas, em especial sobre Trás-os-Montes e Moncorvo, tendo algumas sido publicadas por Fernando de Sousa, em 1974 e 1997. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eRef:\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFernando de Sousa - Uma descrição de Trás-os-Montes por José António de Sá. População e Sociedade, n.º 3. CEPESE. 1997. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eInocêncio IV, 246, n.º 2658.\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465261093196,"sku":"2012PG027","price":3600.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/2012PG027_1_1302c8bf-d523-4bc0-b24c-02d3dc7cf19d.jpg?v=1789461669"},{"product_id":"0912cs010","title":"MENDES DE CASTRO. (Manoel) REPERTORIO DAS ORDENAÇONS DO REYNO DE PORTVGAL","description":"\u003cp\u003eCOM AS REMISSOENS DOS DOUTORES TODOS do Reyno, que as declaram, \u0026amp; concordia das Leys de partida de Castella. COMPOSTO PELO LICENCIADO MANOEL MENDES DE CASTRO, Lente, que foy de huma Condura de Leys na Universidade de Coimbra, por sua Magestade, \u0026amp; seu Procurador, \u0026amp; advogado nos Concelhos de Castella, \u0026amp; da Casa da Suplicaçam, com tença, e alvarà de lembrança do dito Senhor. E AGORA NOVAMENTE ACRESCENTANDO, E ADDICIONADO, NESTA quinta impressam pelo Licenciado Martim Alveres de Castro advogado da Casa da Suplicaçam filho do Autor. EM COIMBRA Com todas as licenças necessarias. Na Officina de ANTONIO SIMOENS Impressor da Universidade: Anno do Senhor de 1699.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn folio 28x19 cm. Com [iv], 385, [iii] págs. Encadernação da época inteira de pele, com nervos e ferros a ouro e com o título gravado sobre a pele, na segunda casa.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFolha de rosto enquadrada por esquadria, tendo ao meio o escudo das armas reais de Portugal. Impressão muito nítida em caracteres redondos no texto e itálicos nas chamadas marginais com as referências bibliográficas. Com florão de remate constituído por cesto com flores na página 385.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com leves desgastes na encadernação que provocam pequena perda de pele à cabeça da lombada, que apresenta colada na primeira casa uma etiqueta de biblioteca com o número 13 alterado para 14; com o número 14 escrito a lápis no verso da folha de guarda; com duas assinaturas de posse rasuradas à cabeça da folha de rosto, tendo a tinta ferrogálica de uma delas causado um pequeno buraco nas quatro primeiras folhas e uma minúscula mancha até página 38; com anotações manuscritas marginais em letra coeva nas páginas 12, 39, 152, 170 e 172 e com acentuado acastanhamento das páginas 379 a 382.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e5ª Edição muito rara que não é referida nem por Barbosa Machado nem por Inocêncio nem nos principais catálogos bibliográficos. A 1ª edição foi publicada em Lisboa, 1604 e depois seguiram-se edições em 1608, 1623, Coimbra, 1661, Coimbra, 1725, Coimbra 1743, Lisboa 1749 e Lisboa, 1769.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAs folhas preliminares contêm as licenças datadas de 4 de Junho de 1698 a 28 de Julho de 1699. As folhas finais incluem uma lista por ordem alfabética dos cargos que têm regimento e uma última página em branco.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eObra muito importante para a consulta e a pesquisa das leis contidas nas Ordenações do Reino de Portugal, que regista as respectivas penas, pois consiste num índice alfabético muito pormenorizado de todos as matérias que são referidas no referido corpo de legislação, que esteve em vigor até ao fim da Monarquia Absoluta, em 1834. As Ordenações do Reino eram o conjunto de quase toda as leis em vigor em Portugal incluindo tanto as matérias do direito civil com as do direito penal.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eManuel Mendes de Castro foi um dos mais célebres juristas e professores de direito de fins do século XVI e início do século XVII. Estudou na Universidade de Salamanca, onde obteve o grau de bacharel em direito civil. Em 2 de Outubro de 1587 entrou como professor na Universidade de Coimbra. A partir de 1591 foi advogado em Madrid, a partir de 1604 passou a exercer a advocacia em Lisboa e foi Procurador da Casa da Suplicação. Além do Reportório das Ordenações do Reino é autor de mais três obras de direito escritas em Latim, com os seguintes títulos: De Annonis Civilibus, Salamanca, 1587, Ad celebrem Justiniani Constitutionem in Legem cum oportet C. de bonis, Salamanca, 1587, Practica Lusitana, Lisboa, 1619.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] In folio. 28x19 cm. [iv], 385, [iii] pp. Contemporary full leather binding, with raised bands gilt tooled in spine with title in the second panel.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eTitle page framed by squares, with the royal coat-of-arms of Portugal in the middle. Very clear printing in round characters in the text and italics in the marginal notes with the bibliographical references. With a trim \u003cem\u003efleuron\u003c\/em\u003e consisting of a basket of flowers on page 385.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCopy with signs of light wear on the binding causing minor loss of skin at the head of the spine, which presents, pasted on the first house, a library label with the number 13 changed to 14; with the number 14 written in pencil on the verso of the front endpaper; with two erased manuscript ownership titles at the head of the title page, the iron gall ink of one of them having caused a small hole in the first four leaves and a tiny stain to page 38; with marginal handwritten notes in coeval handwriting on pages 12, 39, 152, 170 and 172 and with marked browning on pages 379 to 382.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eVery rare 5th very which is mentioned neither by Barbosa Machado nor by Inocêncio nor in the main bibliographic catalogues. The 1st edition was published in Lisbon, 1604 and then editions followed in 1608, 1623, Coimbra, 1661, Coimbra, 1725, Coimbra 1743, Lisbon 1749 and Lisbon, 1769.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThe preliminary leaves contain the licenses dated 4 June 1698 to 28 July 1699. The final leaves include an alphabetical list of the offices which have regimentation and a final blank page.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eVery important work for consultation and research of the laws contained in the Ordinances of the Kingdom of Portugal, which record the respective penalties, as it consists of a very detailed alphabetical index of all matters that are referred to in that body of legislation, which was in force until the end of the Absolute Monarchy in 1834. The Ordenações do Reino was the set of almost all the laws in force in Portugal including both civil and criminal law matters.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eManuel Mendes de Castro was one of the most celebrated jurists and law professors of the late 16th and early 17th centuries. He studied at the University of Salamanca, where he obtained a bachelor's degree in civil law. On October 2, 1587 he entered as a professor at the University of Coimbra. From 1591 onwards he was a lawyer in Madrid, from 1604 onwards he practised law in Lisbon and was Prosecutor of the Casa da Suplicação. Besides the Reportório das Ordenações do Reino he is the author of three other law works written in Latin, with the following titles: De Annonis Civilibus, Salamanca, 1587, Ad celebrem Justiniani Constitutionem in Legem cum oportet C. de bonis, Salamanca, 1587, Practica Lusitana, Lisboa, 1619.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eReferências\/References:\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIberian Books C81004 (72126)\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eUSTC nº 5098669\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eInocêncio VI, 59 a 60.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBarbosa Machado III, 309-310.\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465261224268,"sku":"0912CS010","price":3600.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/0912CS010_1_d7196ea2-0987-400b-ac2c-d684281b389d.jpg?v=1789461669"},{"product_id":"0911lm150","title":"OPPIANI DE VENATIONE LIBRI IIII.","description":"\u003cp\u003eIOAN BODINO Andegauense interprete. AD D. GABRIELEM BOVERIVM ANDIVM EPISCOPVM. His accessit Commentarius uarius, \u0026amp; multiplex, eiudem interpretis. LVTETIAE (Paris). Apud Michaëlem Vascosanum, uia Iacobea sub insigni Fontis. M. D. LV. [1555]\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn 4.º (22x15,5 cm) com [iv], 110 fólios.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação da época em pergaminho flexível.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCapitulares gravadas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eObra sobre caça; edição bilingue em latim e grego.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com 3 ex-libris, nomeadamente da biblioteca Tiliana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBrunet IV, 195.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eOppiani ou Opiano de Anazarbo, ou de Corico, Oppianus em latim, e ???????? em grego, nasceu em Córicos no final do séc II DC ou começo do século III DC, viveu cerca de 30 anos e foi um poeta dos temas da natureza: a pesca, a caça, etc. reconhecido no seu tempo como um dos mais ilustres.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] In 4º (22x15.5 cm); [iv], 110 folios.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBinding: contemporary flexible parchment.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEngraved capital letters.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eWork about hunting. Bilingual edition Latin-Greek.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThis copy presents 3 ex-libris, namely one from the Tiliana library.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBrunet IV, 195. Oppiani or Opiano from Anazarbo, or from Corico, Oppianus in Latin and ???????? in Greek, was born in Coricus at the end of the 2nd or beginning of the 3rd century AD and lived for about 30 years. Was a poet of nature themes: fishing, hunting and others, known at his time as one of the most famous poets.\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465261257036,"sku":"0911LM150","price":18000.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/0911LM150_1_4a8bb838-2795-4665-bc79-2bbf2553ed17.jpg?v=1789461670"},{"product_id":"0911lm159","title":"AVELAR BROTERO. (Felix de) COMPENDIO DE BOTANICA, OU NOÇÕES ELEMENTARES DESTA SCIENCIA,","description":"\u003cp\u003esegundo os melhores Escritores modernos, expostas na língua Portugueza. Por FÉLIX AVELLAR BROTERO. PARIS. Vende-se em Lisboa, em casa de Paulo Martin, M,DCC,LXXXVIII. (1788)\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn 4.º De 20,5x13 cm. 2 volumes com lxxvi, 471 e 411, [v]  págs. Encadernações da época, inteiras de pele, com nervos, rótulos e ferros a ouro nas lombadas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eObra ilustrada em extratexto com 31 estampas com centenas de plantas, sendo uma desdobrável representando um 'Ramo da Árvore do Chá', dedicada a D. Maria de Noronha e Silva.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com margens muito generosas e impresso em papel muito encorpado. Apresenta assinatura de posse coeva de Fr. João de S. Pedro Tavares e um pico de traça marginal nas primeiras páginas do volume 1.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] Bindings: contemporary full calf gilt at spine. Work illustrated with 31 hors-text plates depicting hundreds of plants.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThe author was born in 1744 and died in 1828. He was Doctor of Medicine from the University of Rheims, Chair of Botany and Agriculture in Coimbra, Director of the Royal Museum and Botanical Garden of the Palace of Ajuda in Lisbon; Member of the Horticultural Society of London; member of the Royal Academy of Sciences of Lisbon, the Natural History and Philomatica of Paris, the Physiographica of Lunden in Sweden, the Natural History of Rostock, and the Academy of Cesarea in Bonn, Germany, etc.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBrotero was universally recognized as the first Portuguese botanist. This work is a model of didactic style of the time, and the first and only of its kind in vernacular language until the middle of XIX Century. The preliminary chapter on the origin, progress and state of botany, placed by Brotero ahead of his compendium is considered of great interest.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[PT] Inocêncio II, 259. «Cavalleiro da Ordem de S. Bento d’ Avis Doutor em Medicina pela Universidade de Rheims, incorporado em 1791 na de Coimbra, onde lhe foi tambem conferido gratuitamente o capello na faculdade de Philosophia; Lente da cadeira de Botânica e Agricultura, na qual obteve a jubilação depois de vinte annos d’exercicio; Director do Museu Real e Jardim Botânico do Paço d’Ajuda; deputado as Cortes constituintes de 1821; Membro da Sociedade de Horticultura de Londres, e da Linneana de Historia Natural da mesma cidade; Sócio da Academia R. das Sciencias de Lisboa, da de Historia Natural e Philomatica de Paris; da Physiographica de Lunden na Suécia; da de Historia Natural de Rostok, e da Academia Cesarea de Bonn na Allemanha, etc. – N. na freguezia do Tojal, Termo de Lisboa, em 1744, e M: em 1828. A celebridade do nome d’este varão illustre, reconhecido universalmente como o primeiro botânico de Portugal, me dispensa de entrar aqui nos pormenores da sua biografia, que poucos deixaram de ter lido. Esta obra, posto que hoje antiquada á face dos novos descobrimentos e progressos da sciencia, e, na opinião de avaliadores competentes, um modelo do estylo didactico, e a primeira e unica d'este genero, que temos em lingua vulgar. O sr. dr. Antonio Albino da Fonseca Benevides a deu novamente á luz (V. o artiço A, 369) alterada em parte, e addicionando lhe noções extrahidas de botanicos modernos, taes como Mirbel, De Gandolle, Richard e outros. É porem para sentir, que n'esta edição se supprimisse o Discurso preliminar sobre a origem, progresso e estado actual da botanica, collocado pelo dr. Brotero á frente do seu compendio, e que é na opinião dos entendidos uma peça bem escripta, e de grande merecimento.»\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465261453644,"sku":"0911LM159","price":9000.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/0911LM159_1.jpg?v=1789461671"},{"product_id":"0911lm161","title":"PRADTT. (Henrique de) DIVERTIMENTOS MILITARES","description":"\u003cp\u003eOBRA AGRADÁVEL, E INSTRUCTIVA, utillisima para todos os Militares. IDÉA DA OBRA. Hum Fidalgo, que se destina para ser Militar, considerando nobremente que para se empregar com utilidade, e brio nesta profissão, se devia instruir nas sciencias da guerra, com licença de seus pais vai entregue a seu Aio ver huma Praça, hum Acampamento, e hum Sitio. Por meio de hum Dialogo se dá o conhecimento destas, e outras muitas cousas que se devem instruir os Militares, Tradução feita, e acrescentada por H. um amante, e zeloso D. a P.atria. LISBOA, Na Officina de MIGUEL MANESCAL DA COSTA, Impressor do Santo Officio. Anno 1762.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn 8.º de 20,5x15,1 cm. Com [xvi], 305, [v] págs. Encadernação da época inteira de pele e rótulo vermelho com ferros a ouro na lombada.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIlustrado com frontispício gravado e 11 gravuras desdobráveis assinadas “Joaquim Antonio Juzarte Abrio mora Na Travesa Dos Landroins”.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com leve pico de traça e ex-libris da biblioteca de Henrique Botelho colado no interior da encadernação.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePrimeira edição e única, rara e muito importante para o estudo da teoria e da prática dos militares no século XVIII, publicada na época da Guerra do Pacto de Família, que decorreu ente 1762 e 1763, com a invasão de Trás-os-Montes, pela Espanha que ficou conhecida entre nós por Guerra Fantástica. A sua publicação insere-se na tradição das publicações de técnica militar e reflecte a necessidade de preparar oficiais para um exército em expansão.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO autor recorre ao método de expor a matéria da sua obra, através das explicações sobre arte militar dadas a um jovem nobre, pelo seu aio, que começa por destacar o valor da instrução e do merecimento, como superior aos privilégios da nobreza de hereditária. Entrando no assunto da obra começa por recomendar ao seu discípulo a leitura de um trabalho sobre geometria e fortificação, pois julga estas matérias indispensáveis para todos os oficiais, que constitui o prelúdio desta obra.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eSeguem-se três partes, divididas em dias, nas quais se representa o discípulo a visitar uma praça (1.ª Parte) e em que recebe todas as explicações sobre as respetivas obras e a maneira de a defender; visita depois um acampamento (2.ª Parte) de um exército inteiro e os acampamentos de cada corpo de tropas. Por último na 3.ª Parte o jovem discípulo é levado a estudar as acções que é preciso realizar para atacar e tomar de assalto uma praça fortificada. O jovem coloca perguntas a oficiais que estão nos locais que visita para esclarecer dúvidas e obter mais conhecimentos, tornando mais fácil a compreensão dos leitores.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAs páginas preliminares contêm o prólogo, ao benévolo leitor, um índice muito pormenorizado do conteúdo das partes e respectivas divisões. As páginas finais incluem as licenças, de 2 de Setembro a 20 de Dezembro de 1762, com aprovações de Frei Manuel do Espírito Santo; de Tomás Castelo, Protonotário Apostólico; e do Visconde de Mesquitela.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eHenrique de Pradtt (também grafado como Henry de Prat ou Henrique de Pratt). Apesar do apelido de origem estrangeira, acredita-se que Pradtt tenha nascido em Portugal ou servido extensivamente no exército português no século XVIII.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEstá ligado à elite técnica do exército português no final do século XVIII e início do XIX, particularmente na área da Artilharia, onde atingiu inclusivamente o posto de Comandante do Regimento de Artilharia da Corte. Assumiu este comando de prestígio em 1791. Além do comando de tropas, Pradtt exerceu funções administrativas e logísticas críticas para a defesa do reino. Faleceu em 1802.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] In octavo. 20.5 × 15.1 cm. [xvi], 305, [v] pp. Contemporary full leather binding with red label and Gilt tooled lettering on the spine.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIllustrated with an engraved frontispiece and 11 fold-out engravings signed “Joaquim Antonio Juzarte Abrio, resident at Travesa dos Landroins”.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCopy with slight moth damage and an ex-libris from Henrique Botelho’s library on the front pastedown.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFirst and only edition, rare and of great importance for the study of 18th-century military theory and practice, published during the War which took place between 1762 and 1763, following the Spanish invasion of Trás-os-Montes, an event known as the ‘Fantastic War’. Its publication is part of the tradition of military technical publications and reflects the need to prepare officers for an expanding army.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThe author employs a narrative method in presenting the subject matter of his work, through explanations of military art given to a young nobleman by his tutor, who begins by emphasising the value of education and merit as superior to the privileges of hereditary nobility. Turning to the subject of the work, he begins by recommending that his pupil read a treatise on geometry and fortification, as he considers these subjects indispensable for all officers, which forms the prelude to this work.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThis is followed by three parts, divided into days, in which the apprentice is depicted visiting a square (Part 1) and receiving full explanations of the various fortifications and how to defend them; he then visits the camp (Part 2) of an entire army and the camps of each corps of troops. Finally, in Part 3, the young disciple is led to study the actions required to attack and storm a fortified town. The young man asks questions of the officers at the locations he visits to clarify doubts and gain further knowledge, making it easier for readers to understand.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThe introductory pages contain the preface, addressed to the kind reader, and a very detailed table of contents listing the various sections and their subdivisions. The final pages include the licences, dated from 2 September to 20 December 1762, with approvals from Friar Manuel do Espírito Santo; from Tomás Castelo, Apostolic Protonotary; and from the Viscount of Mesquitela.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eHenrique de Pradtt (also spelled Henry de Prat or Henrique de Pratt). Despite his surname being of foreign origin, it is believed that Pradtt was born in Portugal or served extensively in the Portuguese army in the 18th century.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eHe was associated with the technical elite of the Portuguese army in the late 18th and early 19th centuries, particularly in the field of artillery, where she even rose to the rank of Commander of the Court Artillery Regiment. He assumed this prestigious command in 1791. In addition to commanding troops, Pradtt performed administrative and logistical duties critical to the defence of the kingdom. He died in 1802.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eReferências\/References: Inocêncio III, 187.\u003cbr\u003eRevista Militar (online) \u003cbr\u003ePortal da História (online)\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465261486412,"sku":"0911LM161","price":5400.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/0911LM161_1.jpg?v=1789461672"},{"product_id":"1010nm016","title":"SEIXAS BRANDÃO. (Joaquim Inácio de) MEMORIAS DOS ANNOS DE 1775. A 1780. AGOAS THERMAES DA VILLA DAS CALDAS DA RAINHA. [ENCADERNAÇÃO ARTÍSTICA ARMORIADA D. MARIA I.]","description":"\u003cp\u003eMEMORIAS DOS ANNOS DE 1775. A 1780. PARA SERVIREM DE HISTORIA A’ ANALYSI, E VIRTUDES DAS AGOAS THERMAES DA VILLA DAS CALDAS DA RAINHA. COMPOSTAS POR … Doutor em Medicina pela Universidade de Montpellier approvado neste Reino, e actualmente primeiro Médico do Hospital Real  da mesma villa por Nomeação, e Decreto de Sua Magestade.  LISBOA. NA REGIA OFFICINA TYPOGRAPHICA. Anno M.DCC.LXXXI. (1781)\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn 8º (21x14,5 cm) com xxxi-xiv-281 págs. Encadernação artística da época inteira de marrroquim vermelho armoreada com super libris de D. Maria I de Portugal e ferros a ouro na lombada, pastas e rótulo. Corte das folhas dourado.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eInocêncio IV, 89.\u003c\/em\u003e “Doutor em Medicina pela Faculdade de Montpellier, Medico do Hospital R. da villa das Caldas da Rainha etc. - N. na provincia de Minas-geraes, no Brasil, e a julgarmos pelo seu appellido, seria talvez parente proximo de D. Maria Joaquina Dorothea de Seixas Brandão, que foi immortalisada pelo celebre e infeliz Gonzaga nas suas lyras sob o nome de Marilia de Dirceu. - E. Memorias dos annos de 1775 a 1780, - São precedidas de uma carta mui erudita, que sobre o assumpto dirigiu ao auctor o seu collega dr. Manuel de Moraes Soares, medico da real camara.”\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465263485260,"sku":"1010NM016","price":12000.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1010NM016_1.jpg?v=1789461687"},{"product_id":"1101jc002","title":"OLIVENÇA. MANUSCRITO. SÉC. XVIII. ALEGA-SE O DIREITO POR PARTE DE D. DOROTHEA DE MENEZES SUCEDER EM O MORGADO DE CORCHO,","description":"\u003cp\u003esito no termo da Vila de Alconchel, no Reino de Castela, e a fronteira portuguesa. [Transcrevemos seguidamente com ortografia actualizada] em que seu avô D. João de Menezes foi o último possuidor, iure próprio, et propria vocatione, ainda que sua mãe fosse filha natural do dito seu avô. Três pontos trato nesta alegação de direito, o primeiro contem os nomes dos primeiros possuidores, e assim os dos mais descendentes até a dita neta D. Doroteia por linha direita, e em que ano se instituiu o dito morgado, e com que condições e clausulas. O segundo contém a doutrina verdadeira, e opiniões de doutores, que em virtude das ditas clausulas, e qualidades da dita mãe admitem á dita neta iure próprio, et propria vocatione à sucessão deste morgado, primo et principaliter, et ante omnes colateralis. O terceiro trata dos argumentos contra esta doutrina, e resposta a eles com conclusão desta, que fica a dita neta admitida na dita sucessão, a indiq proveniat a medio inhabili, et a matre ilegitima; et ideo exclusa. 1º Ponto: Do morgado de Corcho sito no termo da Vila de Alconchel no Reino de Castela foram os primeiros instituidores D. Manuel de Meneses e sua mulher D. Brites de Vilhena, fazendo-se a escritura da instituição dele em o ano de 1569 vinculando as terras de ambos e as legítimas de seu filho legitimo D. João de Meneses e o que não coubesse se restituiria [continua]\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eS\/D. [170?]. S\/L.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn fólio de 30x21 cm. Com 45 fólios soltos por cadernos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eManuscrito do início do século XVIII, escrito a várias mãos em caligrafias cursivas e legíveis. Documento com manchas de humidade e falhas de papel à cabeça nos primeiros folios.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNo final do manuscrito encontra-se a transcrição de “Carta que escreveu a Majestade Real de Sabóia à Rainha de Portugal Sua Irmã” (igualmente sem data, tal como todas as partes deste manuscrito).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eTrata-se de uma Alegação jurídica com introdução histórica e genealógica seguida de um estudo comparativo com as respectivas referências bibliográficas e documentos relativos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] N.d.[170?]. N.p.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn folio (30x21 cm) with 45 folios loose in text blocks.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eManuscript from the beginning of the 18th century written by several hands in a clear and italic calligraphy. Document with moist stains and lacks of paper on top of the first folios.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAt the end of the manuscript there is the transcription of a letter written the Queen of Savoy to her sister, the Queen of Portugal (also with no date, like all the other parts of this manuscript).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThis is a legal allegation with historic and genealogic introduction, followed by a comparative study with the corresponding bibliographic references and documents.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465263583564,"sku":"1101JC002","price":7200.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1101JC002_1.jpg?v=1789461688"},{"product_id":"2311sb003","title":"FREIRE DE ANDRADE. (Jacinto) VIDA DE DOM IOÃO DE CASTRO QUARTO VISO-REY DA INDIA, [1703 - 3.ª EDIÇÃO]","description":"\u003cp\u003eEscrita por JACINTO FREYRE DE ANDRADA, Impressa por ordem de seu Neto o Bispo DOM FRANCISCO DE CASTRO, Inquisidor Geral neste Reyno, do Conselho de Estado de Sua Magestade, E agora terceira vez impressa. EM LISBOA, Na Officina Real dos Herdeiros de Miguel Deslandes. Anno 1703. Com todas as licenças necessarias. A custa de Antonio Leyte Pereyra, Mercador de Livros.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn fólio de 26,5x19 cm. Com [viii], 490 págs. Encadernação da época inteira de pele, com rótulos e ferros a ouro na lombada. Cortes das folhas pintados de azul.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIlustrado com uma gravura de página inteira na página 59, iniciais decoradas no início da dedicatória, do índice analítico e de cada livro, belos florões de remate aos finais dos livros 1, 2 e 4 (págs. 86, 329 e 444).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com falta do frontispicio gravado com o retrato de D. João de Castro, falhas de pele na lombada e nos cantos das pastas. Tem notas a tinta, assinaturas de posse e carimbos oleográficos nas folhas de guarda e na folha de rosto e assinaturas de posse nas páginas 109, 205, 283, 429 e 475. Pequenas manchas de humidade em algumas folhas. Apresenta restauros amadores nas páginas 115\/116, 165, 238, 275\/276 e 335\/336, 490; e a folha de rosto montada.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eErros de paginação: 339 em vez de 329 e 341-342 em vez de 331-332.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePrimeiras folhas não numeradas com dedicatória do autor ao príncipe D. Teodósio e prólogo aos leitores; licenças do Santo Ofício, do Ordinário e do Paço. O índice começa a partir da página 445. Inclui referências bibliográficas impressas nas margens do texto.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eTerceira Edição.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLivro muito popular, uma das obras-primas em prosa da literatura portuguesa e, ao mesmo tempo, uma importante fonte histórica sobre a guerra e o cerco à cidade de Diu, atestada pelas inúmeras edições e pelas traduções para inglês e latim que teve.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eObra dividida em quatro livros acompanhados de um índice analítico. Enriquecida com muitas cartas de diversos personagens históricos, como D. João de Castro, D. João III, Infante D. Luís ou S. Francisco Xavier. Inclui pormenorizada descrição da magnífica Capela dos Castros, erigida no Convento de S. Domingos de Benfica, onde repousam os restos mortais de D. João de Castro e dos seus descendentes.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO Segundo Cerco à fortaleza portuguesa de Diu pelas forças do sultanato do Guzerate, capitaneadas por Coge Sofar, mercador e senhor de Surrate, teve lugar entre Abril e Novembro de 1546. Este acontecimento de incontestável importância para o “Estado da Índia”, definiu a governação do Vice-Rei D. João de Castro (1545-1548) e representou a derradeira tentativa Guzerate para retomar a fortaleza de Diu, anteriormente entregue aos portugueses em 1535. Coge Sofar, cujo retrato figura nesta obra, era senhor de Cambaia e aliado aos turcos de Sulimão Paxá. Foi derrotado pelos portugueses no segundo cerco de Diu, comandados em terra por D. João de Mascarenhas e por mar por D. João de Castro. Pereceu nesta luta o próprio Coge Sofar e D. Fernando de Castro, filho do Vice-Rei português.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJacinto Freire de Andrade (Beja, 1597 – Lisboa, 1657) foi presbítero secular, historiador, bacharel em Cânones pela Universidade de Coimbra e um poeta barroco.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] In folio. 26.5x19 cm. [viii], 490 pp. Contemporary full leather binding, with labels and gilt tools on spine. Blue edges.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIllustrated with a full-page engraving on page 59, decorated initials at the beginning of the dedication, the table of contents and each book, beautiful finishing \u003cem\u003efleurons\u003c\/em\u003e at the end of books 1, 2 and 4 (pp. 86, 329 and 444).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCopy with leather flaws on the spine and corners of the boards. There are notes in ink, handwritten ownership titles and oleographic stamps on the endpapers and title page and handwritten ownership titles on pages 109, 205, 283, 429 and 475. Small damp stains on some pages. There are amateur restorations on pages 115\/116, 165, 238, 275\/276 and 335\/336, 490; and the title page is mounted.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePaging errors: 339 instead of 329 and 341-342 instead of 331-332.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFirst unnumbered leaves with the author\"s dedication to Prince Teodósio and prologue to the readers; licences from the Holy Office, the Ordinary and the Palace. The index starts on page 445 and includes bibliographical references printed in the margins of the text.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThird Edition.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eVery popular work, one of the masterpieces in prose of Portuguese literature and, at the same time, an important historical source on the war and the siege of the city of Diu, attested by the numerous editions and translations into English and Latin that it has had.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThe work is divided into four books with an analytical index. Enriched with many letters from various historical figures, such as Lord João de Castro, King João III, Prince Luís and St Francis Xavier. It includes a detailed description of the magnificent Chapel of the Castros, erected in the Convent of S. Domingos de Benfica, where the remains of João de Castro and his descendants rest.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThe Second Siege of the Portuguese fortress of Diu by the forces of the Guzerate sultanate, captained by Coge Sofar, merchant and lord of Surrate, took place between April and November 1546. This undeniably important event for the 'State of India' defined the rule of Viceroy João de Castro (1545-1548) and represented the final Guzerate attempt to retake the fortress of Diu, previously handed over to the Portuguese in 1535. Coge Sofar, whose portrait appears in this work, was lord of Cambaia and allied with the Turks of Suliman Pasha. He was defeated by the Portuguese in the second siege of Diu, commanded on land by João de Mascarenhas and by sea by João de Castro. Coge Sofar himself and Fernando de Castro, son of the Portuguese Viceroy, died in this battle.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJacinto Freire de Andrade (Beja, 1597 - Lisbon, 1657) was a secular priest, historian, bachelor of canons at the University of Coimbra and a Baroque poet.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eReferências\/References:\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eInocêncio III, 239, 20.\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465263911244,"sku":"2311SB003","price":4200.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/2311SB003_1.jpg?v=1789461695"},{"product_id":"1211cs026","title":"AVELAR BROTERO. (Félix de) COMPENDIO DE BOTANICA, OU NOÇÕES ELEMENTARES DESTA SCIENCIA,","description":"\u003cp\u003esegundo os melhores Escritores modernos, expostas na língua Portugueza. Por FÉLIX AVELLAR BROTERO. PARIS. Vende-se em Lisboa, em casa de Paulo Martin, M,DCC,LXXXVIII. [1788].\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn 4.º de 20,5x12,5 cm. 2 volumes com lxxvi, 471 e 411, [iv] págs. Encadernações da época inteiras de pele, com nervos, ferros a ouro e títulos em rótulos vermelhos também a ouro na lombada.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIlustrado com xxxi (31) estampas com centenas de plantas, sendo uma delas desdobrável com o Ramo da Árvore do Chá, e dedicada a D. Maria de Noronha e Silva.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com alguns vestígios de acidez própria do papel.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eInocêncio II, 259. «Cavalleiro da Ordem de S. Bento d’ Avis Doutor em Medicina pela Universidade de Rheims, incorporado em 1791 na de Coimbra, onde lhe foi tambem conferido gratuitamente o capello na faculdade de Philosophia Lente da cadeira de Botânica e Agricultura, na qual obteve a jubilação depois de vinte annos d’exercicio Director do Museu Real e Jardim Botânico do Paço d’Ajuda deputado as Cortes constituintes de 1821 Membro da Sociedade de Horticultura de Londres, e da Linneana de Historia Natural da mesma cidade Sócio da Academia R. das Sciencias de Lisboa, da de Historia Natural e Philomatica de Paris da Physiographica de Lunden na Suécia da de Historia Natural de Rostok, e da Academia Cesarea de Bonn na Allemanha, etc. – N. na freguezia do Tojal, Termo de Lisboa, em 1744, e M: em 1828. A celebridade do nome d’este varão illustre, reconhecido universalmente como o primeiro botânico de Portugal, me dispensa de entrar aqui nos pormenores da sua biografia, que poucos deixaram de ter lido. Esta obra, posto que hoje antiquada á face dos novos descobrimentos e progressos da sciencia, e, na opinião de avaliadores competentes, um modelo do estylo didactico, e a primeira e unica d\"este genero, que temos em lingua vulgar. O sr. dr. Antonio Albino da Fonseca Benevides a deu novamente á luz (V. o artigo A, 369) alterada em parte, e addicionando lhe noções extrahidas de botanicos modernos, taes como Mirbel, De Gandolle, Richard e outros. É porem para sentir, que n\"esta edição se supprimisse o Discurso preliminar sobre a origem, progresso e estado actual da botanica, collocado pelo dr. Brotero á frente do seu compendio, e que é na opinião dos entendidos uma peça bem escripta, e de grande merecimento.»\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] Paris, Lisboa, Paulo Martin, 1788-1789. 2 volumes. 8vo. With 31 etched plates (1 folding). Contemporary sprinkled calf.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFirst edition of Brotero\"s influential \u003cem\u003eCompendio de botanica\u003c\/em\u003e. Volume 2 includes a botanical dictionary and a biographical dictionary of botanists; the folding plate depicts a \"Árvore-do-chá\", (Melaceuca alternifolia), better known as \"tea tree\", endemic to Australia. A second, enlarged edition was published in 1837-1839.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eSome spotting and browning, faint waterstain on the endpapers of the 2nd volume, ownership stamp on title-pages.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCopy in very good condition.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBradley I, 83. Arnold Arboretum I, 114 (2nd ed.)\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465264304460,"sku":"1211CS026","price":9000.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1211CS026_1.jpg?v=1789461695"},{"product_id":"1003cs024","title":"BRITO. (Bernardo de) SEGVNDA PARTE DA MONARCHIA LVSYTANA.","description":"\u003cp\u003eEM QVE SE CONTINVAÕ AS HISTO- rias de Portugal, desde o Nascimento de nosso Salvador Iesu Cristo, até ser dado dote ao Conde Dom Henrique. COMPOSTA PELO DOUTOR FREY BERNARDO DE BRITO, CHRONISTA GERAL, E MONGE DA Ordem de S. Bernardo. DIRIGIDA AO MUITO ALTO, E MUITO PODEROSO REY, E SENHOR NOSSO D. PEDRO II. LISBOA. Na Impressão Craesbeeckiana. Anno 1690. In fólio de 29,5x20 cm. Com (viii)-558-(xxx) pags.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação da época inteira de pele com rotulo vermelho ferros a ouro na lombada, com vestígios de traça.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIlustrado com a raríssima gravura alegórica em anterrosto que foi mandada suprimir da edição por ordem régia, pelo facto de apresentar o brasão do impressor em formato maior que o do rei D. Pedro II. Segunda edição.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eInocêncio I, 372.\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465264468300,"sku":"1003CS024","price":3600.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1003CS024_1.jpg?v=1789461698"},{"product_id":"1005cs005","title":"SANTA MARIA. (Fr. Agostinho de) HISTORIA TRIPARTITA","description":"\u003cp\u003eCOMPREHENDIDA EM TRES TRATADOS. NO PRIMEYRO Se decrevem as Vidas, \u0026amp; os gloriosos Triumphus dos Santos Martyres, Veríssimo, Máxima, \u0026amp; Júlia, suas Irmãas Padroeyros de Lisboa, \u0026amp; do Real Mosteyro de Santos. NO SEGUNDO Se dá noticia da vinda, \u0026amp; Prégaçaõ do Apostolo Santiago às Hespanhas, \u0026amp; do principio, \u0026amp; origem de sua esclarecida Ordem \u0026amp; de seus nobilíssimos Mestres até a sua separaçaõ, \u0026amp; eleyçaõ dos Mestres Portuguezes. NO TERCEYRO Se descrevem os principios do Real Convento de Santos, \u0026amp; a noticia de suas Illustres Comendadeyras, desde o Anno de 1212. atè os nossos tempos. QUE C. D. \u0026amp; O. Ao Sereníssimo \u0026amp; muito Augusto Senhor ElRey DOM JOAÕ O V. Mestre da mesma Illustrissima Ordem de Santiago. Fr. AGOSTINHO DE S. MARIA. Exvigario Géral da Congregaçaõ dos Agostinhos Descalços de Portugal, Natural da Villa de Estremoz. LISBOA OCCIDENTAL, Na Officina de ANTONIO PEDROZO GALRAM. Anno de 1724.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn 8.º de 20x15 cm. Com (xx) 609 (iii) pags.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação da época inteira de pele.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eObra com interesse para a olisipografia e para a história da ordem militar de S. Tiago em Portugal. O autor publicou em dez volumes a famosa obra Santuário Mariano.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBarbosa Machado I, 71. Pinto de Matos, 510. Inocêncio I, 18. “Fr. Agostinho de Santa Maria, chamado no Seculo Manuel Gomes Freire, natural da villa de Extremoz, n. a 28 de Agosto de 1642. Professou a regra dos agostinhos Descalços, e exerceu na ordem varios cargos, inclusivè os de Chronista, e Vigario Geral da sua congregação em Portugal. Morreu na provecta edade de 86 annos a 3 de Abril de 1728 no convento da Boahora de Lisboa. na bibl. nac. d\"esta cidade existe um seu retrato de meio corpo. (v. Canaes, Estudos Biographico, pag. 256) foi laborioso e fecundissimo escriptor, como se vê das muitas obras que compoz e publicou, alem das que por sua morte ficaram ineditas, e provavelmente se extraviaram.”\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] Binding : contemporary full browned calf gilt to spine and label. Spine worn to top, cover edges bumped, calf missing to rear cover at the lower edge. Missing blank endpages. Contemporary signatures to title page. Good copy inside leaves are clean, sound and crispy.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eWork containing 3 books : FIRST the description of lives and martyrdom from the 3 founder saints of christianity in the actual territory of Portugal: Veríssimo, Maxima and Julia. SECOND preaching to the Apostle Santiago in Spain, \u0026amp; the beginning of the Order of Santiago \u0026amp; their most noble Masters until their separation from their Portuguese branch. THIRD describes the principles of the Royal Monastery of Santos and their abbesses from the year 1212 until 1724. An outstanding work of historical research to the origins of Lisbon connected to the history of the Military Order of St. Tiago in Portugal. Barbosa I, 71 Pinto de Matos, 510 and Inocêncio (I, 18): “Fray Agostinho de Santa Maria, whose name was Manuel Gomes Freire, was born in Estremoz, in 1642, became the official historian his congregation in Portugal. He was laborious and very fertile writer as we can see from the many works that published, besides those that remained unpublished at his death, and probably went astray.\"\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465264566604,"sku":"1005CS005","price":7200.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1005CS005_1.jpg?v=1789461699"},{"product_id":"1006jc059","title":"CUVIER, Georges. QUADRO ELEMENTAR DA HISTORIA NATURAL DOS ANIMAES.","description":"\u003cp\u003ePOR Mr. CUVIER. TRADUZIDO EM PORTUGUEZ E OFFERECIDO A S. A. R. O PRINCIPE R. N. S. POR ANTONIO D'ALMEIDA, CAVALLEIRO DA ORDEM DE CHRISTO, CIRURGIÃO DA REAL CAMARA, LENTE D'OPERAÇOENS NO HOSPITAL REAL DE S. JOZE EM LISBOA, E MEMBRO EFFECTIVO DO REAL COLLEGIO DOS CIRURGIOENS DE LONDRES. LONDRES: IMPRESSO POR H. BRYER, BRIDGE STREET, BLACKFRIARS. [Anno 1815].\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eObra em 2 volumes. In 8.º de 21x12 cm. Com xix, 458 e 424, xxix págs. Encadernações da época inteiras de pele com finos ferros a ouro nas lombadas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eProfusamente ilustrado com 14 litografias. O 2º volume apresenta um carimbo oleográfico de posse na folha de rosto. As folhas de rosto de ambos os volumes com leves vestígios de acidulação.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIlustrações. No 1º volume: 7 estampas litografadas de J. Walker com aspectos anatómicos que permitem a classificação dos mamíferos e aves. 1 tabela desdobrável com a classificação geral das classes dos animais, 1 tabela desdobrável com a classificação dos mamíferos, 1 tabela desdobrável com a classificação das aves, 1 tabela desdobrável com a classificação dos répteis, 1 tabela desdobrável com a classificação dos peixes. No 2º volume: 7 estampas litografadas de J. Walker com aspectos anatómicos que permitem a classificação de outros animais, tais como insectos e inclusivamente dos corais. 1 tabela desdobrável com a classificação dos moluscos, 1 tabela desdobrável coma classificação dos insectos, 1 tabela com a classificação dos crustáceos, 1 tabela desdobrável com a classificação dos zoófitos incluindo os corais. No final da obra apresentam-se 3 índices das classes, ordens e géneros respectivamente em língua portuguesa, em nomes latinos e em língua francesa.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA importância desta obra reside exactamente nestes índices e em toda a nomenclatura portuguesa introduzida na obra, que foi da inteira responsabilidade de Félix de Avelar Brotero. Deste modo a obra possui dois prefácios: o prefácio do tradutor António d´Almeida e o prefácio do nomenclador português Avelar Brotero, que “por ordem superior foi encarregado de juntar os nomes portugueses aos nomes franceses e latinos”, tarefa, segundo o mesmo, muito difícil devido ao estado da ciência em Portugal e ao período das Invasões Napoleónicas de que resultava não existirem nem obras portuguesas, nem zoólogos em Portugal, para esta tarefa. A ciência portuguesa tinha-se baseado no profundo conhecimento prático das espécies trazidas das colónias e na sua acumulação em colecções, sendo “arrumadas” o melhor possível dentro das classificações lineanas. Nesta obra Brotero afirma que reviu, corrigiu e anotou esta obra de Cuvier procurando não desfigurar a versão portuguesa com galicismos e efectuando uma investigação aos vocabulários portugueses. Esta obra de Zoologia, publicada em 1797-98 em França, foi a mais reputada na sua época, tendo portanto a sua tradução para português resultado do interesse de António d´Almeida durante o período que residiu em Londres, e do patrocínio régio através do embaixador português em Inglaterra - o Conde do Funchal – que requereu os serviços de Félix Avelar Brotero.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eInocêncio I, 83 e II, 262 “ANTONIO DE ALMEIDA, Comendador da Ordem de Cristo, Cirurgião da Real Câmara, Lente de operações no Hospital Real de S. José, Membro do Real Colégio dos Cirurgiões de Londres, etc. - Ignoro por agora o que diz respeito à sua naturalidade e data do nascimento, constando-me apenas que era da província da Beira, filho do Doutor José Diogo e de sua mulher D. Ana de Almeida. Morreu no Campo Grande, próximo de Lisboa, a 30 de Julho de 1822. Quadro Elementar da Historia dos Animauis, por Mr. Cuvier, traduzido em portuguez. Londres, por H. Bryer 1815. 8.º gr. 2 volumes com estampas. - Esta tradução foi empreendida por conselho e a instâncias do Conde do Funchal, embaixador em Londres, onde Almeida também se achava naquele tempo. A nomenclatura portuguesa é toda do Doutor Brotero, que dela se encarregou por ordem superior como ele próprio adverte em uma prefação colocada no princípio do tomo I.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBROTERO: Afora estes trabalhos, é sua a Nomenclatura portuguesa, que fez para o Quadro elementar da Hist. natural dos Animaes de Cuvier, traduzido por A. de Almeida”.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] 2 volumes. In octavo. 21x12 cm. xix-458 and 424-xxix pp.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eContemporary full leather binding with fine gold tooling on the spines.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eProfusely illustrated with 14 lithographs. The 2nd volume has an oleographic ownership stamp on the title page. The title pages of both volumes with light traces of acidulation.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIllustrations. In the 1st volume: 7 lithographed prints by J. Walker with anatomical aspects allowing the classification of mammals and birds. 1 fold-out table with the general classification of the classes of animals, 1 fold-out table with the classification of mammals, 1 fold-out table with the classification of birds, 1 fold-out table with the classification of reptiles, 1 fold-out table with the classification of fishes. In the 2nd volume: 7 lithographed prints by J. Walker with anatomical aspects that allow the classification of other animals, such as insects and even corals. 1 fold-out table with the classification of molluscs, 1 fold-out table with the classification of insects, 1 table with the classification of crustaceans, 1 fold-out table with the classification of zoophytes including corals. At the end of the book there are three indexes of classes, orders and types in Portuguese, Latin names and French respectively.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThe importance of this work lies exactly in these indexes and in all the Portuguese nomenclature introduced in the work, which was entirely the responsibility of Félix de Avelar Brotero. Thus the work has two prefaces: the preface by the translator António d\"Almeida and the preface by the Portuguese nomenclator Avelar Brotero, who 'by superior order was charged with joining the Portuguese names to the French and Latin names', a task, according to him, very difficult due to the state of science in Portugal and the period of the Napoleonic Invasions which resulted in there being neither Portuguese works nor zoologists in Portugal for this task. Portuguese science had been based on a deep practical knowledge of the species brought from the colonies and their accumulation in collections, being 'arranged' as best as possible within the Linean classifications. In this work Brotero states that he revised, corrected and annotated Cuvier\"s work, trying not to disfigure the Portuguese version with Gallicisms and carrying out research into Portuguese vocabularies. This work of Zoology, published in 1797-98 in France, was the most reputed in its time, and its translation into Portuguese resulted from the interest of António d\"Almeida during the period he lived in London, and from the royal patronage through the Portuguese ambassador in England - the Count of Funchal - who requested the services of Félix Avelar Brotero.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eInocencio I, 83 and II, 262 'ANTONIO DE ALMEIDA, Commander of the Order of Christ, Surgeon of the Royal Chamber, Professor of Operations at the Royal Hospital of St. Joseph, Member of the Royal College of Surgeons of London, etc. - I don\"t know for the moment what concerns his birthplace and date of birth, but I only know that he was from the province of Beira, son of Doctor José Diogo and his wife D. Ana de Almeida. He died in Campo Grande, near Lisbon, on July 30th 1822. Quadro Elementar da Historia dos Animais, by Mr. Cuvier, translated into Portuguese. London, by H. Bryer 1815. 8th gr. 2 volumes with prints. - This translation was undertaken on the advice and at the instigation of the Count of Funchal, ambassador in London, where Almeida was also at the time. The Portuguese nomenclature is all by Dr. Brotero, who was in charge of it by superior order, as he himself warns in a foreword placed at the beginning of volume I.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBROTERO: Besides these works, is his Portuguese Nomenclature, which he made for the elementary Table of the Natural History of Animals by Cuvier, translated by A. de Almeida.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eReferências\/References:\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eInocencio I, 83 and II, 262. Cordier, BI. 1817. Pritzel 5637. Stafleu-C. 5038. Sousa da Câmara 1738. 'Estimada e pouco vulgar (Esteemed and unusual).'\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465264795980,"sku":"1006JC059","price":4800.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1006JC059_1.jpg?v=1789461701"},{"product_id":"1006jc206","title":"MOREIRA. (António José) REGRAS DE DESENHO","description":"\u003cp\u003ePARA DELINEAÇAÕ DAS PLANTAS, PERFIS E PERSPECTIVAS Pertencentes A’ ARCHITECTURA MILITAR, E CIVIL, Com a descripçaõ, e pratica dos instrumentos de que mais ordinariamente se servem os Officiaes Engenheiros assim no bofete, como no terreno. Para uso da Real Academia de Fortificaçaõ, Artilheria, e Desenho, Offerecidas AO SERENISSIMO SENHOR DOM JOAÕ PRINCEPE DO BRASIL. POR ANTONIO JOZE MOREIRA, Capitaõ de Infantaria com exercício de Engenheiro, e Lente na mesma Academia. LISBOA, Na Typografia de Joaõ Antonio da Silva, Impressor de S. Magestade. Anno 1793. Com licença da Real Meza da Commissão Geral sobre o Exame, e Censura dos Livros. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn 8.º de 18,5x12 cm. com [xvi], 237, [iii] págs.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBrochado com capas da época. Precisa de ser encadernado.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIlustrado em extra-texto, no final do volume, com 30 estampas desdobráveis, numeradas, mostrando: os instrumentos e os suportes de desenho de arquitectura, a marcação das direcções de orientação no terreno, várias tabelas de ângulos, teodolitos e goneómetros para o cálculo dos ângulos de crista, a triangulação dos locais notáveis no terreno (comparação de uma triangulação com um mapa final), o levantamento do terreno por planos assimétricos de curvas de nível, soluções geométricas dos ângulos inscritos numa circunferência; perímetros, perspectivas, plantas e alçados dos edifícios e baluartes; interpretação gráfica do terreno na natureza, tipologias e legendas para paisagens naturais e humanizadas (jardins e espaços agrícolas), delineação da letra redonda, colunas, ordens arquitectónicas e suas proporções exactas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eImpressão muito nítida sobre papel de linho muito alvo e encorpado.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com rúbrica de posse na capa de brochura anterior.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eTrabalho muito importante para a história da engenharia militar e da arquitectura em Portugal, sendo a segunda obra original de autor português sobre esta temática, depois da obra de Manuel de Azevedo Fortes.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eObra dividida em 5 capítulos. No 1º capítulo descreve os instrumentos de gabinete necessários para o desenho de plantas e para a respectiva redução ou aumento, no 2º descreve os instrumentos de campo e dá regras para executar trabalhos sobre o terreno, no 3º ensina os métodos mais fáceis de copiar plantas e da descripção dos polígonos regulares, no 4º descreve a perspectiva militar e dá as primeiras noções elementares da delineação e do desenho de todas as obras de fortificação e de Arquitectura civil, no 5º dá a conhecer as regras elementares das cinco Ordens da Arquitectura Civil e as diversas proporções, que têm entre si as mesmas ordens.  \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eTrata-se da única obra conhecida deste autor sobre o qual não conseguimos obter dados biográficos, mas que, segundo Inocêncio, terá falecido em 1794.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eInocêncio I, 173. \u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465265123660,"sku":"1006JC206","price":5400.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1006JC206_1.jpg?v=1789461703"},{"product_id":"1010cs002","title":"SALMON. (Tomás) LO STATO PRESENTE DEL REGNO DI SPAGNA.","description":"\u003cp\u003e[IN] LO STATO PRESENTE DI TUTTI I PAESI, E POPOLI DEL MONDO NATURALE, POLITICO, E MORALE, COM NUEVE OSSERVAZIONI, E CORREZIONI DEGLI ANTICHI, E MODERNI VIAGGIATORI. VOLUME XIV.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIN VENEZIA, Presso Giambatista Albrizzi q.Gir. MDCCXLV. (1745)\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn 8.º de 18x12 cm. Com [xiv], 464 págs.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação da época inteira de pergaminho com nervos, rótulo dourado na lombada, e ferros lavrados a seco nas pastas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIlustrado com: um frontispício gravado, um mapa desdobrável da península Ibérica e 22 gravuras desdobráveis: vista da cidade de Madrid panorama da Praça Mayor Vista do Palácio Real vista do Buen Retiro o Grande Lago do Buen Retiro a igreja de Sto António no Buen Retiro vista de S. Paulo no Buen Retiro o Real Palácio del Pardo a entrada principal do Escorial o pátio do Escorial o claustro do Escorial vista do palácio de Aranjuez panorama da fonte de Aranjuez Vista da Catedral de Toledo panorama da cidade de Sevilha vista da Catedral de Sevilha e da Torre da Giralda vista do Mosteiro da Praça de S. Francisco em Sevilha vista do Palácio Real de Sevilha vista do Palácio Real na Grande Praça de Cádis vista do Pátio dos Banhos na Alhambra de Granada vista do Pátio dos Leões na Alhambra de Granada. Importante livro de viagens em Espanha. Apresenta uma descrição histórica e geográfica de todas as suas províncias.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] Single volume.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBinding: later contemporary vellum (pigskin fashioned at the style of an earlier period) finished on hard paperboards, blank tooled at covers, and gilt on spine labels.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIllustrated with a frontispiece engraved cooper plate and 22 folding engravings: view of the city of Madrid, panorama of the Plaza Mayor, view the Royal Palace, view of the Buen Retiro, the Great Lake of the Buen Retiro, the church of St. Anthony in the Buen Retiro, view of S. Paul in the Buen Retiro the Royal Palace del Pardo the main entrance of Escorial, the courtyard of Escorial, the cloister of Escorial view of the Palace of Aranjuez, panorama of the Aranjuez Fountain, view of the Cathedral of Toledo panorama of Seville view of the Seville Cathedral and Giralda Tower, view from the Square of the Monastery of St. Francis in Seville, view the Royal Palace of Seville, view the Royal Palace in the Great Square of Cadiz view of a courtyard in the Alhambra of Granada, seen from the of the Lions Courtyard in the Alhambra of Granada.\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465265254732,"sku":"1010CS002","price":7200.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1010CS002_1.jpg?v=1789461704"},{"product_id":"1010cs005","title":"BROTERO. (Félix de Avelar) FLORA LUSITANICA,","description":"\u003cp\u003eSEU PLANTARUM, QUAE IN LUSITANIA VEL SPONTE CRESCUNT, VEL FREQUENTIUS COLUNTUR, EX FLORUM PRAESERTIM SEXUBUS SYSTEMATICE DISTRIBUTARUM, SYNOPSIS. OLISSIPONE. EX TYPOGRAPHIA REGIA. M.DCCC.IV. [1804]\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn 4.º 2 volumes de 20x14 cm. Com xviii-(ii)-607 e 557 pags.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernações da época com lombadas e cantos em pele e ferros a ouro nas lombadas, cansadas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eObra redigida em latim para entendimento do universo científico internacional, contendo a descrição da flora lusitana, com uma introdução ao habitat (sudoeste da Península Ibérica) e aos contributos anteriores dos estudos no terreno efectuados por Link e de Hoffmansegg (x páginas iniciais) seguido de uma bibliografia científica (viii páginas seguintes)  sendo que até ao final da obra - apresenta a classificação lineana por Classes, Ordens, Espécies e Variedades (morfologia, habitat e variações, tendo apenas algumas espécies o seu nome vernáculo em português).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eInocêncio II, 259. “Cavalleiro da Ordem de S. Bento d’ Avis Doutor em Medicina pela Universidade de Rheims, incorporado em 1791 na de Coimbra, onde lhe foi tambem conferido gratuitamente o capello na faculdade de Philosophia Lente da cadeira de Botânica e Agricultura, na qual obteve a jubilação depois de vinte annos d’exercicio Director do Museu Real e Jardim Botânico do Paço d’Ajuda deputado as Cortes constituintes de 1821 Membro da Sociedade de Horticultura de Londres, e da Linneana de Historia Natural da mesma cidade Sócio da Academia R. das Sciencias de Lisboa, da de Historia Natural e Philomatica de Paris da Physiographica de Lunden na Suécia da de Historia Natural de Rostok, e da Academia Cesarea de Bonn na Allemanha, etc. – N. na freguezia do Tojal, Termo de Lisboa, em 1744, e M: em 1828. A celebridade do nome d’este varão illustre, reconhecido universalmente como o primeiro botânico de Portugal, me dispensa de entrar aqui nos pormenores da sua biografia, que poucos deixaram de ter lido. Felicis Avellar Broteri, etc. Flora Lusitanica, seu plantarum, quœ in Lusitania vel sponte crescunt vel frequentius coluntur, ex florum proesertim sexubus systematice distributarum synopsis. Olissipone, ex Typ. Regia. 1804. 4.° 2 tomos, contendo 607 557 pag. Foi mandada fazer esta edição por ordem do Governo, sendo então ministros d'estado D. Rodrigo de Sousa Coutinho e D. João d'Almeida de Mello e Castro. E parece que para isto foi mister vencer grandes opposições, provocadas por parte de Domingos Vandelli e do P. Velloso, que impediram até onde poderem a publicação. Ao menos assim o affirmam claramente Antonio de Araujo e D. Rodrigo de Sousa Coutinho, em cartas dirigidas por ambos ao abbade Corrêa, cujos originaes me foram ha pouco mostrados.”\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] Dim.: 2 volumes in 4º; 20x14 cm with xviii-(ii)-607 and 557 pp.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBinding: contemporary half calf, finely tooled at spine with gilt fleurons, boards covered with decorative paper, slightly worn.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eWork written in Latin for the international scientific community to understand it. Contains a description of the Portuguese flora with an introduction to the habitat (southwest of the Iberian Peninsula) and  references to the contributions of previous field studies carried out by Link and Hoffmansegg (first 10 pages), followed by a scientific bibliography (viii following pages) and – till end of the work - presents the Linnaean classification into Classes, Orders, Species and Varieties (morphology, and habitat changes, with only a few species named in vernacular Portuguese).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eInocêncio II, 259. 'Avelar Brotero was Knight of the Order of St. Bento d'Avis, Medical Doctor from the University of Rheims, and from the University of Coimbra in 1791, where he had a chair of Botany and Agriculture. He retired after 20 years working as Director of the Royal Museum and Botanical Gardens of the Palace of Ajuda. Member of the Horticultural Society of London and the Linnean Natural History in the same city. Member of the Royal Academy of Sciences of Lisbon, the Natural History and Philomatica of Paris, of the Physiographica of Lunden in Sweden, the Natural History of Rostock, and the Academia Caesarea in Bonn, etc. He was born in Tojal parish, near Lisbon, in 1744, and died in 1828. He was recognized as the first scientific botanist in Portugal. Felicis Brotero Avellar, etc.. Flora Lusitanica. Olissipone, Ex Regia Typ. 1804. 4. 2 volumes, containing 607+557 pag. Published by order of the Government, and the then state ministers D. Rodrigo de Sousa Coutinho and D. João d'Almeida de Mello e Castro. The work had great scientific criticism as Domingos Vandelli and P. Velloso tried to impeach the publication until the last moment. '\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465265287500,"sku":"1010CS005","price":9000.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1010CS005_1.jpg?v=1789461704"},{"product_id":"1010lm001","title":"CAMPOVERDE. (Juan de) DEFENSA CHRISTIANA, POLITICA, Y VERDADERA DE LA PRIMACIA DE LAS ESPAÑAS, QUE GOZA LA SANTA IGLESIA DE TOLEDO,","description":"\u003cp\u003eCONTRA VN MANIFESTO, QUE COM TITULO DE MEMORIAL DADO AL REY, HÁ PUBLICADO LA SANTA IGLESIA DE SEVILLA. DIVIDIDA EN TRES PARTES. LA PRIMERA, DECLARA SER EL MANIFESTO MENOS DIGNO DE IGLESIA tan grande. Ser insubsistentes los motivos, que expressa. Ser notoriamente incertas muchas de sus erudiciones. Ser absurdas algunas de sus proposiciones. Ser vna duda, que exita, contraria à la vniversal tradicion, y à la especial, y constante de España, y à la piedad religiosa, y mayor honor de Nacion Española. LA SEGUNDA, TRATA EL PUNTO EN TODA FORMA ESCOLÁSTICA. Contiene diversos Notables, vnos ciertos, y outros, admitimos para la disputa. Refiere vn numero grande de gravíssimos Autores de todas as Naciones, que defienden nuestra sentencia. Propone autoridades constantes, y ciertas de los Reyes de los Sumos Pontífices, y aun de los Concílios Generales. Expressa razones manifiestas, formadas de testimonios, y hechos innegables. LA TERCERA, SATISFACE A TODOS LOS ARGUMENTOS ANTIGUOS, y modernos, y sobre estos previne graves, y muy serias reflexiones. SU AUTOR EL DOUTOR NICASIO SEVILLANO. En Madrid, en la Imprenta Real: Por Joseph Rodriguez de Escobar, Impressor del Rey nuestro Señor, Año 1726.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFólio de 34x22 cm.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMagnifica encadernação artística da época de Filipe V, inteira de marroquim vermelho (tafilete roxo) com nervos, janelas fechadas, ferros a ouro nas pastas (cercadura com filete duplo) e lombada, super-libris cardinalício toledano, inspirado no frontispício gravado em ambas nas pastas. Corte dourado por folhas. Guardas em papel decorativo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBelo frontispício gravado, delineado por “Narcisus Thome Architec. Mayor. S. Tolet.” e esculpido por “Didacus a Thome Scup. Tolet. Anno 1726.” (XLIV)-558-(II) págs.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com ex-libris de Vicente La Fuente. Impressão muito nítida sobre excelente papel de linho, muito alvo. Existe um exemplar na Biblioteca Nacional de Madrid, com encadernação idêntica, mas com ligeira diferença nos ferros decorativos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMagnífica obra que se insere nas polémicas que durante longo tempo dividiram as opiniões sobre qual seria a Catedral que teria direito ao título de Primaz das Espanhas. O prestigioso título foi disputado primeiro entre Braga e Toledo e posteriormente depois da separação dos reinos de Portugal e de Castela o título foi disputado entre Toledo e Sevilha, disputa que é documentada por este livro, que defende de forma brilhante os direitos de Toledo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] In folio. 34x22 cm.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMagnificent artistic binding from the time of Philip V, made entirely of red morocco (purple taffilet) with raised bands, gild-coloured tools on the boards (double fillet frame) and spine, toledan cardinal super-libris, inspired by the engraved frontispiece on both Boards. Gilt edges. Decorative endpapers.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBeautiful engraved frontispiece, sketched by \"Narcisus Thome Architec. Mayor. S. Tolet.\" and etched by \"Didacus a Thome Scup. Tolet. Anno 1726.\" (XLIV)-558-(II) pp.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCopy with ex-libris by Vicente La Fuente. Very clear print on excellent linen paper. There is a copy in the National Library of Madrid, with an identical binding, but with a slight difference in the decorative tools.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMagnificent work that is part of the controversies that for a long time divided opinions about which Cathedral would be entitled to the title of Primate of Spain. The prestigious title was first disputed between Braga and Toledo and later, after the separation of the kingdoms of Portugal and Castile, the title was disputed between Toledo and Seville, a dispute that is documented in this book, which brilliantly defends Toledo's rights.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eReferências\/References:\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePalau 41557.\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465266958668,"sku":"1010LM001","price":7200.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1010LM001_1.jpg?v=1789461712"},{"product_id":"0912cs003","title":"CESAREIA. (Eusébio de) Hystoria dela Yglesia, que llamã Ecclesiastica y Tripartita.","description":"\u003cp\u003eAbreuiada y trasladada de Latin en Castellano, por vn Religioso dela or- |den de sancto Domingo. Y aora nueuaente reuista y corregida por el mesmo interprete. Año de M. D. LIIII. (1554) Com priuilegio real. (no cólofon) trasladada d(e) latin e(n) romance por el padre frey Juan dela cruz… Fue impressa en la muy noble ciudad de Coimbra, por Juan Aluarez, impressor del Rey nuestroseñor a veinte y siete del mês de Agosto De M. D. L iiii. [1554].\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn fólio de 28,5x20 cm. Com [iv], 171, [iii] fólios. Encadernação da época em pergaminho flexível com o título caligráfico na lombada.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMagnífico frontispício arquitectónico gravado. Impressão em caracteres góticos a duas colunas, com excepção do frontispício, a tabla e os avisos que foram impressos em caracteres itálicos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com ex-libris manuscrito no rosto “Dela Libreria del convento de nuestra señora dela Concepcion de Antequera (?)”.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExcelente tradução resumida, muito influente na cultura do século XVI e XVII, de uma obra pioneira que foi a primeira narrativa extensa da história dos primeiros séculos da Igreja (até ao século VI) do ponto de vista do cristianismo e que estabeleceu um modelo para escrever história que seria aplicado durante o primeiro milénio.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eRelata a história da Igreja desde os apóstolos, referindo com rigor a sucessão dos bispos nas sés principais, a história dos Doutores da Igreja, a história das heresias, a história dos judeus, as relações com os pagãos e as biografias dos mártires.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEusébio de Cesareia (ca. 265 – Cesareia Marítima, 30 de maio de 339) (chamado também de Eusebius Pamphili, 'Eusébio amigo de Pânfilo') foi bispo de Cesareia e é referido como o 'pai da história da Igreja', porque os seus escritos históricos são de suma importância para o conhecimento do cristianismo primitivo — é considerado o primeiro historiador do cristianismo. O seu nome está ligado a uma crença curiosa sobre uma suposta correspondência entre o rei de Edessa, Abgar e Jesus Cristo. Eusébio teria encontrado as cartas, inclusive, copiando-as para a sua História Eclesiástica.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] In folio. 28.5x20 cm. [iv], 171, [iii] folios. Contemporary binding in flexible parchment with handwritten title on the spine.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMagnificent engraved architectural frontispiece. Printed in Gothic characters in two columns, with the exception of the frontispiece, the table and the notices, which were printed in italic characters.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com ex-libris manuscrito no rosto 'Dela Libreria del convento del nuestra señora dela Concepcion de Antequera (?)'.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExcellent abridged translation, very influential in sixteenth and seventeenth century culture, of a pioneering work that was the first extensive account of the history of the first centuries of the Church (up to the sixth century) from the point of view of Christianity and which established a model for writing history that would be applied during the first millennium.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIt recounts the history of the Church since the apostles, accurately referring to the succession of bishops in the main sees, the history of the Doctors of the Church, the history of heresies, the history of the Jews, relations with the pagans and the biographies of the martyrs.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEusebius of Caesarea (ca. 265 - Caesarea Maritima, 30 May 339) (also called \u003cem\u003eEusebius Pamphili\u003c\/em\u003e, 'Eusebius \u003cem\u003efriend\u003c\/em\u003e of Pamphilus') was bishop of Caesarea and is referred to as the 'father of Church history', because his historical writings are of paramount importance for the knowledge of early Christianity - he is considered the first historian of Christianity. His name is linked to a curious belief about a supposed correspondence between the king of Edessa, Abgar, and Jesus Christ. Eusebius is said to have found the letters, even copying them for his \u003cem\u003eHistória Eclesiástica\u003c\/em\u003e.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eReferências\/References:\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eSamodães 1553.\u003cbr\u003eInocêncio III, 192.\u003cbr\u003eAnselmo 61.\u003cbr\u003eD. Manuel 296.\u003cbr\u003ePalau 115185.\u003cbr\u003ePalha 2390.\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465267056972,"sku":"0912CS003","price":30000.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/0912CS003_1.jpg?v=1789461712"},{"product_id":"1006cs001","title":"LAVANHA. (João Baptista) NOBILIARIO DE D. PEDRO CONDE DE BARCELOS HIJO DEL REY D. DIONIS DE PORTVGAL.","description":"\u003cp\u003eORDENADO Y ILVSTRADO COM NOTAS Y INDICES POR IVAN BAVTISTA LAVAÑA CORONISTA MAYOR DEL REYNO DE PORTVGAL. En Roma por Estevan Paolmio MDCXL. [1640]\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn fólio de 40x27,5 cm. Com frontispício gravado, [xii], 402, [xxxvi] págs.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJunto com:\u003cstrong\u003e SELVA REAL.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBarbosa Machado II, 600. “Consta de diversas Arvores Genealogicas de muitos Reys, e grandes da Europa abertas em primorosas laminas de cobre, que se conservão no Archivo Real as quais mandou Carlos II. dar a D. Luiz Salazar de Castro seu Bibliothecario, famoso Genealogista da nossa idade, como escreve Frankeneau Bib. Hisp. Gen. Herald. Pag. 211.”\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação da época em pergaminho rígido, com ferros a ouro e título também a ouro em rótulo vermelho na lombada.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eRaríssima colecção de 22 gravuras que ficaram por terminar devido ao falecimento do autor.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eInocêncio III, 307. “D. PEDRO, Conde de Barcellos, filho natural d\"el rei D. Diniz, havido em D. Gracia, senhora da ribeira de Sacavem. Seu pae lhe conferiu o titulo de conde, e o cargo de Alferes mór do reino em o 1.º de Março de 1304. Foi casado, segundo alguns, até tres vezes, e de nenhuma de suas mulheres houve descendencia. Morreu em 1354. Dizem as chronicas antigas, que era de estatura mais que agigantada, pois media onze palmos e meio, isto é, noventa e duas pollegadas (!!!), noticia que o abbade Barbosa com a sua habitual ingenuidade nos transmitte como certa e indubitavel.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO Nobiliario que se lhe attribue, e de que existe no Archivo Nacional da Torre de Tombo uma copia que se julga do seculo XV, foi publicado na forma em que o dispozera e coordenara João Baptista Lavanha, com o titulo seguinte: Nobiliario de D. Pedro, conde de Bracelos (sic), hijo delrey D. Dionis de Portugal. Ordenado y ilustrado con notas y indices, por Juan Bautista Lavaña, coronista mayor del reyno de Portugal. En Roma, por Estevan Paolinio 1640. Fol. gr. de XII (innumeradas) 402 pag., a que se seguem os indices dos titulos, dos appellidos e dos nomes proprios das pessoas conteúdas no Nobiliario. Com uma bella estampa emblematica no frontispicio, a qual todavia falta ás vezes nos exemplares.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePosto que o titulo seja em castelhano, o livro é escripto em linguagem portugueza, com excepção das notas marginaes de Lavanha, que são tambem em hespanhol. Impressas no mesmo formato costumam andar annexas, e enquadernadas juntamente no proprio volume Notas de Felix Machado da Costa e Silva, marquez de Monte bello, de pag. 1 a 20 ditas de Alvaro Ferreira de Vera, de pag. 21 a 32 ditas de Manuel de Faria e Sousa, de pag. 32 a 46: seguindo se tres indices de appellidos e solares, respectivamente relativos a cada uma d\"estas series de notas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCreio que o referido Lavanha fez, além desta edição portugueza, outra toda em castelhano, e d\"ella me parece haver visto em tempo um exemplar: porém não estou de presente habilitado para particularisar mais este ponto.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eManuel de Faria e Sousa traduziu tambem á sua parte o Nobiliario, e o publicou com o titulo seguinte: Nobiliario de D. Pedro, conde de Barcelos, etc. Traduzido y ilustrado por Manuel de Faria y Sousa. Madrid, por Alonso de Paredes 1646. Fol. de 725 paginas. Esta edição foi sempre bibliographicamente mui menos estimada que a de Roma, cujos exemplares se vendiam de ordinario por 12:000 réis, ao passo que os da de Madrid creio não excederam jámais a 4:000 réis. Lavanha coordenando o Nobiliario, na fórma em que sahiu á luz quinze annos depois da sua morte, por diligencia de D. Manuel de Moura Corte real, marquez de Castello Rodrigo (vej. no Diccionario tomo III, o n.º J, 405), não só alterou consideravelmente o contexto da obra em muitos logares, com liberdade indesculpavel, mas supprimiu de todo os titulos 1.º e 2.º, e os primeiros quinze paragraphos do 3.º, taes como estavam no original de que se serviu, que era, segundo elle diz, «copia authentica do que se guardava na Torre do Tombo de Lisboa».\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDesde muito tempo haviam os criticos reconhecido que essa mesma copia existente na Torre do Tombo estava mui longe de poder julgar se conforme ao texto primitivo do conde de Barcellos. Faria e Sousa assim o confessa na sua traducção, da mesma opinião e o Marquez de Alegrete, e outros academicos seus collegas na Academia Real de Historia. Tractou mais de espaço este ponto D. José Barbosa no Catalogo das Rainhas de Portugal, pag. 222 a 230 e ultimamente o outro benemerito theatino D. Thomás Caetano de Bem, nas suas Mem. Hist. e Chron. dos Clerigos regulares, antiloquio ao tomo II, pag. XXXIII a XXXIII fez largas e eruditas considerações sobre o assumpto, pondo em evidencia os anachronismos e erros palpaveis, e mostrando com argumentos concludentes que a obra fôra addicionada em uns logares e deturpada n\"outros, á vontade de seus incognitos continuadores. Á parte as adulterações, todos concordavam em conceder de bom grado ao Conde de Barcellos as honras da paternidade do famoso livro, a ponto de que o citado Marquez de Alegrete falando do conde D. Pedro o proclama em termos absolutos: no mais antigo historiador que tem Portugal, e o mais antigo e auctorisado genealogico (excepção feita aos sagrados) que tem o mundo erudito».\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePorém o sr. A. Herculano em uma Memoria sobre a origem provavel dos livros de Linhagens, lida na Acad. das Sciencias em 1853 e inserta no tomo I, parte I das respectivas Memorias (Nova serie, classe 2.ª), de pag. 35 a 47, fundamenta sobre factos e raciocinios de grande peso uma conclusão totalmente opposta. Segundo elle «O livro das linhagens, chamado do conde D. Pedro, é o livro não de um homem, mas sim de um povo, e de uma epocha: é uma especie de registo aristocratico, cuja origem se vai perder nas trevas que cercam o berço da monarchia... E talvez no estado em que hoje o vemos, seja aquelle a quem se attribue o que n\"elle tenha mais diminuto quinhão». Mais tarde, o nosso illustre academico reforçou esta opinião, adduzindo novos argumentos para corroboral a na doutissima prefação por elle collocada á frente dos Livros de Linhagens, que formam o segundo e terceiro fasciculos da collecção Portugaliæ Monumenta Historica, vol. I (Scriptores), impressos em 1860 e 1861. Ahi é que de pag. 230 a 390 apparece pela primeira vez publicado, na sua integra, segundo se affirma, e conforme em tudo ao codice existente no Archivo Nacional, o Nobiliario attribuido ao Conde de Barcellos, mui diverso das mutiladas e infieis edições de Lavanha e Faria.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eComo especie que poderá ser de algum proveito para os que se dedicarem a este genero de estudos, e tiverem meios de emprehender a confrontação que hoje se torna mais facil, indicarei aqui a existencia de tres transumptos do mesmo Nobiliario que mereciam talvez ser examinados. Seja o primeiro um que existe na Livraria da Acad. R. de Historia de Madrid, com a numeração C 9, pertencente n\"outro tempo ao celebre genealogico D. Luis de Salazar e Castro. «copiado (segundo se diz) dos codices mais antigos, e muito differente da edição de Roma». O segundo, outro no mesmo local, numerado R 59, que fôra egualmente de Salazar, e contém muitas emendas e correcções, como de quem se propunha publical o assim reformado. Tambem differe consideravelmente da edição de Lavanha. Ambas estas copias são de letra do seculo XVII. O terceiro é o que se conserva na Bibliotheca Imperial de Paris com a indicação Sr. Gn. n.º 1585 (apontado no Manuel de Bibliogr. Univ. da collecção Roret, tomo II, pag. 506). Diz se ser «copia feita sobre o original da Torre do Tombo de Lisboa, de Julho a Novembro de 1606». E baste por agora quanto ao Nobiliario.”\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBarbosa Machado, II 598. “JOÃO BAPTISTA LAVANHA, Cavalleiro da Ordem de Christo, Cosmographo-mór do reino, e Chronista-mór de Portugal. N. em Lisboa, de certo antes de 1555, por ser n\"esse anno que faleceu seu pae. M. em Madrid em 1625, sendo então de edade mui provecta, segundo diz Barbosa. Nobiliario de D. Pedro, conde de Barcellos, hijo del Rey D. Dionis de Portugal ordenado y illustrado con notas y indices, etc. Roma, 1640. (Barbosa tem, por erro typographico, 1740.) fol.gr. (V. D. Pedro, Conde de Barcellos.). O Nobiliario foi publicado depois da morte de Lavanha por D. Manuel de Moura Côrte-real, marquez de Castello-Rodrigo, servindo-se para isso de uma copia, que se guardava no mosteiro do Escurial. O autographo de Lavanha, diz Barbosa que existia na livraria do Marquez de Gouvêa, depois Duque d\"Aveiro justiçado em 14 de Janeiro de 1759 como conspirador contra a pessoa d\"el-rei D. José. Pela confiscação da casa d\"este fidalgo deveria passar o dito autographo para a Bibl. Real, onde não sei se com effeito existe, ou não. Diz-se que differia em alguns pontos da copia que sahiu impressa.”\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] Contains 2 works in 1 volume. Good copy with generous margins fine engraved full page allegorical frontispiece [with shortened title showing the Greek goddesses Athena and Minerva obviously drawing up the genealogical history of Portuguese Kings in front of an Egyptian Temple, witnessed by Hermes and Poseidon]. Text printed in columns inside frames dividing the metal-types. Manuscript title-page to the work coming together: SELVA REAL (a follow-up addenda with the genealogical charts to the Lavanha’s royal Iberian genealogy “NOBILIARIO DE D. PEDRO”). Binding: contemporary full hard vellum with ties. Professionally restored with recent antique endpapers. Text and plates are generally in good condition, but with few leaves slightly browned, occasional foxing, some water-stains in the fore-edge, and occasional thumbed. The most valuable edition of the NOBILIARIO, printed in Rome. The front page of the SELVA REAL [meaning forest of royal genealogical trees], written in contemporary French: «S’ENSUIVANT | Les Arbres Genealogiques des Princes | Don’t le Roy Philippe IV | possede les Estats, dressez par | Jean Baptiste Lavaña maistre | aux Mathematiques de sa Mãté [Magesté] | et illustrateur du predecent Nobiliaire du Conte Don Pedro | inserez par le mesme Lavaña dans le Livre non imprimé, qu’il | composa sur ce subjet pour le mesme Roy Philippe IV. intitulé | El Libro del Rey, ou Le Livre du Roy, conservé en Bibli | otheque particuliere de sa Magesté au Palais de Madrid, lequel | j’ai vu en original et qui eu de la grandeur de tous ce Volume. | Jules Chiflu abbé de Balerne.» [underlined in the original handwritten title-page].\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFollowed by: Family Trees of Princes from whom King Philip IV owns the Estates, made by Jean Baptiste Lavaña master of Mathematics for his Magesty and illustrator of the previous Nobililiario de Don Pedro and inserted in the same unprinted Book of Lavaña that he wrote on the subject to the same King Philip IV and entitled El Libro del Rey, or King\"s Book, kept in the private Library of His Magesty, in his Palace of Madrid, from which I saw the original that had the same size of the present volume. [Signed] Jules Chiflu Abbot of Balerne”. Dom Pedro de Barcelos [Earl Peter of Barcelos], son of King Dinis [Dionisios] of Portugal, and grandson of King Alfonse X of Spain is considered the oldest historian in Portugal, and in Spain, by having the authorship of the oldest genealogical book. Inocencio III, 307. \"Herculano [the most oustanding historian of the XIXth century] wrote a memoir about the probable origin of this lineage book, presented to the Royal Academy of Sciences of Lisbon, in 1853, and inserted a text in Volume I. According to him \"The Book of Lineages, called “of Conde D. Pedro” [Earl Peter of Barcelos] is not a single man’s book, but a book produced during a long period of time. It is a kind of an aristocratic register, whose origin is lost in the darkness of time and about the genesis and birthplaces of the monarchy (excluding the Holy Scriptures)... and maybe in the shape in which we see it [D. Pedro] the author ascribed nowadays has the smallest share on it”. Barbosa Machado II 598. \"The Nobiliario was published after the death of Lavanha. D. Manuel de Moura Corte-Real, Marquis de Castello-Rodrigo, using a copy which was kept in the monastery of the Escorial. Autograph of Lavaña, Barbosa says that existed in the library of Marquez de Gouveia, then Duke of Aveiro (executed on January 14, 1759 as a conspirator against the King D. Joseph) and then confiscated from the house of this gentleman. It is said that it had some different points from the copies printed”. As we mentioned previously this copy of the NOBILIARIO is coming together with SELVA REAL. (Barbosa Machado II, 600). \"It consists of several family trees of many kings and of Royal European Families in exquisite plates of copper, which are preserved at Real Archivo by order of Charles II of Spain. They were given to D. Luiz Castro Salazar, his librarian, famous genealogist of our age, as it is written by Frankeneau, in Bib. Hisp. Gen. Herald. Pag. 211\".\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465267122508,"sku":"1006CS001","price":72000.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1006CS001_1.jpg?v=1789461713"},{"product_id":"1006jc065","title":"DUTRON. (J. B.) LA LÉGENDE DE SAINTE URSULE [ENCADERNAÇÃO ARTÍSTICA]","description":"\u003cp\u003ePrincesse Britannique et ses onze mille vierges. D’Après les anciens tableaux de l’église de Sainte-Ursule a Cologne reproduits en chromolitographie. Publié par F. Kellerhoven, texte par J. B. Dutron. Planches et texte inèdits. Chez l’Auteur. Impressions lithochromiques par Hangard Maugé. Typographie par Simon Raçon. Paris. 1860. [1863]\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn fólio de 30x23 cm. Com 19, 194, [2] pags.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação da época inteira de chagrin vermelho com nervos, finos ferros a ouro na lombada, seixas e as pastas com filtes duplos e ferros rendilhados decorativos tendo ao centro em ambas as pastas o super-libris com o brasão armoriado do Papa Pio IX. (1846-1878). Corte das folhas dourado.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIlustrada por 21 cromolitografias numeradas, extratexto, a cores e ouro ao gosto dos livros de horas iluminados reproduzindo os quadros medievais de autor anónimo existentes na Igreja de Santa Úrsula em Colónia. Inclui também 1 fronstispício em cromolitografia, o fac-simile do breve papal, e uma reprodução a duas cores de uma inscrição latina do V ou VI Século. Tudo litografado por F. Kellerhoven e Cromolitografado por Hangard-Maugé. A reprodução a duas cores é de Lemercier.  \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar apresenta leves manchas devidas a oxidação natural do papel.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eObra de grande primor no trabalho tipográfico e de encadernação. Todo o texto referente à lenda da princesa e das suas onze mil virgens, esta regrado por uma bela tarja xilografica, onde se conta a história do nascimento, infância e martírio de Santa Úrsula.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eContém um breve dirigido a F. Kellerhoven, editor e autor das cromolitografias, datado de Roma, 14 de Março de 1863, com a bênção apostólica do Papa Pio IX salientando “a paciência, a habilidade e a perfeição na execução desta magnífica obra.”\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIntegra a história de Santa Úrsula e um apêndice dividido em quatro partes nas quais o autor reflecte sobre os critérios para a analise de antigas biografias de santos, analisa as obras publicadas sobre Santa Úrsula , descreve numerosas obras de arte inspiradas pela santa e dá algumas notas relativas ao texto.   \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eSegundo algumas fontes tardias Úrsula seria filha de Théonoto, rei da Irlanda, ao longo da sua vida de santidade, manteve-se pura, nobre, humilde e com doutissimos conhecimentos das Santas Escrituras, foi martirizada pelo Hunos, em 381, juntamente com as suas companheiras. O seu culto teve uma enorme expansão por toda a Europa, existindo confrarias e congregações religiosas com a sua inspiração e um enorme impacto na arte (ver Retábulo no Museu de Arte Antiga, em Lisboa) mas as fontes contemporâneas são escassas e algo confusas levando a que por prudência o Papa Paulo VI, cerca de 1969, tenha retirado o seu nome da lista dos santos. Este facto não significa que se declare que ela não existiu nem que não possa ser de objecto de culto particular, é apenas para garantir que sobre as biografias dos santos incluídos na lista oficial da Igreja Católica, não existam quaisquer dúvidas. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePapa Pio IX. (1792-1878) exerceu o cargo durante 31 anos, o mais longo papado depois de S. Pedro e um dos mais importantes tendo reunido o Concílio Vaticano I e proclamado o dogma da Imaculada Conceição.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] Book bounded in red marroquin, tooled in the spine and in the framework of folders with double decorative lines and super-libris with armored coat-of-arms of Pope Pius IX (1846-1878) on both folders. Finishing of the leaves with blue and decorative gold. Masterpiece of typographical work and bookbinding. Chromolithographies printed separately - colored and goldened stamps - inspired on the illuminated books of hours.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCopy stained with natural foxing of the paper.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThe story tells the legend of the Eleven Thousand Virgins, which tells the story of the birth and childhood of the daughter of Théonoto of Ireland, and her life of holiness and knowledge of Holy Scripture. The text is ruled by beautiful stripe woodcuts.\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465267188044,"sku":"1006JC065","price":5400.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1006JC065_1.jpg?v=1789461714"},{"product_id":"0912cs001","title":"SACROBOSCO. (Johannes de), Bonet de Lattes e Boécio Textus De Sphera Johannis de Sacrobosco","description":"\u003cp\u003eCum Additione (quantum necessarium est) Adiecta: Nouo commentario nuper editio Ad Vtilitatem studentium Philosophice Parisieñ. Academie illustratus cum Cõpositione Anuli Astronomici Boni Latensis Et Geometria Euclidis Megarensis.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[Colofón]: «Impressum Parisii in officina Henrici Stephani e regione Schole decretorum sita. Anno Christi siderum conditores 1511. Decimo die Novembris». [Henrici Stephani\/Estienne, Paris, 1511].\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn fólio de (27x19,5 cm) com 32 fólios sem numeração.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação do século XIX com lombada e cantos em pele.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMagnifico frontispício tipográfico gravado com as insígnias da Universidade de Paris, as insígnias do impressor \"H\" e \"S\" nas margens com anjos e gravuras xilografadas nos versos de a3 e c1.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBela impressão parisiense pós-incunabular em caracteres góticos, ilustrada com tabelas de dados e com numerosas gravuras astronómicas no texto, algumas de rara beleza.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eObra científica, editada para uso da Universidade de Paris, incluindo três tratados. O primeiro com capital importância para a navegação para a América: o Tratado da Esfera de Sacrobosco. O segundo tratado é o Livro do Anel Astronómico da autoria de Bonet de Lattes (Liber Annuli Astronomici de Bonus Latensis). O terceiro tratado é a Geometria de Euclides com a tradução latina de Boethius.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO autor \u003cstrong\u003eGiovanni di Sacrobosco\u003c\/strong\u003e ou Sacrobusto [João de Sacrobosco; Johannes de Sacrobosco; John of Hollywood, Escócia ca. 1195 - ca. 1256] foi um astrónomo, astrólogo e matemático inglês, considerado um dos maiores eruditos do século XIII e o primeiro a considerar que a Terra era redonda. Sacrobosco foi Professor da Universidade de Paris e autor da obra medieval \"Tractatus de sphaera\", traduzida e comentada posteriormente em português pelo matemático e astrónomo Pedro Nunes, em 1537. A leitura de Sacrobosco foi obrigatória nas universidades de Espanha por ordem real publicada nas Leys da Recopilacion (V. tit. XIII. Lib. II).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eSobre o autor \u003cstrong\u003eBonet de Lattes\u003c\/strong\u003e sabemos que foi um importante médico e astrónomo judeu que ficou conhecido como o inventor de um sistema anelar ou circular, de grande precisão, através do qual podem ser conhecidas as altitudes do sol e das estrelas, tanto de dia como de noite, destinado inicialmente ao cálculo das horas para o conhecimento das casas astrais, mas também aplicado ao conhecimento das latitudes. Este tratado foi publicado pela primeira vez em 1493 (Annuli per eum Composi super Astrologiam Utilitates, Andreas, Roma, 1493) e foi publicado várias vezes, sempre como um suplemento de outras obras. No final do texto do tratado de Bonet encontra-se «Parce precor rudubus \/ que sunt errata Latino Lex hebrea michi est \/ lingua latina minus. Boni de latis hebrei anuli astronomici Finis», que se trata de uma desculpa do autor pelo facto de falar e escrever menos bem em Latim do que em Hebreu.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBonet viveu no final do século XV e início do século XVI, sendo contemporâneo da impressão desta obra. Nasceu na Provença, em Lattes, uma localidade marítima perto de Montpellier. Mais tarde foi para Roma sendo médico pessoal do Papa Alexandre VI Bórgia e do Papa Leão X. Cerca de 1507-1513 Bonet era o \u003cstrong\u003eRabi de Roma.\u003c\/strong\u003e Em sua casa, que funcionava como sinagoga do gueto, encontrava-se a\u003cstrong\u003e Arca da Aliança\u003c\/strong\u003e e os livros sagrados tapados por tecidos e reposteiros. (Vide Hipolito Buchman, The Esoteric Codex: Medieval Astrologers; vide Eliazim Carmony, Histoires des Medecins Juifs).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eSobre o autor \u003cstrong\u003eBoécio\u003c\/strong\u003e, aliás Anicius Manlius Torquatus Severinus Boethius (Roma, cerca 480 - Pavia, 525) foi um filósofo, estadista e teólogo romano que se notabilizou pela sua tradução e comentários das obras dos clássicos gregos sobre matemática, lógica e teologia. Por vezes os resumos das obras e os seus comentários são muito reduzidos, tal como neste tratado Geometria Euclidis a Boethio in latinum translata. Boécio foi chefe do governo e dos serviços da corte pelo rei ostrogodo Teodorico, o Grande (474–526) e acusado de traição a favor do Império Bizantino, foi torturado, condenado à morte e executado.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] An important edition of Sacrobosco’s works on astronomy, together with a work about the ring calender and the geometry of Euclide.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExtremely rare.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eQuarter leather binding with paper boards (early XIX century). Late incunabular print with 32 leaves and engraved title page (woodcut Estiennes angel title border, carrying the coat of arms of the University of Paris). Large woodcut in verso of a3 \u0026amp; c1, many small woodcuts illustrating the text.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThree texts in one volume, edited by Estienne for use at the University of Paris. First text is the Treatise of De Sphere from Sacrobosco. The second text is the treatise The Book of the Ring, written by Bonet of Lattes. The third text is a resume of the 4 Books of Geometry from Euclides (Geometric Euclidis) in a Latin translation by Boethius.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThis book was extraordinarily successful particularly as a university text book. There are hundreds of extant manuscript copies of the \"De Sphera\" and it was first printed in 1472 at Ferrara. There were over thirty further incunabula editions, and more than two hundred in the 16th century. The last early modern edition was printed in Antwerp in 1673. The interest in Sacrobosco’s work and computations was no doubt fueled by the mathematical demands of the art of navigation, then a fundamental element of the desperate race to control the New World. In fact, other editions of Sacrobosco’s work were published with early accounts of Spanish discoveries, such as the 1551 Paris printing, which included Eliae Vineti’s Scholia references to the East and West Indies.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eGiovanni di Sacrobosco\u003c\/strong\u003e or Sacrobusto [or John of Hollywood, Scotland, ca. 1195 — ca. 1256] was an astronomer, mathematician and English astrologer considered one of the greatest scholars of the 13th Century [and he is considered to be the first to state the Earth was round]. He was professor at the University of Paris and author of the medieval work \"Tractatus de sphaera\", later translated into Portuguese and commented by the mathematician and astronomer Pedro Nunes in 1537. The reading of his works was compulsory in Spain by a Royal decree published in the Leys da Recopilacion (V. tit. XIII. Lib. II).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465267450188,"sku":"0912CS001","price":108000.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/0912CS001_1.jpg?v=1789461717"},{"product_id":"1004jc186","title":"BIANCHI. (Giovanni Antonio) DE I VIZJ, E DE I DIFETTI DEL MODERNO TEATRO","description":"\u003cp\u003eE DEL MODO DI CORREGGERLI, E D' EMENDARLI RAGIONAMENTI VI. DI LAURISO TRAGIENSE PASTORE ARCADE. IN ROMA MDCCLIII. [1753]. NELLA STAMPERIA DI PALLEDE.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn fólio de 27x20 cm. Com xii-345 págs. Encadernação da época inteira de pele mosqueada com ferros a ouro na lombada e no rótulo amarelo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIlustrado com vinhetas decorativas e gravuras extratexto. Contém notas de rodapé impressas em coluna dupla e mencionando comentários em língua grega clássica.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eObra sobre o teatro clássico grego e romano apresentando as suas diferentes arquitecturas (com plantas e alçados geométricos as suas respectivas legendas), as cenas teatrais representadas, os instrumentos musicais utilizados e as máscaras das personagens.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] Small folio (27x20 cm) with xii-345 pp. Binding: contemporary full mottled calf gilt on spine and yellow label.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIllustrated with decorative vignettes and engravings. Contains footnotes printed in double column with comments in classic Greek and Latin.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eWork on the classical Greek and Roman theater presenting their different architectures (with plans and elevations with their geometrical captions), theatrical scenes perfomed there, the musical instruments used, and the masks of the characters.\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465267614028,"sku":"1004JC186","price":4800.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1004JC186_1.jpg?v=1789461718"},{"product_id":"1006jc341","title":"TEIXEIRA DE ARAGÃO. (Augusto Carlos) DESCRIPÇÃO GERAL E HISTORICA DAS MOEDAS CUNHADAS EM NOME DOS REIS, REGENTES E GOVERNADORES DE PORTUGAL","description":"\u003cp\u003ePor… Pecunia totum circumit orbem. (Nas moedas de cobre para o Brazil.) Tomo I [Tomo II, Tomo III] Lisboa. Imprensa Nacional. 1874-1880.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm 3 volumes de 28,3x19 cm. com 462, lx + 476, lxx + 643, xxxiii págs.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernações com nervos e lombadas em pele, apenas aparado e carminado à cabeça.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIlustrado com gravuras no texto e 77 estampas numeradas em extratexto no fim de cada um dos volumes, apresentando os exemplares de todas as moedas com verso e anverso.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar preserva as capas de brochura e apresenta um ex-libris brasonado colado na frente da folha de guarda do primeiro volume.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eTrata-se do trabalho mais importante sobre Numismática Portuguesa, um marco histórico de elevado nível científico e com rica informação histórica.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e'A obra de Teixeira de Aragão constitui ainda hoje um verdadeiro manual de consulta e estudo, valorizado pela profusa ilustração desenhada das moedas (...) obra científica que, na sua vastidão e monumentalidade, estabeleceu para a sua época e também para os nossos tempos, um padrão e uma peça chave da Numária Portuguesa. (...) tornou-se assim o verdadeiro precursor da numismática nacional (...) uma fonte de informação precisa e clara motivando e apoiando cientificamente o surgir das primeiras grandes colecções com a do rei D. Luís I.' (Eng. Valdemar Cordeiro, 1974).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e'Obra por todos considerada como a trave mestra da Numismática portuguesa, da autoria do Dr. Augusto Carlos Teixeira de Aragão' in Descrição Geral e Histórica das Moedas Portuguesas (António M. Trigueiros, 2013).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] GENERAL DESCRIPTION OF THE COINS MINTED IN THE NAME OF THE KINGS, REGENTS AND GOVERNORS OF PORTUGAL\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e3 volumes. Dim.: 28.3x19 cm. 462, lx + 476, lxx + 643, xxxiii pp.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBinding: leather spine with raised bands and gilt tools, trimmed red top edges.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIllustrated with engravings in the text and 77 numbered prints hors-text at the end of each volume, depicting the obverse and reverse of all the coins.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCopy presenting the paperback covers and an armorial ex-libris glued on the half title page of the first volume.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThis is the most important work on Portuguese Numismatics, a milestone of high scientific level and with valuable historical information.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e'The work of Teixeira de Aragão is still today a true consulting and study manual, valued by the vast illustration of the coins (...) scientific work that, due to its wide range, is a key element and established a pattern for the Portuguese Numismatics, (...) thus becoming a true pioneer of national Numismatics (...) a thorough and clear information data source, originating and supporting the first great collections, like the one of His Majesty King.' (Eng. Valdemar Cordeiro, 1974)\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e'Work by Dr. Augusto Carlos Teixeira de Aragão considered by everyone as the guide of the Portuguese Numismatics' in Descrição Geral e Histórica das Moedas Portuguesas (António M. Trigueiros, 2013).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eInocêncio xxii, 456. 'Augusto Carlos Teixeira de Aragão, (...) (Lisboa 15-06-1823 - 29-04-1903). Em 1849 apresentou a sua dissertação na Escola Médico-cirúrgica de Lisboa, e a 29 de Novembro desse ano assentou praça, como médico-cirurgião; sendo promovido a cirurgião-mor em 1853. foi mandado desempenhar o serviço de inspecção dos alunos da Escola do Exército em Junho de 1870. regeu o Curso de Higiene desde 1873-1874 até à reorganização da escola, em 1891 foi promovido a cirurgião de Brigada em 1885, a cirurgião de Divisão em 1891, a cirurgião em Chefe em 1892, reformou-se no posto de General em 4 de Janeiro de 1896. Foi secretário geral do govêrno da Índia, aonde acompanhou o Infante D. Augusto, e desde 1867 director do gabinete numismático do rei D. Luiz I. Tinha [numerosas condecorações] foi sócio efectivo da Academia das Sciencias de Lisboa [e de numerosas instituições ciênctificas]. 29 de Abril de 1903.'\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465387479372,"sku":"1006JC341","price":4800.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1006JC341_1.jpg?v=1789462465"},{"product_id":"0907cs017","title":"NUNES DE LEÃO. (Duarte) CHRONICA DOS REYS DE PORTVGAL. REFORMADA Pello Licenciado DVARTE NVNES DO LIAM,","description":"\u003cp\u003eDesembargador caza da Supplicaçaõ. Offerecida AO SENHOR D. MIGVEL DE PORTUGAL CONDE DE VIMIOZO, \u0026amp;C. LISBOA. Na Officina de FRANCISCO VILLELA, \u0026amp; à sua custa. M. DC. LXXVII. [1677].\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDe 29x20 cm. Com [iv], 205 [aliás 206], [vii] fólios.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação da época inteira de pele com rótulo verde, nervos e ferros decorativos a ouro na lombada, um pouco cansada.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com ex-líbris oleográfico no anterrosto do Conselheiro Mendonça Cortez. A folha de rosto apresenta um ex-líbris manuscrito rasurado (do Conde de Redondo). Preserva o anterrosto tipográfico (com o privilégio do Príncipe Regente) que muito raramente se encontra nos exemplares desta edição. Os dois primeiros fólios do texto apresentam sublinhados coevos e leve acidez própria do papel. Os últimos fólios com uma galeria marginal de trabalho de traça.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBoa impressão em caracteres redondos bem estampados sobre papel de linho muito alvo e sonante; folha de rosto adornada com o brasão de D. Pedro II; vinhetas tipográficas decorativas; capitulares xilográficas e florões de remate.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eObra com historiografia oficial de Portugal do final século XVII abrange os reinados desde o conde D. Henrique a D. Fernando. Com especial interesse para história da reconquista aos Mouros e das guerras com Castela.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eInocêncio II, 210. “Licenceado em Direito Civil e Desembargador da Casa da Supplicação, escriptor mui laborioso e applicado, como se vê pelas muitas obras que compoz, imprimindo algumas em sua vida, e deixando outras ainda ineditas: na reunião de Portugal á corôa de Hespanha por morte do Cardeal Rei abraçou calorosamente os interesses de Filippe II, cujo pretendido direito de successão defendeu por escripto contra os que o impugnavam. foi natural d\"Evora, e faleceu em Lisboa, d\"edade mui provecta ao que parece, no anno de 1608. e. Primeira parte das Chronicas dos Reis de Portugal, reformadas, etc. Lisboa, por Pedro Craesbeeck 1600. fol. ibi, por Francisco Villela 1677. fol. de 205 folhas. e ibi, por Manuel Coelho Amado 1774. 4.º 2 tomos com 326 394 pag. comprehende esta primeira parte as chroricas dos reis, desde o conde D. Henrique inclusive, até D. Fernando.”\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAmeal 1654. “Segunda Edição da Primeira Parte. (única que se reimprimiu). RARA.”\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] Dim.: 29x20 cm. [iv], 205 [indeed 206], [vii] folios.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBinding: Contemporary full calf with green label, raised bands and gilt decorative tools on spine (a little worn).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCopy with an ex-libris stamp on the half-title of Conselheiro [Counsellor] Mendonça Cortez. The title page has an erased handwritten ex-libris of Count of Redondo). It presents the typographic half-title (with the privilege of the Prince Regent), which seldom appears in the copies of this edition. The two first folios of the text have contemporary underlines and a slight acidity of the paper. The last folios present bookworm traces.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA good print in round characters well printed in very white and sound linen paper. Title page presenting the coat of arms of king D. Pedro II; also illustrated with decorative printer’s devices, woodcut engraved capital letters and tail pieces.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eWork with the official historiography of Portugal at the end of the 17\u003csup\u003eth\u003c\/sup\u003e century comprising the reigns from count D. Henrique to D. Fernando. Especially interesting for the history of the reconquest to the Moors and the battles with Castile.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465439285580,"sku":"0907CS017","price":10800.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/0911LM051_1.jpg?v=1789462783"},{"product_id":"0908jc026","title":"ALMEIDA. (Fortunato de) HISTÓRIA DE PORTUGAL. [6 VOLS.]","description":"\u003cp\u003ePor… Da Academia das Sciencias de Lisboa. Editor Fortunato de Almeida. Coimbra. 1922, 1924, 1925, 1926, 1928, 1929. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e6 volumes de 21x14 cm. Com xix, 523, [i]; 499, [i]; 822, [i]; 548, [iii];  493, [ii]; 604, [i] págs. Encadernações com lombadas em pele, nervos e ferros a ouro, folhas de guarda em papel decorativo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com etiqueta de \u003cem\u003eL\"Harmattan\u003c\/em\u003e nas folhas de guarda anteriores dos seis volumes, picos de traça nas folhas preliminares do primeiro volume e no pé das folhas finais do segundo volume, marcas de desgaste nas coifas das lombadas, danos na lombada do quarto volume que se encontra parcialmente rasgada e separada do corpo, manchas de humidade e picos de acidez no interior dos seis volumes.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDivide-se da seguinte forma: Tomo I. Desde os tempos pré-históricos até à aclamação de D. João I (1385). Tomo II. Desde a aclamação de D. João I até à morte do Cardeal-Rei D. Henrique (1580). Tomo III. Instituições políticas e sociais de 1385 a 1580. Tomo IV. Dominação espanhola 1580-1640 e período de 1640 a 1816. Tomo V. Instituições políticas e sociais de 1580 a 1816. Tomo VI. Período desde 1816 a 1910. Segundo o autor menciona no final do último volume, em anúncio às suas obras, que se encontrava no prelo, em 1929, o tomo VII com a história das instituições políticas e sociais desde 1816 a 1910.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eRef.: Grand. Enc. Portuguesa e Brasileira, Vol. II, 45 “Fortunato de Almeida, de seu nome completo Fortunato de Almeida Pereira de Andrade, historiador notável, nasceu em 1869 e morreu em Vilar Seco em Setembro de 1933. Deixou uma vastíssima obra de investigação de que fazem parte a História da Igreja em Portugal (8 vols.) e a História de Portugal (6 vols.). A sua vida, inteiramente dedicada ao magistério e ao estudo, foi um nobre exemplo de trabalho disciplinado, que a vasta obra que nos legou brilhantemente confirma”.\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465446297932,"sku":"0908JC026","price":3600.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/0908JC026_1.jpg?v=1789462863"},{"product_id":"1002jc192","title":"GAMA BARROS. (Henrique da) HISTORIA DA ADMINISTRAÇÃO PUBLICA EM PORTUGAL","description":"\u003cp\u003enos Séculos XII a XV. Por… 2ª edição dirigida por Torcato de Sousa Soares Professor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Livraria Sá da Costa – Editora. Lisboa. 1945, 46, 47, 49, 50 e 1954. Obra em 11 volumes.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDe 25x16 cm Com 432, 524, 476, 540, 471, 638, 564, 537, 554, 463 e 525 págs.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernações da época, com lombadas e cantos em pele de carneira natural com nervos e finos ferros a ouro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsta obra pesa mais de 5 kg. e está sujeita a custos de porte adicionais.\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465496301900,"sku":"1002JC192","price":4800.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1002JC192_1.jpg?v=1789463073"},{"product_id":"2305sb024","title":"ÁLBUM FOTOGRÁFICO PARTICULAR, PORTO - EXPOSIÇÃO COLONIAL PORTUGUESA, 1934.","description":"\u003cp\u003eLivro oblongo de 17,5x25,5 cm. Com 16 folhas de cartolina verde presas por um fio de tecido e encapadas em cartolina cinzenta, com o título «Fotos» a ferros a ouro na capa anterior e um selo branco com um busto de mulher de perfil.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIlustrado com 32 ampliações fotográficas a preto e branco, das quais 15 em papel de fibra fosco e as restantes 17 sobre papel com acabamento brilhante, semelhante ao couché. Encontram-se ampliadas em dois tamanhos distintos: as duas primeiras em 8x12 cm. e as restantes em 10x6 cm.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com anotações na capa anterior. Pode ler-se na mesma «1934 VI (cont.)», podendo este álbum fazer parte de um conjunto alargado de outros semelhantes.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eTítulo atribuído.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eÁlbum fotográfico que documenta a Exposição Colonial Portuguesa, que decorreu no Palácio de Cristal no Porto, de 16 de junho de 1934 a 30 de setembro de 1934 — «primeiro grande acto de propaganda colonial na metrópole», que apresentava as realizações do regime no vasto império pluricontinental, seguindo o modelo de exposições congéneres em Marselha (1922), Antuérpia (1930) e Paris (1931). Contém ainda no final 7 fotografias tiradas na Foz do Douro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] \u003cstrong\u003ePRIVATE PHOTO ALBUM, PORTO – PORTUGUESE COLONIAL EXHIBITION, 1934.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eOblong book measuring 17.5 x 25.5 cm. With 16 green cardboard pages bound by a fabric thread and with grey cardboard covers, with the title 'Fotos' in gold embossing on the front cover and a white stamp with a bust of a woman in profile.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIllustrated with 32 black and white photographic prints, 15 of which are on matt fibre paper and the remaining 17 on paper with a glossy finish, similar to couché. They are printed in two different sizes: the first two at 8x12 cm. and the rest at 10x6 cm.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCopy with annotations on the front cover. It reads '1934 VI (cont.)', and this album may be part of a larger set of similar ones.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAssigned title.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePhotographic album documenting the Exposição Colonial Portuguesa (Portuguese Colonial Exhibition), held at the Palácio de Cristal in Porto from 16 June 1934 to 30 September 1934 - 'the first major act of colonial propaganda in the metropolis', which presented the regime\"s achievements in the vast pluricontinental empire, following the model of similar exhibitions in Marseille (1922), Antwerp (1930) and Paris (1931). It also contains 7 photographs taken at Foz do Douro at the end.\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465530151244,"sku":"2305SB024","price":4200.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/2305SB024_1.jpg?v=1789463123"},{"product_id":"0910nm185","title":"TRANSCRIPTIO \/\/ OMNIUM \/\/ Anthiphonarum, Capitolorum, Versuum, \/\/ Precum, nec non Orationum,","description":"\u003cp\u003e\/\/ quae pro festorum varietate \/\/ a RR. A. Praelat., RR. MM., \/\/ et RR. Praesent. \/\/ In choro recitantur \/\/ juxta Ritum Breviarii, Ceremonialisque Ordinis\/\/ Beatissimae Virginis\/\/ MARIE \/\/ de \/\/ MONTE CARMELLO,\/\/ approbatum \/\/ per summos Pontifices \/\/ Gregorium XIII \/\/ et \/\/ Clementem VIII. \/\/ Ulyssipone, MDCCLX (1760).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn fólio (38,5x26 cm) com 59, 12,  (4), (8) págs. Encadernação da época, inteira de pele, cansada, com ferros rolados a ouro em tripla esquadria sobre as pastas, flanqueada por florões. Lombada com nervos e ferros a ouro. Corte das folhas dourado, algo desvanecido.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com folhas de guarda da época, de belo efeito, no entanto com falhas, danos e vestígios de traballho de traça em algumas páginas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsta obra é uma transcrição do antifonário de Nossa Senhora de Monte Carmelo, contendo versículos, preces e orações. As páginas finais não numeradas foram acrescentadas com orações ao Anjo Custódio, pautas com hinos e trechos dos evangelhos, manuscritos (colados ou acrescentados) das festividades de S. Agostinho e de S. Pedro Celestino, o que poderá indiciar a pertença a um convento agostiniano.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] In folio (38,5x26 cm); 59, 12, (4), (8) pp.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBinding: Contemporary full calf, worn, with golden tooled triple frame on boards, adorned with floral motifs. Raised bands and gilt tools on spine. Slightly vanished gilt edges.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCopy with contemporary endpapers, very beautiful, however with some damages and bookworm traces on some pages.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThis work is a transcription of the antiphonary of Our Lady of Mount Carmelo, containing versicles, petitions and prayers. The final unnumbered pages were added with prayers to the Guardian Angel; scores with hymns and excerpts of the gospels; manuscripts (glued and added) of the celebrations of St. Augustine and St. Peter Celestine, which might indicate that it belonged to an Augustinian convent.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465533231436,"sku":"0910NM185","price":5400.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/0910NM185_1.jpg?v=1789463138"},{"product_id":"2306pg003","title":"SOUSA MARTINS. (José Tomás) e Hermenegildo Carlos de Brito Capelo. [ORG.] EXPEDIÇÃO SCIENTIFICA Á SERRA DA ESTRELLA EM 1881. [TODOS OS 6 RELATÓRIOS]","description":"\u003cp\u003eSociedade de Geographia de Lisboa. Imprensa Nacional. Lisboa. 1883.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e6 Obras de 30x24 cm. Com 26, [xx]; 133, [iv]; 122; 34; 22, [ii]; 77, [xx] págs. Brochados. Profusamente ilustrado em extratexto com mapas desdobráveis, levantamentos arqueológicos, quadros de dados meteorológicos, diagramas oftálmicos, quadros de dispersão arbórea e levantamentos epigráficos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eConjunto de cinco dos seis relatórios, publicados, com os estudos das secções científicas e das suas subsecções científicas. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA expedição foi realizada segundo uma proposta apresentada por Luciano Cordeiro, na Sociedade de Geografia de Lisboa, em 5 de Julho de 1880. Os presidentes da Comissão Administrativa da Expedição foram o médico Sousa Martins, que era também Presidente da Seccção de Medicina e o Capitão-Tenente Hermenegildo Capelo, que imprimiu aos trabalhos uma organização de cariz militar que muito contribuiu para o sucesso da Missão. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCom início em 5 de Agosto de 1881, durou 19 dias, com a participação de 42 elementos divididos em 13 secções científicas e várias outras auxiliares, que integraram mais de 60 homens da região. O acampamento principal ficou estabelecido no planalto superior da Serra da Estrela, a 1850 metros de altitude. Estava organizado como um quartel e os trabalhos começavam e findavam com os toques de corneta da alvorada, recolher e silêncio. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eOs trabalhos receberam o apoio de vários organismos do Estado e das Câmaras Municipais da Guarda, do Carregal, de Manteigas e de Seia, que facultaram os meios de acolhimento, transporte e alimentação. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eOs cientistas que integravam a expedição, além das observações pessoais que realizaram, solicitaram grande número de informações a todas as entidades que possuíssem quaisquer relatórios e registos úteis aos seus fins.     \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA expedição integrava uma secção de fotografia constituída pelos seguintes fotógrafos: Frederico Augusto Torres, Alberto Júlio Brito e Cunha, e Norberto Amâncio de Almeida Campos. Na época a fotografia era uma tecnologia recente que possibilitava um registo científico e documental de uma memória da viagem e um instrumento ao serviço do conhecimento e da ciência. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAlém do rico conjunto de registos científicos, de notícias diárias nos principais jornais de Lisboa, uma das consequências desta expedição foi a construção do Hospital Sousa Martins, destinado ao tratamento dos doentes tuberculosos, inaugurado em 18 de Maio de 1907 e que, nos nossos dias, é a ULS - Unidade Local de Saúde da Guarda.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntretanto, as tendas e barracões serviram para internar os doentes de um surto de tifo que ocorreu na Vila de Manteigas, em Fevereiro de 1882. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA expedição contribuiu também para o desenvolvimento do termalismo e do turismo na região da Serra da Estrela.   \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEste conjunto incluí cinco dos relatórios dos trabalhos e observações científicas realizadas pela expedição.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFoi publicado mais um relatório da Secção de Medicina - Sub-secção de Ophthalmologia da autoria do médico Francisco Lourenço da Fonseca Junior e diversos folhetos, em tiragens muito reduzidas, relativos à organização e ao funcionamento interno da expedição, tais como: Indicações gerais; Secções auxiliares, topografia e acampamento; e Disposições regulamentares: avisos aos expedicionários.  \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFicaram inéditos diversos relatórios de Agronomia, Antropologia, Química, Geologia, Hidrologia, Fotografia, Zoologia e Zootécnica. As espécies botânicas recolhidas conservam-se no Herbário João de Carvalho e Vasconcelos, do Instituto Superior de Agronomia e os mapas dos levantamentos realizados conservam-se na Sociedade de Geografia de Lisboa. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO presente conjunto inclui os seguintes relatórios:          \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e1 - MARTINS SARMENTO. (Francisco) EXPEDIÇÃO SCIENTIFICA À SERRA DA ESTRELLA EM 1881. SECÇÃO DE ARCHEOLOGIA. [...] Relatório do sr. Dr. … Sociedade de Geographia de Lisboa. Imprensa Nacional. Lisboa. 1883.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDe 33x25cm. Com 26, [xx] págs. Brochado, deve ser encadernado. Ilustrado com 10 estampas em folhas separadas reproduzindo esboços com a localização de estações arqueológicas, inscrições epigráficas, sepulturas, objectos, arcos romanos e antas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e2 - HENRIQUES. (Júlio Augusto) EXPEDIÇÃO SCIENTIFICA À SERRA DA ESTRELLA EM 1881. SECÇÃO DE BOTANICA. Relatório do Sr. Dr. … Sociedade de Geographia de Lisboa Imprensa Nacional. Lisboa. 1883. De 33x25cm. Com 133, [iv] págs. Brochado deve ser encadernado. Ilustrado com 2 folhas desdobráveis com 32x53cm, reproduzindo uma carta geográfica de Portugal com a distribuição das principais espécies botânicas pelo território nacional e a distribuição das referidas espécies pelas diversas alturas do relevo da Serra da Estrela.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e3 - MARRECAS FERREIRA. (Luiz Feliciano) EXPEDIÇÃO SCIENTIFICA À SERRA DA ESTRELLA EM 1881. SECÇÃO DE ETHNOGRAPHIA. Relatório do sr. … Sociedade de Geographia de Lisboa. Imprensa Nacional. Lisboa. 1883.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDe 33x25cm. Com 122 págs. Brochado, deve ser encadernado. A obra foi dedicada a Luciano Cordeiro, historiador e Presidente da Sociedade de Geografia. Colige e transcreve as lendas populares da região da Serra da Estrela a partir de fontes escritas, nomeadamente de obras impressas e de um manuscrito pertencente à Diocese da Guarda.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e4 - TORRES. (Leonardo) e Jacinto Augusto Medina. EXPEDIÇÃO SCIENTIFICA À SERRA DA ESTRELLA EM 1881. SECÇÃO DE MEDICINA. Relatório dos Srs. Drs. … Sociedade de Geographia de Lisboa. Imprensa Nacional. Lisboa. 1883. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDe 33x25cm. Com 34 págs. Brochado, deve ser encadernado. O relatório decorre das páginas 1 a 24. A página 25 apresenta um mapa das análises efetuadas às águas potáveis e termais. As páginas 27 a 33 incluem um mapa das observações meteorológicas efetuadas nas Caldas de Manteigas e um mapa dos doentes observados na mesma localidade, com as respetivas notas na página 34.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e5 - FONSECA. (Francisco Lourenço da) Secção de Medicina, Sub-secção de Ophthalmologia. Relatório do Sr. Dr. Francisco Lourenço da Fonseca Júnior. Sociedade de Geographia de Lisboa. Imprensa Nacional. Lisboa. 1883, De 33x25cm. Com 22, [ii] págs. Brochado. Ilustrado a cores numa das páginas finais. Exemplar Com etiqueta da Livraria Metrópolis.    \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e6 - SILVA. (Augusto Carlos da) EXPEDIÇÃO SCIENTIFICA À SERRA DA ESTRELLA EM 1881. SECÇÃO DE METEOROLOGIA. Relatório do Sr. … Sociedade de Geographia de Lisboa. Imprensa Nacional. Lisboa. 1883. De 33x25cm. Com 77, [xx] págs. Brochado, deve ser encadernado. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIlustrado em extratexto com 10 estampas, reproduzindo cartas geográficas, esquema com a situação dos instrumentos de medição e gráficos da pressão atmosférica, temperaturas do ar, velocidade dos ventos, curvas do anemógrafo, tensão do vapor de água e da evaporação.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDas páginas 1 a 46 decorre o relatório e da 47 à 77 encontram-se 30 quadros com todas as medições executadas durante a expedição.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eReferências:\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eHelena Gonçalves Pinto - Uma viagem ao cume do conhecimento. A expedição científica à Serra da Estrela em 1881. Câmara Municipal de Seia. 2022.    \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eInocêncio XVII, 396 - Os 6 Relatórios da expedição. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eInocêncio, III, 6 - Francisco Martins de Gouveia Morais Sarmento. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eInocêncio, XIII, 250-251 - Júlio Augusto Henriques. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eInocêncio, XIII, 288-289 - Leonardo Moreira Leão da Costa Torres. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eInocêncio, XVI, 16 e 17 - Luís Feliciano Marrecas Ferreira. \u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465629208908,"sku":"2306PG003","price":8400.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/2306PG003_1.jpg?v=1789463316"},{"product_id":"1004jc181","title":"SENNA FREITAS. (Bernardino José de) UMA VIAGEM AO VALLE DAS FURNAS NA ILHA DE S. MIGUEL EM JUNHO DE 1840.","description":"\u003cp\u003ePor... Fidalgo Cavalleiro da Casa Real, Commendador da Ordem de Christo, \u0026amp;c, \u0026amp;c. Lisboa na Imprensa Nacional. 1845.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDe 33x25 cm. Com xvi, 105, [vi] págs. Brochado, preserva as capas de brochura originais.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIlustrado com 3 gravuras em extratexto.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eObra de aparato gráfico monumental, livro de viagens em Portugal, foi escrita com grande detalhe e critério científico por um autor português, é por isso tudo única no seu género entre nós.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFoi dedicada ao 1.º Barão das Laranjeiras, Manuel de Medeiros Costa Canto e Albuquerque, proprietário de uma quinta e balneário no vale das Furnas, um rico homem da ilha de São Miguel que foi líder do movimento liberal que levou à revolta de 1821 em Ponta Delgada e foi depois um dos principais financiadores da expedição do Exército Libertador, comandada por D. Pedro, que culminou no desembarque do Mindelo em 1832. Esta dedicatória ao contrário do que afirma o autor na mesma fez parte das acções realizadas por Sena Freitas, que era absolutista, ao longo da sua vida para se integrar na nova sociedade dominada pelos liberais.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm 1846, o 1º Barão das Laranjeiras apoiou a Revolta da Maria da Fonte e presidiu à Junta Governativa que assumiu o poder na Ilha de S. Miguel, em nome da Junta do Porto aproximando-se assim da área política de Sena Freitas, pois a Maria da Fonte foi uma revolução seguida de um curto período de guerra civil em que se registaram alianças pontuais entre Liberais descontentes com o governo e absolutistas apoiantes de D. Miguel.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar que preserva toda a originalidade do estado inicial com que foi publicado e por isso muito provavelmente único.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIlustrado com 3 estampas litográficas de página inteira em extratexto abertas na Imprensa Nacional, a partir de desenhos da autoria de D. Mariana d'A.A.C. Amaral e Freitas, que desenhou todos o grafismos da mesma. 1 - Mappa das Caldeiras das Furnas. 2 - Caldeira das Furnas. 3 - Vista do sítio das caldeiras das Furnas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCapa anterior de brochura com esquadria decorativa de motivos vegetalistas e caligráficos, tendo ao centro o título da obra, uma gravura com um açor, com a dedicatória ao Barão das Laranjeiras, e monograma do autor 'B.J.S. Freitas.'.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA capa posterior de brochura apresenta também uma esquadria decorativa com motivos vegetalistas, diferente da anterior, tendo ao centro uma invulgar publicidade de Livraria 'Vende-se na loja da viuva Henriques - Rua Augusta n.º 1.'.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA folha de anterrosto apresenta uma esquadria decorativa de motivos vegetalistas diferente da anterior, tendo ao centro o titulo da obra.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA folha de rosto apresenta uma esquadria decorativa de motivos vegetalistas diferente das anteriores, tendo ao centro uma magnifica gravura tricolor (branco papel, preto e fundo rosa) com costumes etnográficos da ilha de S. Miguel.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA dedicatória do autor ao Barão das Laranjeiras, que foi o construtor das termas do vale das Furnas, foi gravada em forma de fac-simile de uma carta manuscrita com letra que poderá ser a do autor.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO texto da obra é enquadrado por esquadrias decorativas mais simples (que variam entre si ao longo do mesmo) com belas motivos vegetalistas e caligráficos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eTodos os capítulos iniciam com uma magnifica capitular decorativa com motivos vegetalistas e caligráficos e contêm uma bela gravura no texto com vistas ou motivos relativas ao mesmo. Destacam-se a da folha de rosto, a do primeiro capitulo Vista da igreja paroquial do valle das Furnas e sítios adjacentes, impressa com fundo verde e a do capitulo dois Jardim e lago do cônsul americano, também impressa com o fundo a verde.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsta é a primeira obra de muitas que o autor publicou sobre os Açores, sendo que o próprio esteve em Lisboa para supervisionar os trabalhos da edição na Imprensa Nacional.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMemória descritiva do Vale das Furnas na Ilha de São Miguel, Açores, dividida em sete capítulos, alguns deles com notas, onde se faz referência à bibliografia consultada pelo autor.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLista dos capitulos: 1 - História, Povoação, agricultura. 2 - Descrição do Vale das Furnas. Análise das suas Águas Medicinais. 3 - Eremitas do Vale das Furnas. 4 - Erupção no Vale das Furnas em 1830. 5 - Antiga Fábrica da Pedra-Hume no Vale das Furnas. 6 - Tábua Meteorológica, relativa ao mês de Junho de 1839 nas Furnas. 7 - Descrição inédita das Furnas da Ilha de S. Miguel [...] pelo Dr. Gaspar Fructuoso.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBernardino José de Sena Freitas (Rio de Janeiro, 1808 - São Pedro de Maximinos, Braga, 1872) escritor e historiador. Foi Fidalgo da Casa Real, Comendador da Ordem de Cristo e sócio da Academia das Ciências de Lisboa e o seu terceiro filho foi o Padre José Joaquim de Sena Freitas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eViveu muitos anos nos Açores, em Vila Franca do Campo, na Ilha de S. Miguel, para administrar os bens concedidos por D. João VI a seu pai. Não exerceu funções na administração pública, por ter sido apoiante de D. Miguel, dedicou-se à investigação histórica e à organização de arquivos, tendo produzido uma vasta obra muito importante para o estudo da história dos Açores. O seu interesse pelos arquivos levou a que propusesse diversos projectos pioneiros de inventariação, sistematização e edição de fontes documentais açorianas. Eça de Queirós, nas Farpas de Setembro de 1871, criticou o contrato com o Governo para escrever uma história dos Açores, que Sena Freitas não chegou a fazer por ter falecido entretanto.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] 33x25 cm. xvi, 105, [vi] pp. Paperback with the original covers. Illustrated with 3 \u003cem\u003ehors-text\u003c\/em\u003e engravings.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eWork of monumental graphic apparatus, a travel book about Portugal, it was written with great detail and scientific criteria by a Portuguese author, and is therefore unique in its kind among us.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIt was dedicated to the 1st Baron of Laranjeiras, Manuel de Medeiros Costa Canto e Albuquerque, owner of a farm and bathhouse in the Furnas valley, a wealthy man from the island of São Miguel. He was a leader of the liberal movement that led to the 1821 uprise in Ponta Delgada and was later one of the main financial patrons of the expedition of the liberating army commanded by Dom Pedro that culminated in the 1832 Mindelo landing. This dedication, contrary to what the author states in it, was part of the actions taken throughout his life, as an absolutist, to integrate into the new liberal-dominated society.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn 1846, the 1st Baron of Laranjeiras supported the uprise of Maria da Fonte and presided over the Junta Governativa that assumed power on the island of S. Miguel, on behalf of the Junta do Porto, thus approaching the political area of Sena Freitas, as Maria da Fonte was a revolution followed by a short period of civil war, in which there were occasional alliances between Liberals dissatisfied with the government and absolutists supporters of D. Miguel, as was Sena Freitas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCopy preserves the original state with which it was published and it is, therefore, most likely unique.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eWork illustrated with 3 full-page \u003cem\u003ehors text\u003c\/em\u003e lithographic prints, inserted at the end of it, etched at the National Press, from drawings by D. Mariana d´ A.A.C. Amaral e Freitas, who drew all the graphics in it. 1 - Furnas Boilers Map. 2 - Furnas Boiler. 3 - Furnas hot springs site view.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFront paperback cover with decorative square frame with vegetal and calligraphic motifs, having in the center the title of the work, an engraving with a goshawk (in portuguese Açor, which gave name to the Azores islands) with the dedication to the Baron of Laranjeiras and the author\"s monogram 'B. J. S. Freitas.'\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThe back paperback cover also features a decorative square with vegetal motifs, different from the previous one, with, in the center, an unusual bookstore advertisement 'For sale at widow Henriques\" store - Rua Augusta no. 1.'\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThe half title page has a decorative border with vegetal motifs, different from the previous ones, with the title of the work in the center.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThe title page presents a decorative border with vegetal motifs different from the previous ones, with, in the center, a magnificent tricolour engraving (white paper, black and pink background) with ethnographic customs of the island of S. Miguel.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThe author\"s dedication to the Baron of Laranjeiras, who was the builder of the Furnas valley hot springs, was engraved as a facsimile of a handwritten letter in what that may be the author\"s own handwriting.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThe text of the work is framed by simpler decorative frames (which vary throughout) with beautiful vegetal and calligraphic motifs.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEvery chapter begins with a magnificent decorative caption with vegetal and calligraphic motifs and contains a beautiful engraving in the text, with views or motifs relating to it. Noteworthy are the one on the title page, the one in the first chapter, View of the parish church of the Furnas valley and adjacent sites, printed with a green background, and the one in chapter two, Garden and lake of the American consul, also printed with a green background.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThis is the first work of many that the author has published about the Azores, and he was himself in Lisbon to oversee the editing work at the National Press.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDescriptive memory of the Furnas Valley on the island of São Miguel, Azores, divided into seven chapters, some of them with notes, where reference is made to the bibliography consulted by the author.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eList of chapters: 1 - History, Settlement, Agriculture. 2 - Description of the Furnas Valley. Analysis of its medicinal waters. 3 - Hermits of Furnas Valley. 4 - Eruption in Furnas Valley in 1830. 5 - Old Furnas Valley Hot Stone Factory. 6 - Meteorological Table, relative to the month of June of 1839 at Furnas. 7 - Unpublished description of Furnas in S. Miguel Island [...] by Dr. Gaspar Fructuoso.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBernardino José de Sena Freitas (Rio de Janeiro, 1808 - São Pedro de Maximinos, Braga, 1872) writer and historian. He was a nobleman of the Royal House, Commander of the Order of Christ and a member of the Lisbon Academy of Sciences, and his third son was Father José Joaquim de Sena Freitas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eHe lived many years in the Azores, in Vila Franca do Campo, on the island of S. Miguel, to administer the property granted by D. João VI to his father. He did not work in public administration, because he was a supporter of D. Miguel. He dedicated himself to historical research and the organization of archives, and produced a vast body of work that is very important for the study of the history of the Azores. His interest in archives led him to propose several pioneering projects for inventorying, systematizing, and publishing Azorean documentary sources. Eça de Queirós in the September 1871 Farpas criticized the contract with the government to write a history of the Azores, which Sena Freitas never did because he died meanwhile.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eInocêncio I, 365 e VIII, 385. Borba de Morais não refere, embora o autor tenha nascido no Brasil. (Borba de Morais does not mention even though the author was born in Brazil.\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465798160716,"sku":"1004JC181","price":18000.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1004JC181_1.jpg?v=1789463514"},{"product_id":"1104cs001","title":"BRITO CAPELO. (Hermenegildo Carlos de) e Roberto Ivens. DE ANGOLA À CONTRA-COSTA. [ENC. EDITOR]","description":"\u003cp\u003eDescripção de uma viagem atravez do CONTINENTE AFRICANO comprehendendo narrativas diversas, aventuras e importantes descobertas entre as quaes figuram a das origens do Lualaba, caminho entre as duas costas, visita ás terras da Garanganja, Katanga e ao curso do Luapula, bem como a descida do Zambeze, do Choa ao oceano. Por H. Capello - R. Ivens Officiaes da Armada Real Portugueza. Edição illustrada com mappas e gravuras. Volume I [Volume II]. Imprensa Nacional. Lisboa. 1886.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e2 Volumes in 8.º de 24x17 cm. Com xxvii, 448; xiii, 490 págs. Encadernações editoriais em tela encerada a cinzento, com belas estampagens, a preto e a vermelho, com palmeiras e elefantes nas pastas anteriores e incluindo o retrato dos autores nas pastas posteriores.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIlustrados com desenhos no texto, 14 gravuras extratexto (4 no primeiro volume e 10 no segundo), uma das quais de página dupla, 2 desdobráveis com diagramas de curvas meteorológicas e 6 mapas desdobráveis (4 no primeiro volume e 2 no segundo).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar em magnífico estado de conservação.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePrimeira edição, dedicada a Dom Luís I, ao Povo Português e a Manuel Pinheiro Chagas, com prefácio dos autores.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eRelato fundamental da grande expedição de Capelo e Ivens (1884-1885), esta obra monumental documenta a travessia científica e cartográfica entre Angola e Moçambique, consolidando a presença portuguesa no interior de África e servindo de base ao célebre Mapa Cor-de-Rosa, marco geopolítico do fim do século XIX.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePáginas em numeração romana do primeiro volume com dedicatórias, quadro com a relação dos indivíduos perdidos durante a expedição ao interior de África, índice das gravuras e dos capítulos, e prefácio. Segundo volume com índice das gravuras e dos capítulos nas páginas preliminares; e índice geográfico, antroponímico e das matérias dos volumes nas páginas finais. A obra divide-se em 30 capítulos, primeiro volume do Capítulo I ao XVI (1-16), segundo do Capítulo XVII ao XXX (17-30).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm 19 de Abril de 1883, o então Ministro da Marinha e do Ultramar, Manuel Pinheiro Chagas, decretou a criação de uma Comissão de Cartografia com o objectivo de elaborar um atlas geral das colónias portuguesas. Paralelamente, visava-se o estabelecimento de uma rota comercial terrestre entre Angola e Moçambique. Como os territórios a atravessar eram ainda desconhecidos e careciam de levantamento cartográfico, recorreu-se a oficiais da Marinha, experientes em missões de exploração, capazes de avançar com maior rapidez através da aplicação dos princípios da navegação marítima ao interior africano.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA abertura desta ligação terrestre representava também uma reivindicação tácita de soberania sobre as terras situadas entre as duas colónias, que correspondem atualmente aos territórios da Zâmbia, Zimbabué e Malawi. Esta pretensão ficou conhecida como o 'Mapa cor-de-rosa', ideia frequentemente atribuída ao então Ministro dos Negócios Estrangeiros, Henrique de Barros Gomes, embora este nunca o tenha assumido publicamente. O projeto colidia diretamente com os interesses britânicos de ligar o Cairo à Cidade do Cabo, originando um grave conflito diplomático entre Portugal e o Reino Unido, que culminou no Ultimato Britânico de 1890. A cedência portuguesa à pressão britânica provocou sérios danos na imagem do regime monárquico português.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNuma fase inicial, a exploração decorreu entre a costa e o planalto da Huíla, prosseguindo depois pelo interior do continente até Quelimane, em Moçambique. Durante esta travessia, os exploradores continuaram os seus estudos hidrográficos, realizando também registos de carácter geográfico-natural, etnográfico e linguístico. Foi assim estabelecida a tão ambicionada ligação terrestre entre as costas de Angola e Moçambique, com a exploração das vastas regiões do interior entre os dois territórios, descritas detalhadamente nesta obra. A missão teve início a 6 de Janeiro de 1884 e terminou a 20 de Setembro de 1885, data em que os exploradores regressaram a Lisboa, sendo recebidos em triunfo pelo rei D. Luís.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eHermenegildo Carlos de Brito Capelo (Palmela, 1839 — Lisboa, 1917), foi oficial da marinha portuguesa e explorador do continente africano durante o último quartel do século XIX. Em 1860 embarcou como guarda-marinha para Angola a bordo da corveta D. Estefânia, comandada pelo príncipe D. Luís, em 1863 regressa a Lisboa e é aprovado Segundo Tenente. Em 1874 torna-se Primeiro Tenente, Capitão Tenente supranumerário em 1877, e Capitão de Fragata em 1884. Ajudante de Campo Honorario de Sua Magestade El-Rei, comendador da ordem de S. Thiago. Em resultado de uma outra exploração científica em África, também com Roberto Ivens, escreveu e publicou: \u003cem\u003eDe Benguella ás Terras de Iácca\u003c\/em\u003e. Lisboa, na Imp. Nacional, 1881.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eRoberto Ivens (São Pedro, Ponta Delgada, 1850 — Dafundo, Oeiras, 1898), filho de pai inglês e de mãe açoriana, foi um oficial da Armada, administrador colonial e explorador do continente africano, português. Concluiu o curso de Marinha em 1870 com as mais elevadas classificações, no ano seguinte frequentou a Escola Prática de Artilharia Naval, partindo em setembro para a Índia, pelo Canal do Suez, integrado na guarnição da corveta Estefânia, onde é feito guarda-marinha. A partir de 1872 inicia contactos regulares com o continente africano, ascende a diversos cargos e termina a sua carreia como Oficial.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] 2 Volumes. in octavo. 24x17 cm. xxvii, 448; xiii, 490 pp. Bound in grey waxed canvas, with beautiful black and red embossings of palm trees and elephants on the front covers and including the authors' portraits on the back covers.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIllustrated with drawings in text, 14 engravings \u003cem\u003ehors-texte\u003c\/em\u003e (4 in the first volume and 10 in the second), one of which is a double-page foldout, 2 leaflets with diagrams of meteorological curves and 6 leaflet maps (4 in the first volume and 2 in the second).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCopy in pristine condition.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFirst edition, dedicated to Dom Luís I, the Portuguese People and Manuel Pinheiro Chagas, with a preface by the authors.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA fundamental account of the great Capelo and Ivens expedition (1884-1885), this monumental work documents the scientific and cartographic journey between Angola and Mozambique, consolidating the Portuguese presence in the interior of Africa and serving as the basis for the famous Pink Map (also known as Rose-Coloured Map), a geopolitical landmark of the late 19th century.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eRoman-numbered pages of the first volume with dedications, a table listing the individuals lost during the expedition to the interior of Africa, an index of the engravings and chapters, and a preface. Second volume with an index of the engravings and chapters on the preliminary pages; and a geographical, anthroponymic and subject index of the volumes on the final pages. The work is divided into 30 chapters, the first volume from Chapter I to XVI (1-16), the second from Chapter XVII to XXX (17-30).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eOn 19 April 1883, the acting Minister for the Navy and Overseas Territories, Manuel Pinheiro Chagas, decreed the creation of a Cartography Commission with the aim of drawing up a general atlas of the Portuguese colonies. At the same time, the aim was to establish an overland trade route between Angola and Mozambique. As the territories to be crossed were still unknown and lacked a cartographic survey, recourse was made to naval officers, experienced in exploration missions, who were able to make faster progress by applying the principles of maritime navigation to the African interior.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThe opening of this land link also represented a tacit claim to sovereignty over the lands situated between the two colonies, which today correspond to the territories of Zambia, Zimbabwe and Malawi. This claim became known as the 'Pink Map', an idea often attributed to the Minister of Foreign Affairs, Henrique de Barros Gomes, although he never publicly recognised it. The project directly conflicted with British interests in linking Cairo to Cape Town, leading to a serious diplomatic conflict between Portugal and the United Kingdom, which culminated in the British Ultimatum of 1890. Portugal's yielding to British pressure caused serious damage to the image of the Portuguese monarchy.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn an initial phase, the exploration took place between the coast and the Huíla plateau, then continued inland to Quelimane, in Mozambique. During this journey, the explorers continued their hydrographic studies and also made geographical, natural, ethnographic and linguistic records. Thus was established the long-awaited land link between the coasts of Angola and Mozambique, with the exploration of the vast inland regions between the two territories, described in detail in this book. The mission began on 6 January 1884 and ended on 20 September 1885, when the explorers returned to Lisbon and were received in triumph by King Luís.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eHermenegildo Carlos de Brito Capelo (Palmela, 1839 - Lisbon, 1917) was a Portuguese naval officer and explorer of the African continent during the last quarter of the 19th century. In 1860 he embarked as a marine guard for Angola aboard the corvette D. Estefânia, commanded by Prince Luís. In 1863 he returned to Lisbon and was promoted to the rank of Second Lieutenant. In 1874 he became First Lieutenant, Captain Lieutenant supernumerary in 1877, and Frigate Captain in 1884. Honorary Aide-de-Camp to His Majesty the King, Commander of the Order of S. Thiago. As a result of another scientific exploration in Africa, also with Roberto Ivens, he wrote and published: \u003cem\u003eDe Benguella ás Terras de Iácca\u003c\/em\u003e. Lisboa, Imp. Nacional, 1881.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eRoberto Ivens (São Pedro, Ponta Delgada, 1850 - Dafundo, Oeiras, 1898), son of an English father and Azorean mother, was a Portuguese naval officer, colonial administrator and explorer of the African continent. He graduated from the Navy in 1870 with the highest marks. The following year he attended the Practical School of Naval Artillery, leaving in September for India, via the Suez Canal, as part of the garrison of the corvette Estefânia, where he was made a marine guard. From 1872 onwards, he began regular contacts with the African continent, rose to various positions and ended his career as an officer.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eReferências\/References:\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eInocêncio XI, 261-262; XVIII, 352.\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465894269260,"sku":"1104CS001","price":5400.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1104CS001_1.jpg?v=1789463627"},{"product_id":"1010jc236","title":"BRAGA. (Teófilo) e Abílio Eduardo da Costa Lobo. Á VOLTA DO MUNDO: JORNAL DE VIAGENS E DE ASSUMPTOS GEOGRAPHICOS.","description":"\u003cp\u003eIllustrado com milhares de gravuras. Representando Paisagens, Cidades, Villas, Monumentos, Retratos, História Natural, Costumes de todos os Povos do Mundo, etc., e um grande número de Cartas Geográficas, desenhadas pelos mais celebres artistas Estrangeiros e Nacionaes. Directores Litterarios. Dr… e… coadjuvados pelos Snrs. Ricardo d’Almeida Jorge, Duarte d’Oliveira Junior e Augusto Luso da Silva. Desenhos portugueses de Raphael Bordallo Pinheiro e Columbano Bordallo Pinheiro. Cópia de photographias de Carlos Relvas. Publicação feita sob a protecção da Sociedade Portuense de Geographia. Empreza Litteraria Luso-Brasileira, Editora. Director A. de Souza Pinto. Lisboa. MDCCCLXXX [1880], MDCCCLXXXII [1882] e MDCCCLXXXIII [1883].\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e3 Volumes de 32x24 cm. Com 392; 387, [ii]; 386, [ii] págs. Encadernações do editor, cansadas e soltas, precisam ser reencadernadas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eProfusamente ilustrados no texto e em extratexto com gravuras impressas sobre papel couché. Texto impresso a duas colunas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar manuseado, com leve oxidação natural do papel e alguns defeitos, nomeadamente manchas e páginas em falta no índice do primeiro volume. Títulos de posse manuscritos à cabeça da folha de rosto do primeiro volume \"\u003cem\u003eSebastião Augusto da Costa\u003c\/em\u003e\" e no interior da pasta anterior \"\u003cem\u003ePertence a Esther Costa\u003c\/em\u003e\".\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eObra com a recolha de excertos das viagens e dos depoimentos dos principais viajantes e exploradores portugueses e estrangeiros do século XIX. Além de narrativas de viagens, de naufrágios e de obras literárias, inclui textos sobre as questões levantadas pela competição entre as potências europeias pelo domínio de África. No caso de escritores estrangeiros são proporcionadas informações sobre o autor e a respectiva obra.\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465965998412,"sku":"1010JC236","price":4800.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1010JC236_1.jpg?v=1789463760"},{"product_id":"1010nm017","title":"DELISLE DE SALES. (Jean-Baptiste-Claude) ÉPONINE, OU DE LA RÉPUBLIQUE,","description":"\u003cp\u003eOUVRAGE DE PLATON DÈCOUVERT ET PUBLIÉ PAR L’AUTEUR DE LA PHILOSOPHIE DE LA NATURE. NOUVELLE EDITION, enrichie de gravures et augmentée de plusieurs volumes. A PARIS. 1793.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eObra em 6 volumes de 21x13 cm. Com 326; 359; 347; 392; 339, lxxxvi; 223 págs. Encadernações da época inteiras de pele com ferros a ouro nas lombadas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIlustrado com 22 belas gravuras abertas em chapa de metal gravadas por Vinsac, H.L. Schinitz, Drissan, Ponce, Breant, Baquoy, Macret, Aug de St. Aubin; e desenhadas por Pujos (retrato do autor em 1786, no anterrosto do 1º volume) C. Monnet, Fisen ou Eisen, Mongin, e outros não assinados. As gravuras apresentam figuras ou cenas mitológicas que formam uma alegoria aos princípios políticos clássicos. O volume nº 6 apresenta um estudo dos bilhetes de lotaria do Estado, com uma folha desdobrável mostrando o quadro das remunerações.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eObra com a recapitulação das ideias clássicas da República e da Revolução Francesa. Apresenta um tratado de filosofia política, elaborado em forma de diálogo com as figuras mitológicas, e com um comentário actualizado aos acontecimentos da sua época. Por exemplo, as causas políticas da execução do Rei Luís XVI são comentadas nas páginas 65 a 73 do IIIº volume.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJean-Baptiste-Claude Delisle de Sales ou Jean-Baptiste Isoard, filósofo francês  conhecido pela sua obra \u003cem\u003eThe Philosophy of Nature: Treatise on Human Moral Nature\u003c\/em\u003e. De Sales ensinou nos Oratorians em Riom e Nantes até 1768, quando renunciou a se tornar um filósofo independente em Paris. De Sales desafiou o jovem e bíblico ano de criação de 6.000 anos que era popular no seu tempo, acreditando com base em dados astronómicos que a Terra tinha cerca de 140.000 anos. A partir de 1776 uma facção no tribunal francês iniciou uma campanha contra as suas obras, como forma de atacar o movimento filosófico francês em geral. Voltaire veio em sua defesa, mas de Sales foi preso em março de 1777 por publicar um livro considerado anti-realista, um evento que tirou as suas obras da obscuridade. De Sales foi um defensor dos princípios filosóficos da Revolução Francesa, em 1789-1792. No entanto, em 1794, sentindo a Revolução ter descartado seus princípios subjacentes, retornou a simpatizante realista e foi preso por publicar obras anti-jacobinas. Ao contrário de muitos, sobreviveu à sua prisão e à revolução.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] 6 volumes bound in contemporary full calf gilt at spines.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIllustrated with 22 beautiful engravings, mostly of mythology personifying the political ideals. Work on the classical ideas of the Republica and the French Revolution, with a commentary on the political events which led to the execution of King Louis XVI of France (see pags. 65-73 of III volume).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJean-Baptiste-Claude Delisle de Sales or Jean-Baptiste Isoard de Lisle (1741 - 1816) was a French philosopher noted for his work The Philosophy of Nature: Treatise on Human Moral Nature. De Sales taught for the Oratorians in Riom and Nantes until 1768, when he resigned to become an independent philosopher in Paris. De Sales challenged the young earth biblical 6,000-year-old date of creation which was popular in his day. Beginning in 1776, a faction in the French court began a campaign against de Sales. Voltaire championed his defense, but de Sales was imprisoned in March 1777 for publishing a book deemed to be anti-royalist, an event that brought his works out of obscurity. De Sales became a supporter of the early philosophically-based stages of the French Revolution, in 1789–1792. However, by 1794, feeling the Revolution had discarded its underlying principles, he returned to royalist sympathies, and was arrested for publishing anti-Jacobin works. Unlike many, he survived his arrest and the revolution.\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465972519244,"sku":"1010NM017","price":3600.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1010NM017_1.jpg?v=1789463773"},{"product_id":"1010jc285","title":"IMHOF. (Jacob Wilhelm) JACOBI GUILIEMI IMHOF STEMMA REGIUM LUSITANICUM,","description":"\u003cp\u003eSIVE HISTORIA GENEALOGICA FAMILIAE REGIAE PORTUGALLIAE. A prima origine usque ad praesens aevum deductae et narratione rerum in Portugalliae à condito regno gestarum, ac factorum memorabiliorum illustratae INSIGNIUMQUE ICONIBUS EXORNATAE. Amstaelodami, Apud Zachariam Chatelain, juxta curiam. ANNO MDCCVIII. [1708].\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDe 37x25 cm. Com 72 págs. Encadernação da época cartonada.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eProfusamente ilustrado com diagramas genealógicos no texto e brasões de armas das descendências da Casa Real portuguesa em linha recta e também nas linhas colaterais.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eObra contém as linhas colaterais dos reis de Portugal, nomeadamente: Casa de Bragança (Oropesa, Sarria, Cadaval, Veragua [descendência de Cristóvão Colombo], Odemira, e Vimioso), Casa de Lencastre (Aveiro, Abrantes e Avis), e Vária (descendentes identificados e não entroncados) ; Condes de Villar do Prado; e Sousas (Marqueses de Minas e Marqueses de Arronches). A página 29 apresenta o entroncamento de Cristóvão Colombo (descobridor das Índias Ocidentais, Almirante Maior e Vice-Rei das Índias) na família real portuguesa com o título de Duques de Veragua e Marqueses da Jamaica. O esquema genealógico final (pag. 72) apresenta a descendência de Colombo em igualdade com outras descendências colaterais. Cada capítulo da obra apresenta os esquemas genealógicos, um texto de exegese histórica, comentários retirados de outras obras de referência cuja bibliografia se encontra colocada em rodapé. Imhof Jacob Wilhelm (1651-1728) autor de várias obras genealógicas entre as quais “Recherches Historiques et Genealogiques des Grandes d\"Espagne. Amsterdam, 1707”.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] Binding: contemporary cardboard.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eWork on the Portuguese Royal Family tree and its genealogical history. Profusely illustrated with diagrams and coats-of-arms of the Portuguese Royal House and their collateral relatives (straight line and side lines of descent). Such collateral lines of the kings of Portugal are comprehensive to: House of Braganza (Oropesa, Sarria, Cadaval, Veragua [descent of Christopher Columbus], Odemira and Vimioso), House of Lancaster (Aveiro, Abrantes and Avis), and Various (descendants identified and not stalked); Condes de Villar del Prado, and Sousa (Marquis of Minas and Marquis of Arronches). Page 29 shows the intersection of Christopher Columbus (discoverer of the West Indies, Admiral and Viceroy of the Indies) in the Portuguese royal family with the title of Duke of Veragua and Marquis of Jamaica. The final pedigree diagram (p. 72) presents the descendants of Columbus on a par with other collateral descent. Each chapter of the book presents: a genealogical diagram; a text of historical exegesis; commentaries taken from other reference works whose bibliography is placed below. Jacob Wilhelm Imhof (1651-1728) was author of several genealogical books including \"Recherches Historiques et des Grandes Genealogiques d\"Espagne. Amsterdam, 1707. \"\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465976025420,"sku":"1010JC285","price":7200.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1010JC285_1.jpg?v=1789463778"},{"product_id":"1010jc288","title":"MENEZES. (Manuel de) CHRONICA DO MUITO ALTO, E MUITO ESCLARECIDO PRINCIPE D. SEBASTIAÕ","description":"\u003cp\u003eDECIMO SEXTO REY DE PORTUGAL, COMPOSTO POR D. MANOEL DE MENEZES, Chronista mor do Reyno, e General da Armada Reál, \u0026amp;c. PRIMEIRA PARTE [em falta a segunda parte rarissima], Que contém os sucessos deste Reyno, e Conquistas em sua menoridade. OFFERECIDA Á MAGESTADE SEMPRE AUGUSTA DELREY D. JOAÕ V. NOSSO SENHOR. LISBOA OCCIDENTAL, NA OFFICINA FERREYRIANA. M. DCC. XXX. [1730].\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn 4ª grande de 30x21 cm. com [xxii], 392 págs.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação da época, inteira de pele, com ferros a ouro na lombada e no rótulo vermelho. Obra impressa a duas colunas e folha de rosto impressa a duas cores.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIlustrado com belas vinhetas e letras capitais em xilogravura (armas reais de D. João V na página de rosto e armas reais de D. Sebastião na primeira folha, com dedicatória ao Rei do impressor, Miguel Lopes Ferreira, seguido de grande capital decorativa com a letra A).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAs páginas preliminares contêm além da dedicatória ao Rei, uma dedicatória ao 4º Conde da Ericeira, D. Francisco Xavier de Meneses, prólogo, aprovações do P. Manuel da Consciência, de Fr. Boaventura de São Gião, do 4º Conde da Ericeira, licenças, índice e erratas. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eContém a crónica dos primeiros anos do reinado de D. Sebastião ocorridos durante a sua menoridade.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e¨¨ Foram publicadas 169 páginas da Segunda Parte, que são raríssimas , sendo conhecidos apenas 3 exemplares.\u003c\/strong\u003e  \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBarbosa atribui esta crónica a José Pereira Baião e Inocêncio aceita a sua opinião. No entanto, Miguel Lopes Ferreira no prólogo explica pormenorizadamente que a principal fonte do texto é um manuscrito existente na biblioteca do Conde da Ericeira e afirma que foi ele que buscou em outras fontes, manuscritas e impressas, informações para completar as que faltavam no referido manuscrito.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePor outro lado, na aprovação, o mesmo Conde da Ericeira confirma com mais pormenor as afirmações de Ferreira: «Vi por ordem de Vossa Magestade a Chronica delRey D. Sebastião, que se atribue a D. Manoel de Meneses, e a conferi com hum manuscrito antigo, e fidedigno, que eu conservava com o título de Historia Chronologica de Portugal e Miguel Lopes Ferreira, que a fez acrescentar, a reduzio a melhor ordem, e tirou de alguns Authores impressos e manuscritos muitos dos sucessos que refere […]».\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAssim, não é possível, apenas com base numa declaração de Barbosa Machado, dar por fechada esta questão. Não existem investigações sobre este problema bibliográfico e Veríssimo Serrão não refere esta crónica.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDe qualquer forma, trata-se de um valiosa peça para o estudo do reinado de D. Sebastião e do Sebastianismo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMiguel Lopes Ferreira (Lisboa 1689-1739) foi Escrivão dos Contos do Reino. Traduziu do castelhano biografias de Luís Mendes de Vasconcelos e de Santo António, mas os seus maiores contributos para a cultura portuguesa foram as edições de clássicos que promoveu, entre eles a «História de Tangere», esta «Crónica de D. Sebastião», as reimpressões da «Quarta Parte da Monarquia Lusitana, em 1725», do «Imperio de la China y cultura evangelica en el, por los religiosos de la Compañia de Jesus. Sacado de las noticias del P. Alvaro Semmedo, 1731» e as crónicas de Guarte Galvão e Rui de Pina sobre os cinco primeiros reis de Portugal. Ver Inocêncio VI, 241.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBARBOSA MACHADO III, 310. Onde afirma que o autor é José Pereira Baião\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eINOCÊNCIO V, 97. Aceita a afirmação de Barbosa Machado.   \u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465976877388,"sku":"1010JC288","price":7200.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1010JC288_1.jpg?v=1789463779"},{"product_id":"1010jc295","title":"TORÍO. (Torquato) ARTE DE ESCRIBIR.","description":"\u003cp\u003ePOR REGLAS Y CON MUESTRAS, SEGUN LA DOCTRINA DE LOS MEJORES AUTORES ANTIGUOS Y MODERNOS, EXTRANGEROS Y NACIONALES: ACOMPAÑADO DE UNOS PRINCIPIOS DE ARITMÉTICA, Gramática y Ortografia Castellana, Urbanidad y vários sistemas para la formacion y enseñanza de los principales caracteres que se usan en Europa. COMPUESTO Por Don Torquato Torío de Riva y Herrero, Socio de número de la Real Sociedad económica Matritense; Oficial del Archivo del Excelentísimo Señor Marques de Astorga, Conde de Altamira; Escritor de Privilegios, y Revisor de Letras antiguas por S. M. MADRID MDCCXCVIII. [1798]. EN LA IMPRENTA DE LA VIUDA DE DON JOAQUIN IBARRA.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e4º (de 21x15 cm) com xxviii-418-[i] pags. Encadernação da época em pergaminho rígido com atilhos por fechos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIlustrado com 58 lâminas, numeradas e intercaladas em extratexto, com dezenas de exemplos de alfabetos para uso caligráfico e para a execução de tipos de imprensa. Anterrosto da obra com frontispício decorativo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] A 18th Century writing book «Art of Writing» with a contemporay Spanish caligraphic method, beautifully printed on the workshop of the most oustanding masterprinter Ibarra (Viuda de Don Joaquin, Madrid). Several sections of the book are printed through the method of a full page copper plate. All in all illustrated with 58 engraved plates - numbered and interspersed in hors text - with dozens of examples of calligraphic alphabets that can be dedicated to typographical fonts as well as design settings. Frontispiece is a very fine decorative engraved copperplate.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIncludes also treatises in Spanish coinage, grammar, arithmetic, and social protocol. The author was the official calligrapher to the King of Spain. 1st edition.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eRef.: Palau 1992, VII, 42; Magge, Spanish Books, 102113; Salva, 7431.\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465977499980,"sku":"1010JC295","price":5400.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1010JC295_1.jpg?v=1789463781"},{"product_id":"1010jc359","title":"WAGNER. (Padre Franz) VIDA, E VIRTUDES HEROYCAS DA AUGUSTISSIMA EMPERATRIZ LEONOR MAGDALENA THEREZA,","description":"\u003cp\u003eEsposa de LEOPOLDO O GRANDE, EMPERADOR DOS ROMANOS, DEDICADA A Serenissima Senhora INFANTE DE PORTUGAL D. MARIA NETA DA MESMA EMPERATRIZ, Composta por hum Religioso da Companhia de JESUS, Traduzida de Alemão em Portuguez. Por D. JOAÕ LEOPOLDO BARAÕ LIVRE DE SEEGH, E Coronel de hum Regimento de Cavallaria da guarnição da Praça de Elvas na guerra proxima passada, e entertido na Paz. LISBOA OCCIDENTAL, NA PATRIARCAL OFFICINA DA MUSICA, Anno M. DCC. XXVII. [1727].\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn 4º (de 24x17 cm) com [xxxiii]+[1 gravura]+487 pags.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação da época inteira de pele cansada com ferros a ouro na lombada (por casas fechadas) e rolados nas esquadrias das pastas, apresentando pequeno ferro decorativo em super libris.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eObra primorosamente impressa em papel de elevada espessura e ilustrada com conjunto apropriado de vinhetas decorativas de grande mestria (brasão da Infanta de Portugal, brasão de armas do Barão de Seegh, Monograma da Companhia de Jesus, monograma do Santo Oficio, monograma do Patriarcado, brasão de armas do Paço Real, brazão de armas da Imperatiz, miniatura do retrato da Imperatriz, mausoléu da Imperatriz e vinheta final); bem como bela estampa aberta a talhe-doce por Röster, ocupando página inteira e desdobrável (com legenda em rodapé), com o retrato a corpo inteiro da Imperatriz Leonor antecendendo a sua biografia.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eInocêncio III, 397: “D. JOÃO LEOPOLDO, Barão livre de Seegh, e Coronel do regimento de cavallaria da praça d'Elvas na guerra da successão de Hespanha. Foi de nação allemão; porém ignoro as datas do seu nascimento e obito. «Vida e virtudes heroicas da augustissima imperatriz Leonor Magdalena Theresa, esposa de Leopoldo o grande, imperador dos romanos. Composta por um religioso da Companhia de Jesus, e traduzida de allemão em portuguez. Lisboa, na Patriarchal Offic. da Musica 1727.» 4.º de XXXIV 487 pag., com um retrato. Tem no fim um elogio, composto pelo conde da Ericeira D. Francisco Xavier de Menezes. É edição notavel pela belleza do typo, e boa qualidade do papel”. Madalema Teresa de Neuburgo (1655-1720) foi impreatriz da Austria por casamento com Leopoldo I e irmã de Maria Sofia consorte do rei D. Pedro II de Portugal.\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465986675020,"sku":"1010JC359","price":3600.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1010JC359_1.jpg?v=1789463791"},{"product_id":"2603sb007","title":"COLLECÇÃO DAS LEYS, DECRETOS, E ALVARÁS, QUE COMPREHENDE O FELIZ REINADO DEL REY FIDELISSIMO D. JOZÉ O I. [1749-1769]","description":"\u003cp\u003eNosso Senhor Desde o anno de 1750 até o de 1760, e a Pragmatica do Senhor Rey D. Joaõ o V. do anno de 1749. Tomo I. [Desde o anno de 1761 até o de 1769. Tomo II.] LISBOA, Na Officina de ANTONIO RODRIGUES GALHARDO, Impressor da Real Mesa Censoria. M. DCC. LXXI., M. DCC. LXX. [1771, 1770].\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e2 Volumes de 30x21,5 cm. Com cerca de 1600 folhas com paginação diversa, cada diploma com numeração própria. Encadernações da época semelhantes, ambas inteiras de pele, com nervos e ferros a ouro em casas fechadas. A do primeiro volume tem ainda um rótulo vermelho na lombada. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eImpressão em caracteres redondos e itálicos sobre papéis de qualidades diversas, impressos tanto na oficina de António Rodrigues Galhardo como na de Miguel Rodrigues, Impressor do Eminentíssimo Senhor Cardeal Patriarca. Vários diplomas de maior extensão apresentam folha de rosto própria, ornamentada com vinhetas tipográficas que incluem o característico motivo de armas inclinadas, ornamento frequente na produção oficial do período mariano e josefino. Cabeções e florões de remate nos textos mais extensos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com carimbo oleográfico de Rui de Sousa, Advogado, Rua Augusta, Lisboa, na folha de rosto e na primeira folha de índice do Tomo I. Vestígios de etiqueta de cota na lombada do primeiro volume. Tomo II com danos nas guardas, rosto e primeiras folhas — dobras e manchas de humidade. Ocasionais folhas soltas no Tomo II. Pastas com desgaste de uso em ambos os volumes, mais acentuado no segundo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePrimeiro volume com índice cronológico e índice alfabético por matérias nas primeiras folhas; segundo volume apenas com índice cronológico. Os documentos legislativos encontram-se ordenados cronologicamente dentro de cada tomo, salvo raras exceções. Incluem leis, cartas de lei, decretos, alvarás, resoluções régias, editais, sentenças, instruções e regimentos, bem como estatutos de companhias e instituições. Vários diplomas apresentam folha de rosto própria, frequentemente com as armas reais.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eConjunto raro e importante da legislação do reinado de D. José I, publicado pela oficina de António Rodrigues Galhardo, que detinha à data o título de Impressor da Real Mesa Censória. O segundo volume, que cobre os anos de 1761 a 1769, foi impresso em 1770, um ano antes do primeiro, que abrange de 1750 a 1760 e inclui a Pragmática de D. João V de 1749. Esta colecção integra a série mais extensa publicada por Galhardo, que veio a totalizar pelo menos cinco tomos entre 1770 e 1790 segundo o catálogo da Porbase, existindo paralelamente uma edição concorrente publicada pela oficina de Miguel Rodrigues, constando aliás alguns documentos neste compêndio impressos pelo mesmo, como referido acima.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eComo é característico destas colectâneas factícias, o conjunto reúne peças legislativas recolhidas e encadernadas conforme a disponibilidade dos impressos avulsos, sem que a correspondência entre o índice e o corpo do volume tenha a regularidade de uma edição unitária. A obra colige o essencial da produção legislativa do período josefino, correspondendo à fase mais intensa das reformas conduzidas por Sebastião José de Carvalho e Melo, futuro Marquês de Pombal, enquanto Secretário de Estado dos Negócios do Reino. Trata-se de uma compilação factícia de diplomas oficiais impressos individualmente na época, reunidos e encadernados em dois volumes com índices organizados por data e por matéria. Alguns documentos, como a Petição de D. Maria (1786) e as Letras Apostólicas de Bento XIV (1756), encontram-se encadernados no segundo tomo fora do âmbito cronológico declarado na folha de rosto; as assinaturas tipográficas de determinadas folhas indicam «Tomo III», confirmando que o volume incorpora peças provenientes de outros tomos da série.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO índice alfabético do primeiro volume constitui um instrumento de consulta de grande utilidade, permitindo localizar a legislação por temas tão diversos como a administração das alfândegas e do comércio, a regulação das companhias monopolistas, o regime dos contratos régios, a disciplina militar, as reformas do ensino, a política colonial para o Brasil e as providências urbanísticas para a reconstrução de Lisboa após o Terramoto de 1755. Entre os diplomas de maior extensão e relevância histórica contidos nesta colecção encontram-se: a Instituição da Companhia Geral do Grão-Pará e Maranhão (1755), impressa na oficina de Miguel Rodrigues; a Instituição da Companhia Geral de Pernambuco e Paraíba (1776); o Directório que se deve observar nas Povoações dos Índios do Pará e Maranhão (1758); os Estatutos da Junta do Comércio (1756); a Instrução para os Professores de Gramática Latina (1759); e os Estatutos da Aula do Comércio (1759), entre muitos outros. A legislação aqui reunida documenta as transformações estruturais que marcaram o reinado de D. José I em matéria económica, judicial, militar, educativa e eclesiástica, constituindo fonte primária indispensável para o estudo do pombalismo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO reinado de D. José I (1750–1777) foi marcado pela ascensão política de Sebastião José de Carvalho e Melo, futuro Marquês de Pombal, que desde 1750 ocupou a Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Guerra e, após o Terramoto de 1755, concentrou progressivamente o poder executivo como Secretário de Estado dos Negócios do Reino. A legislação reunida nesta colectânea documenta as principais linhas da governação pombalina: a reconstrução de Lisboa segundo o plano da Baixa, com a criação da Casa do Risco e a regulação dos edifícios, alinhamentos e materiais de construção; a reforma do aparelho fiscal, com a extinção dos Contos do Reino e a criação do Erário Régio (1761), organismo centralizado que substituiu a antiga Casa dos Contos; a constituição das companhias monopolistas de comércio colonial (Grão-Pará e Maranhão, 1755; Pernambuco e Paraíba, 1759; Vinhos do Alto Douro, 1756) como instrumentos de controlo das trocas com o Brasil e de protecção da produção nacional; a reforma do ensino, com a expulsão dos Jesuítas (1759) e a publicação das Instruções para os Professores de Gramática Latina, Grega, Hebraica e de Retórica (1759) e a criação da Real Mesa Censória como órgão de supervisão da actividade editorial e pedagógica; a regulação das relações entre a Coroa e a Santa Sé, culminando na ruptura diplomática de 1760; e a promulgação da Lei da Boa Razão (1769), que estabeleceu novos critérios de interpretação do direito pátrio. Entre os ministros e magistrados cujas assinaturas figuram nos diplomas contam-se, além do próprio Carvalho e Melo, Luís da Cunha Manuel, Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Guerra; Tomé Joaquim da Costa Corte-Real, Secretário de Estado da Marinha e Ultramar; e Francisco Xavier de Mendonça Furtado, irmão de Pombal e Secretário de Estado da Marinha e Ultramar entre 1760 e 1769.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eReferências:\u003cbr\u003eCatálogo BNP, Cotas: TR. 853 V. (Tomo I); S.C. 1194 A. (Tomo II).\u003cbr\u003eHathiTrust Digital Library, nyp.33433008059085 (Tomo I); nyp.33433008059093 (Tomo II).\u003cbr\u003eInocêncio II, 84, n.º 337\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465987232076,"sku":"2603SB007","price":5400.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/2603SB007_1.jpg?v=1789463793"},{"product_id":"1101cs001","title":"BRANDÃO, (Fr. António) TERCEIRA PARTE DA MONARCHIA LVSITANA.","description":"\u003cp\u003eQue contem a Historia de Portugal desdo Conde Dom Henrique, até todo o reinado delRey Dom Afonso Henriques Dedicada ao Catholico Rey Dom Felipe terceiro de Portugal, \u0026amp; quarto de Castella nosso Senhor. Por o Doutor Fr. Antonio Brandão Abbade de N. S. do Desterro de Lisboa da Ordem de S. Bernardo, \u0026amp; Coronista mòr de Portugal. Impressa em Lisboa em o Mosteiro de S. Bernardo, por Pedro Craesbeck. Impressor delRey. Anno 1632.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn fólio de 28x19 cm. Com vi-300-xx fólios.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação do século XIX, com lombada e cantos em pele.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFrontispício espelhado, adornado com cercadura tipográfica e o escudo de armas de Filipe III ao centro. Primeira edição.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eInocêncio I, 98. “FR. ANTONIO BRANDÃO, Monge Cisterciense da Congregação de S. Bernardo em Portugal, cuja regra professou a 27 de Outubro de 1599. Foi Doutor em Theologia pela Univ. de Coimbra, Abbade do mosteiro do Desterro em Lisboa, e exerceu na sua Ordem outros cargos, inclusivè o de Geral para que foi eleito a 1 de Maio de 1636. - Chronista mór do Reino, por carta regia de Filippe III de Portugal de 19 de Maio de 1630. - N. em Alcobaça a 25 de Abril de 1584, e m. no mosteiro da mesma villa a 27 de Novembro de 1637. V. para a sua biographia além das noticias dadas por Barbosa no tomo I, a Memoria ácerca da sua vida e escriptos por Fr. Fortunato de S. Boaventura, inserta no tomo VIII parte II das da Acad. R. das Sciencias. - E. 472) (C) Terceira parte da Monarchia Lusitana, que contém a Historia de Portugal desd’o Conde D. Henrique até todo o reinado d’Elrei D. Afonso Henriques. Lisboa, no mosteiro de S. Bernardo, por Pedro Craesbeeck 1632. fol. de VI 300 folhas sem contar as da taboada que vem no fim. - Reimpressa, ibi, na Imp. Craesbeeckiana 1690. fol.; e novamente ibi, na Typ. da Acad. R. das Sc. 1806. 8.º, 2 tomos. Esta ultima edição ficou incompleta.'\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465997881676,"sku":"1101CS001","price":6000.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1101CS001_1.jpg?v=1789463823"},{"product_id":"1101cs006","title":"MEDRANO. (Garcia de) LA REGLA Y ESTABLECIMIENTOS DE LA CAVALLERIA de Santiago del Espada,","description":"\u003cp\u003ecom la Historia del origen y principio della. [cólofon] COMPVESTO Y ORDENAdo por el Licenciado don Garcia de Medrano, del Consejo de las Ordenes, Auiendo sido nombrado Assessor del Capitulo General por su Magestade, el qual se lo cometio. Y fue impresso en Madrid, en casa de Luís Sanchez. Año M. DC.XXVII. (1627).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn fólio de 29x20 cm. Com [vi], 200, [xviii] fólios, último em branco.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação da época em pergaminho flexível.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIlustrado com um magnífico frontispício arquitectónico gravado, tendo ao centro as armas reis de Espanha, uma gravura com a cruz de Santiago de Espada impressa a vermelho e uma gravura de Santiago Mata-Mouros em combate.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com leves picos de traça marginais e alguns fólios com acidez própria do papel.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA Ordem Militar de Santiago é uma ordem militar religiosa de origem castelhano-leonesa instituída por Afonso VIII de Castela e aprovada pelo Papa Alexandre III, mediante bula papal outorgada em 5 de Julho de 1175. A Ordem foi fundada com o propósito de lutar contra os invasores muçulmanos na Espanha, bem como proteger os peregrinos do Caminho de Santiago.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm 1288 D. Dinis obteve do Papa Nicolau IV a autorização para a criação de uma Ordem Portuguesa por desmembramento da Ordem castelhana, que foi confirmada, em 1320 pelo Papa João XXII. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] Binding: contemporary flexible vellum with handwritten title on spine.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIllustrated with 3 full page engravings: A superb architectural frontispiece engraved with the coat-of-arms arms of the King of Spain and Portugal; the cross of Santiago del Espada printed in red; and the image of Santiago [St. James] Mata-Mouros in battle.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eWork contains the founding rules of the Military Order of St. James (Santiago del Espada).\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465999257932,"sku":"1101CS006","price":21000.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1101CS006_1.jpg?v=1789463825"},{"product_id":"1101jc182","title":"SANTARÉM. (Manuel Francisco Leitão e Carvalhosa, 2º Visconde de) MISCELÂNEA DE 7 MEMÓRIAS HISTÓRICO-POLÍTICAS DO SÉC. XIX.","description":"\u003cp\u003eDe 21x13 cm. Com 56-24-107-40-63-[i]-[3 mapas desdobráveis]-40-126 págs. Encadernação da época com lombada em pele.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMiscelânea contendo as obras dos seguintes autores e títulos:\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eSANTARÉM (Visconde de) TABLEAU ÉLÉMENTAIRE DES RELATIONS POLITIQUES ET DIPLOMATIQUES DU PORTUGAL AVEC LES DIFFÉRENTES PUISSANCES DU MONDE.\u003c\/strong\u003e Depuis de commencement de la Monarchie Portugaise jusqu’à nos jours; mis en ordre et composé en portugais par… Ministre et Secrétaire d’État au département des Affaires Étrangères, [etc]… et traduit en Français par F. L. Alvarés d’Andrada Ataché à la Legation de S. M. Très-Fidèle à Paris. Orléans, Imprimmerie d’Alexandre Jacob. M.DCCC.XXIX. [1829].\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eSANTARÉM (Visconde de) LETTRE À M. MIELLE, OFFICIER DE L’UNIVERSITÉ DE FRANCE, [etc] SUR SON PROJET DE L’HISTOIRE RELIGIEUSE ET LITTÉRAIRE DES ORDRES MONASTIQUES ET MILITAIRES.\u003c\/strong\u003e Par… Membre des Académies Royales des Sciences de Lisbonne, [etc]. Imprimerie et fonderie de A. Pinard. Paris. 1835.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eSENNA FREITAS (Bernardino José de) MEMÓRIA HISTÓRICA SOBRE O INTENTADO DESCOBRIMENTO DE UMA SUPPOSTA ILHA AO NORTE DA TERCEIRA NOS ANNOS DE 1649-1770.\u003c\/strong\u003e Com muitas notas illustrativas, e interessantes documentos inéditos, extrahidos de alguns manuscriptos da Bibliotheca Publica, e da Torre do Tombo. Por… Fidalgo Cavalleiro da Casa Real, Commendador da Ordem de Christo, etc, etc. Lisboa na Imprensa Nacional. 1845. Junto com: \u003cstrong\u003eSANTARÉM (Visconde de) DEMONSTRAÇÃO DOS DIREITOS QUE TEM A COROA DE PORTUGAL SOBRE OS TERRITORIOS SITUADOS NA COSTA OCCIDENTAL D’AFRICA ENTRE O 5º GRAU E 12 MINUTOS E O 8º DE LATITUDE MERIDIONAL\u003c\/strong\u003e e por conseguinte aos territórios de Molembo, Cabinda e Ambriz. Pelo… Imprensa Nacional. Lisboa. 1855.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eSÁ DA BANDEIRA. (Visconde de) FACTOS E CONSIDERAÇÕES RELATIVAS AOS DIREITOS DE PORTUGAL SOBRE OS TERRITORIOS DE MOLEMBO, CABINDA E AMBRIZ\u003c\/strong\u003e e mais logares da Costa Occidental d’Africa situada entre o 5º grau e 12 minutos e o 8º de latitude austral. Pelo… Imprensa Nacional. Lisboa. 1855. Contém 3 mapas e perspectivas cartográficas do porto, fortaleza e territórios circunvizinhos do Ambriz.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eE por fim, obra duplicada dentro desta miscelânea: \u003cstrong\u003eSANTARÉM (Visconde de) DEMONSTRAÇÃO DOS DIREITOS QUE TEM A COROA DE PORTUGAL SOBRE OS TERRITORIOS SITUADOS NA COSTA OCCIDENTAL D’AFRICA.\u003c\/strong\u003e Junto com: \u003cstrong\u003eSERPA PIMENTEL (Antonio) A QUESTÃO DO ORIENTE.\u003c\/strong\u003e Por… Typ. de Arthur José de Sousa \u0026amp; Irmão. Porto. 1877. De 21x14 cm. Com 126 págs.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eObra sobre o surgimento das nacionalidades dos povos do Próximo e do Médio Oriente, o modo de ser dos povos conquistados pelos otomanos, o Cáucaso, os povos balcânicos, a política interna e externa do Egipto, o interesse das potências da Europa no oriente; a guerra da Crimeia e a influência da Turquia na Europa. Ilustrado com quadros de dados populacionais e com a transcrição de vários tratados internacionais.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eInocêncio XXII, 357; V, 435; I, 384; I, 365; II, 290; V, 435; XVI, 216 e 217.\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58465999585612,"sku":"1101JC182","price":3600.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1101JC182_1.jpg?v=1789463826"},{"product_id":"1102cs008","title":"FAITS D’ARMES DE L’ARMÉE FRANÇAISE EN ESPAGNE\u0026#59;","description":"\u003cp\u003edédiés à l'Armée des Pyrénées sous les ordres de Son Altesse Royale Mgr Duc d'Angoulème. A PARIS, DE L'IMPRIMERIE DE L. CORDIER, IMPRIMEUR DE LA GARDE ROYALE, 1824. In fólio de 40,5x26 cm. Com (iv)-(xxxviii) fólios sem numerar. Encadernação da época em tela. Ilustrado com uma magnífica litografia com o retrato do Duque d'Angoulème, 1 mapa da Península Ibérica com os itinerários efectuados pelo exercito francês desenhado por Ch. Picquet, 2 litografias; Armas do exército dos Pirinéus e o Arco do Triunfo e 33 tabelas com dados históricos e cronológicos sobre as batalhas. O vitorioso exercito dos Pirinéus, era formado por cerca de 100.000 soldados, comandado pelo Duque de d'Angoulème, enviado a Espanha em 1823 pelo rei Luís XVIII para impor o rei de Espanha Fernando VII, então deposto do trono pelos liberais. A vitoria desta campanha foi de tal forma importante para França que se mandou edificar em sua memoria o Arco do Triunfo, hoje um ícone parisiense, embora o mesmo só tenha sido acabado em 1836. Esta obra descreve minuciosamente toda a campanha. [EN] Binding: contemporary hard boards. Illustrated with a superb lithography with the picture of the Duke d'Angoulême; a folding map of the Iberian Peninsula with the routes made by the French army drawn by Ch. Picquet; 2 lithographs with coat-of-arms of the Army of the Pyrenees; and the Arc de Triomphe in Paris. Followed by 33 tables containing a chronology: of historical data of the battlefields; description of the battles scenes; main commanders, fighters and heroes at the fields. The victorious army of the Pyrenees, was accounting up to 100,000 soldiers, commanded by the Duke d'Angouleme, sent to Spain in 1823 by King Louis XVIII to impose the Spanish King Ferdinand VII, then ousted from the throne by liberals. The victory of this campaign was so important for France that in its memory the Arc de Triomphe was built - now an icon of Paris – and finished in 1836. This book describes in detail the entire military campaign.\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58466003059020,"sku":"1102CS008","price":4800.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1102CS008_1.jpg?v=1789463846"},{"product_id":"1102jc119","title":"MEDINA E VASCONCELOS. (Francisco de Paula) ZARGUEIDA, DESCOBRIMENTO DA ILHA DA MADEIRA,","description":"\u003cp\u003ePOEMA HEROICO, DEDICADO AO ILLUSTRISSIMO, E EXCELENTISSIMO SENHOR CONDE DE VILLA VERDE, Grão Cruz da Ordem de S. Tiago, Cavalleiro da Ordem do Tozão de Ouro, do Conselho de Estado do PRINCIPE REGENTE N. S. Ministro assistente do Despacho do Gabinete de S. A. R., seu Gentil Homem de Camara, Presidente da Real Junta do Commercio, \u0026amp;c., \u0026amp;c., \u0026amp;c. POR SEU AUTHOR FRANCISCO DE PAULA MEDINA E VASCONCELLOS. LISBOA. M. DCCCVI. [1806] NA OF. DE SIMÃO THADDEO FERREIRA.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn 12º (de 15x10 cm) com  xii, [iv], 254 [ii] págs. A impressão inicia e acaba com 1 fólio em branco que não constam neste exemplar. Encadernação da época, inteira de pele, com ferros a ouro e rótulo vermelho na lombada.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePrimeira e única edição deste famoso texto poético [considerado a mais importante obra literária madeirense] dodecassilábico em oitava rima, antecedido por dois sonetos que enquadram o poema no ambiente literário da época: o autor pede a Bocage a apreciação da obra e a correcção dos seus erros, obtendo como resposta um soneto de Bocage louvando a suas qualidades e comparando-o a Camões e a Homero. A sua publicação foi publicitada na época por um dos mais antigos cartazes publicitários que se conserva na BNP.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eInocêncio III, 25: “Francisco de Paula Madina e Vasconcellos, natural da ilha da Madeira, e nascido ao que parece entre os annos de 1766 e 1770. Aos vinte de edade veiu para Portugal, com o intento de seguir não sei qual das faculdades em Coimbra: matriculou-se com effeito na Universidade, porém ao fim de dous annos foi preso, por accusações que lhe fizeram de crimes (diz elle) nem pensados!\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDepois de anno e meio o soltaram, impondo lhe a comminação de saír de Coimbra, e não mais voltar á Universidade. Regressou então para a sua patria, onde já estava em 1793; porém passados annos veiu novamente a Portugal, d\"onde voltou outra vez, fazendo ainda depois novas viagens. Tinha sido provido em um officio de Tabellião publico de notas na cidade do Funchal, e ahi vivia casado, e com filhos, quando em 1823 foi preso e processado pela alçada enviada á ilha da Madeira, para conhecer das pessoas, que se haviam distinguido como partidarias do governo constitucional.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAlguns soffreram diversas penas, e a Medina coube a de degredo para Cabo-Verde por oito annos (segundo me recordo de ter lido na sentença impressa). Partiu para o seu destino, mas chegando á ilha de S. Tiago, n\"ella faleceu pouco depois em 1824.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA sr.ª D. Antonia Pussich, que ali residia então com o seu pae, Governador e Capitão general d\"aquellas ilhas, dedicou á memoria do infeliz desterrado o seguinte epitaphio, do qual provavelmente se não fez uso, mas que eu vi em um caderno de poesias autographas d\"esta senhora, que um meu amigo possue: «Medina, cuja voz alta e sonora \/ D\"heróes cantou os feitos sublimados, \/ Cumprindo as leis dos carrancudos fados \/ N\"esta campa infeliz se esconde agora.» Este poeta gosou em vida de bastante celebridade; hoje está o seu nome quasi de todo esquecido, talvez com pouca razão; porque nas muitas composições que nos deixou impressas ha ainda que aproveitar, na opinião de bons entendedores.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eComo poeta lyrico pertenceu á eschola franceza; os seus versos são em geral sonoros e bem fabricados, e de certo lhe não faltava naturalidade. Pretendeu embocar a tuba epica; mas vê-se que esta empresa era muito superior ao seu talento, e por isso nos dous ensaios que n\"aquelle genero compoz, não conseguiu elevar-se jámais além da mediocridade. Ha comtudo, em um e outro, episodios que não deslustram a sua musa, e que se podem ler com gosto.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eUma cousa tenho por vezes notado, e é que em todas poesias d\"este funchalense se não faça a menor allusão ao seu patricio e contemporaneo Nobrega; e que nos d\"este egualmente se não encontre uma só palavra relativa a Medina. Este mutuo silencio prova, a meu vêr, que entre os dous existia tal qual rivalidade, ou antiphatia pessoal, cuja explicação seria curiosa; porém não estou habilitado a dal-a por agora”.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] In 12º (15x10 cm), with xii, [iv], 254 [ii] pp. The print starts and ends with a blank folio non-existent in this copy.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBinding: Contemporary full calf with gilt tools and red label with gilt title on spine.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFirst and only edition of this famous poem, which is preceded by two sonnets that frame the poem within its contemporary literary period: the author asks Bocage to review his work and correct his mistakes, and receives in return a sonnet from Bocage praising his qualities and comparing him to Camões and Homer. The publication of the book was publicised at the time in one of the oldest advertisement posters at the Portuguese National Library (BNP).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58466005057868,"sku":"1102JC119","price":4800.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1102JC119_1.jpg?v=1789463853"},{"product_id":"2502sb001","title":"STUART-WORTLEY. (Emmeline Charlotte Elizabeth) A VISIT TO PORTUGAL AND MADEIRA.","description":"\u003cp\u003eBy the Lady Emmeline Stuart Wortley. Chapman and Hall. London. 1854.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn 8.º de 20x13 cm. Com [iv], 483, [iii] págs. Encadernação do editor em tela encerada com gravações decorativas a seco na lombada e nas pastas, a fazerem belas esquadrias com padrões florais e o título a ouro na lombada.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIlustrado com uma gravura em face da folha de rosto com dois retratos desenhados pela autora de um passageiro da embarcação que a mesma seguiu.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com rasgos e pequenas falhas de material na lombada, principalmente junto às coifas, e também nos cantos das pastas. Pasta anterior descolada do miolo. Três assinaturas de posse distintas a tinta na folha de guarda anterior, datadas de 1857, 1888 e 1902. Manchas de acidez, devido à qualidade do papel, na gravura e na folha de rosto.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePrimeira edição, muito rara, e também a última obra publicada pela autora.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFascinante relato de viagem, passando por Lisboa, Sintra e a Madeira. Oferece uma perspetiva valiosa sobre a sociedade, cultura e paisagens portuguesas da época, através do olhar romântico de uma aristocrata britânica, sendo um dos primeiros relatos estrangeiros sobre as ilhas da Madeira no século XIX. Reflete o gosto vitoriano pelo exotismo e pela exploração de culturas estrangeiras, tornando-se uma obra essencial para historiadores e interessados em literatura de viagem.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAs preliminares incluem a dedicatória impressa da autora à sua sogra, Lady Wharncliffe. Errata na última folha não numerada.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLady Emmeline Stuart-Wortley visitou Portugal entre 1851 e 1852. Chegou em Lisboa aos 31 de Outubro de 1851 e posteriormente partiu para a Madeira. Como tal, a obra divide-se sensivelmente em duas partes, uma dedicada à descrição de Lisboa e a outra à ilha da Madeira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLisboa é descrita como uma cidade construída sobre sete colinas, com uma arquitetura impressionante que inclui conventos, palácios e igrejas. A autora visita locais históricos como a Torre de Belém, o Palácio da Ajuda e até a Feira da Ladra. O Aqueduto das Águas Livres é mencionado como uma obra de grande magnitude. Ao longo do seu percurso, visitou Sintra, onde referiu a Quinta de Monserrate e mencionou a visita de Lord Byron à propriedade em 1809. A autora interage com diversos personagens e explora aspetos da sociedade portuguesa, incluindo as suas superstições e costumes. É retratado o quotidiano de Lisboa, incluindo as regulamentações municipais de limpeza e os vendedores de rua. Há também referências às touradas, com detalhes sobre a Praça de Touros e os participantes.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNa Madeira, Lady Stuart-Wortley retrata a beleza natural da ilha, com vegetação abundante e um clima ameno, mas também o lado tranquilo e melancólico da cidade do Funchal, devido à grande presença de doentes em busca de recuperação, maioritariamente tuberculosos. Descreve a flora exótica e discute a agricultura local, mencionando a produção de cana-de-açúcar e de vinho.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA par da narrativa detalhada do seu dia a dia, a autora escreve sobre diversos acontecimentos históricos impactantes, desde a Batalha de Aljubarrota ao Terramoto de 1755. Menciona também figuras literárias como Luís de Camões e demonstra interesse pelas artes, mencionando a Academia de Belas Artes e escultores como Joaquim Machado de Castro. Também aborda a história da ilha, mencionando a sua descoberta pelos navegadores portugueses no século XV e a importância do Infante D. Henrique para a sua colonização.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm geral, Lady Stuart-Wortley mostrou-se fascinada pela riqueza cultural e histórica de Portugal e da Madeira, embora fizesse comentários críticos sobre o estado do país, especialmente no que toca à pobreza e à decadência política.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLady Emmeline Charlotte Elizabeth Stuart-Wortley (1806 – Beirute, 1855) foi uma poetisa e escritora inglesa de origens aristocráticas, conhecida pelas suas obras literárias e relatos de viagens. Emmeline foi a segunda filha de John Henry Manners, 5.º Duque de Rutland, e Lady Elizabeth Howard, filha de Frederick Howard, 5.º Conde de Carlisle. Em 17 de fevereiro de 1831, casou-se com Charles Stuart-Wortley, segundo filho de James Stuart-Wortley, 1.º Barão Wharncliffe. O casal teve três filhos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLady Emmeline começou a publicar os seus poemas em 1833 e, nos onze anos seguintes, lançou quase anualmente uma coletânea de versos, algumas das quais inspiradas em experiências de viagem. Também editou o anuário «The Keepsake» em 1837 e 1840, colaborando com figuras literárias proeminentes da época, como Alfred Tennyson, Mary Shelley e Caroline Norton.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eApós a morte do marido e do seu segundo filho, Lady Emmeline aumentou a frequência das suas viagens, destacando-se as visitas aos Estados Unidos entre 1849 e 1850, que resultou na publicação do seu primeiro relato de jornada em prosa, em três volumes, 1851, e de outra obra em 1853; e a Portugal entre 1851 e 1852, que resultou na presente obra. Em 1855, durante uma viagem ao Médio Oriente, sofreu um acidente perto de Jerusalém, fraturando a perna devido ao coice de uma mula. Apesar da sua saúde debilitada, continuou a sua jornada pelo Líbano, onde contraiu febre e disenteria, falecendo em Beirute em Novembro daquele ano.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] In octavo. 20x13 cm. [iv], 483, [iii] pp. Publisher's binding in waxed canvas with decorative blind stamping, engravings on the spine and boards, on a beautifull framing with floral patterns and the title gilt on the spine.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIllustrated with an engraving on facing the title page with two portraits, drawn by the author, of a passenger of the vessel on which she was travelling.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCopy with tears and small flaws on the spine, mainly near the caps, and also at the corners of the boards. Front boards detached from the core. Three distinct ownership signatures in ink on the front flyleaf, dated 1857, 1888 and 1902. Acidity stains, due to the quality of the paper, on the engraving and the title page.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eVery rare first edition, and also the last work published by the author.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFascinating travelogue through Lisbon, Sintra and Madeira. It offers a valuable insight into Portuguese contemporary society, culture and landscapes, through the romantic eyes of a British aristocrat, and is one of the first foreign accounts of the Madeira islands in the 19th century. It reflects the Victorian taste for exoticism and the exploration of foreign cultures, making it an essential work for historians and those interested in travel literature.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThe preliminaries include the author's printed dedication to her mother-in-law, Lady Wharncliffe. Errata on the last unnumbered leaf.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLady Emmeline Stuart-Wortley visited Portugal between 1851 and 1852. She arrived in Lisbon on 31 October 1851 and later left for Madeira. As such, the work is divided roughly into two parts, one dedicated to the description of Lisbon and the other to the island of Madeira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLisbon is described as a city built on seven hills, with impressive architecture that includes convents, palaces and churches. The author visits historic sites such as the Belém Tower, the Ajuda Palace and even the Feira da Ladra. The Águas Livres Aqueduct is mentioned as a work of great magnitude. Along the way, she visits Sintra, where she mentions Quinta de Monserrate and mentions Lord Byron's visit to the estate in 1809. The author interacts with various characters and explores aspects of Portuguese society, including its superstitions and customs. Everyday life in Lisbon is portrayed, including municipal cleaning regulations and street vendors. There are also references to bullfighting, with details about the Bullring and the participants.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn Madeira, Lady Stuart-Wortley portrays the natural beauty of the island, with abundant vegetation and a mild climate, but also the quiet and melancholic side of the city of Funchal, due to the large presence of patients seeking recovery, mostly tuberculosis patients. It describes the exotic flora and discusses local agriculture, mentioning the production of sugar cane and wine.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAlongside a detailed account of her day-to-day life, the author writes about various significant historical events, from the Battle of Aljubarrota to the 1755 earthquake. She also mentions literary figures such as Luís de Camões and shows an interest in the arts, mentioning the Academy of Fine Arts and sculptors such as Joaquim Machado de Castro. He also touches on the island's history, mentioning its discovery by Portuguese navigators in the 15th century and the importance of Prince Henry the Navigator in its colonisation.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLady Emmeline Charlotte Elizabeth Stuart-Wortley (1806 - Beirut, 1855) was an English poet and writer of aristocratic origins, known for her literary works and travel accounts. Emmeline was the second daughter of John Henry Manners, 5th Duke of Rutland, and Lady Elizabeth Howard, daughter of Frederick Howard, 5th Earl of Carlisle. On 17 February 1831, she married Charles Stuart-Wortley, second son of James Stuart-Wortley, 1st Baron Wharncliffe. The couple had three children.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLady Emmeline began publishing her poems in 1833 and, for the next eleven years, she published a collection of verses almost every year, some of which were inspired by her travelling experiences. She also edited the yearbook \"The Keepsake\" in 1837 and 1840, collaborating with prominent literary figures of the time, such as Alfred Tennyson, Mary Shelley and Caroline Norton.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAfter the death of her husband and their second child, Lady Emmeline increased the frequency of her travels, most notably her visits to the United States between 1849 and 1850, which resulted in the publication of her first travelogue in prose, in three volumes, in 1851, and another work in 1853; and to Portugal between 1851 and 1852, which resulted in the present work. In 1855, while travelling in the Middle East, she suffered an accident near Jerusalem, fracturing her leg when she was kicked by a mule. Despite her poor health, she continued her journey through Lebanon, where she contracted fever and dysentery, and died in Beirut in November of that year.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eObras principais\/Main works: 'Poems' (1833), 'London at Night, and other Poems' (1834), 'Unloved of Earth, and other Poems' (1834), 'Travelling Sketches in Rhyme' (1835), 'The Knight and the Enchantress, with other Poems' (1835), 'The Village Churchyard, and other Poems' (1835), 'The Visionary, a Fragment, with other Poems' (1836), 'Fragments and Fancies' (1837), 'Hours at Naples, and other Poems' (1837), 'Impressions of Italy, and other poems' (1837), 'Lays of Leisure Hours' (2 vols., 1838), 'Queen Berengaria\"s Courtesy, and other Poems' (3 vols., 1838), 'Sonnets, written chiefly during a tour through Holland, Germany, Italy, Turkey, and Hungary' (1839), 'Jairah: a Dramatic Mystery, and other Poems' (1840), 'Eva, or the Error' (1840), 'Alphonso Algarves' (1841), 'Angiolina del Albino, or Truth and Treachery' (1841), 'The Maiden of Moscow' (1841), 'Lillia Branca, a Tale of Italy' (1841), 'Moonshine' (1843), 'Adelaide' (1843), 'Ernest Mountjoy' (1844), 'Travels in the United States' (3 vols., 1851), 'Sketches of Travel in America' (1853), 'A Visit to Portugal and Madeira' (1854).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eReferências\/References:\u003cbr\u003eBNP, Cota: H.G. 2198 V.\u003cbr\u003eDuarte de Sousa II, 796 (não regista as páginas preliminares)\u003cbr\u003eElizabeth Lee - Dictionary of National Biography, 1885-1900, Volume 55, p. 109-110.\u003cbr\u003eHenry Gardiner Adams, A Cyclopædia of Female Biography (1857).\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58466005320012,"sku":"2502SB001","price":4800.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/2502SB001_1.jpg?v=1789463854"},{"product_id":"1103cs016","title":"GAMITO. (A. C. P.) O MUATA CAZEMBE","description":"\u003cp\u003eE OS POVOS MARAVES, CHÉVAS MUIZAS, MUEMBAS, LUNDAS E OUTROS DA AFRICA AUSTRAL. DIÁRIO DA EXPEDIÇÃO PORTUGUEZA COMMANDADA PELO MAJOR MONTEIRO, E DIRIGIDA AQUELLE IMPERADOR NOS ANNOS DE 1831 E 1832 REDIGIDO PELO MAJOR A. C. P. GAMITO. SEGUNDO COMANDANTE DA EXPEDIÇÃO COM UM MAPPA DO PAIZ OBSERVADO ENTRE TETE E LUNDA. LISBOA. IMPRENSA NACIONAL 1854.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn 8.º de 21x13 cm com xxv, 501, [ii] págs.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação artística da época, inteira de pele, com belos ferros decorativos gravados a ouro nas pastas, lombada e seixas, cortes dourados por folhas, assinada Ferin \u0026amp; Robin.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIlustrado com 22 litografias coloridas e um mapa desdobrável (45 x 28 cm).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMagnífico exemplar da tiragem especial com as estampas coloridas. Trata-se da primeira edição da mais bela obra da tipografia portuguesa ilustrada sobre viagens de exploração no continente africano.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eOs exemplares são raríssimos no mercado e quase sempre apresentam muitos defeitos. Julgamos que a edição constou apenas de 100 exemplares, sendo 20 coloridos manualmente a água-tinta.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eUMA EXPEDIÇÃO PORTUGUESA AO REINO DO CAZEMBE\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO Cazembe, correspondendo hoje aproximadamente ao território do Katanga e parte da Zâmbia, formava um reino (ou império, como também é citado) que se constituía tradicionalmente como vassalo da cultura Luba-Lunda, e particularmente vassalo e representante simbólico do Império do Muata-Ianvo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO Muata Cazembe – literalmente Marechal Cazembe – era descendente do parentesco linhageiro matrilinear dos Lundas, assim como a sua restante corte e aristocracia. A importância geoestratégica do território do Cazembe deve-se a vários e revelantíssimos factores que explicam toda a organização social e económica das nações centrafricanas tais como: local de passagem das principais rotas comerciais percorridas durante séculos entre a costa oriental e ocidental pelos pombeiros (tidos como comerciantes em geral e comerciantes de escravos em particular); a sua existência no centro da região dos Grandes Lagos que lhes permitia a auto-subsistência; a dificuldade de passagem de estrangeiros pelas regiões pantanosas e doentias (tendo os portugueses falhado as inúmeras tentativas de travessia completa da África durante quase 400 anos); o monopólio do marfim imposto a outros reinos limítrofes do Cazembe; e a profunda riqueza em minas de cobre que permitiram ao Cazembe ser o principal “emissor” dessa moeda de troca africana (o valor relativo verifica-se na monografia de Gamito, quando este segundo comandante recebe 2 escravos de oferta, enquanto o comandante Monteiro recebe de oferta uma barra de cobre).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA riqueza em cobre, procurada e cartografada pela expedição de Gamitto, não é arrolada no texto, sendo escamoteada e referidas as várias outras riquezas do território, tais como as pastagens e outros aspectos da subsistência das populações.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO Muata Cazembe tinha um território que se estendia desde o rio Lualaba (situando-se a ocidente o reino Luba-Lunda, a norte o reino Luba, e a leste o território Luba-Bemba). Segundo os portugueses, o Muata tinha a possibilidade de arregimentar 20 mil homens.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eOs portugueses esperavam estabelecer uma rota comercial no interior ligando os territórios de Angola e Moçambique. No entanto a geografia humana e as suas complexas relações de poder eram então desconhecidas. As rotas comerciais dos mercadores árabes encontravam-se bem estabelecidas para o interior. A única informação de fontes europeias era o diário de viagem do Dr. Lacerda que tinha morrido no Cazembe em 1798. As viagens levadas a cabo em 1831-32, e posteriormente em 1843-46, 1847-50 e 53 destinaram-se a estender o domínio português das zonas costeiras até ao interior, o que não fora efectivamente realizado nos tempos posteriores aos Descobrimentos. (vide 'As Viagens de Capello e Ivens', Teresa Bernardino, in Nação e Defesa).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO território do Império da Lunda, que exercia suserania sobre o Cazembe, tinha uma área de influência e até uma existência nominal, senão desconhecida, pelo menos muito discutida na época, omitindo os exploradores a palavra e o conceito de Lunda. Quando esta obra se encontrava já no prelo, foi recebida uma carta manuscrita de J. Rodrigues Graça, datada da Banza ou Muata Iamvo de 20 de Outubro de 1847. Continha o diário das viagens deste explorador desde o ano de 1843 (vide Vol. II pág. 205). Gamitto menciona nas notas finais comparativas do seu diário, que este viajante (Vol. II, pág. 210) fala de Matianvo, mas nunca refere Lunda ou Lundas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eGamitto entende chamar Lunda à capital do Cazembe, colocando essa denominação no final do mapa-itinerário em extra-texto. Posteriormente Capelo e Ivens (De Angola à Contra-costa, 1886, pág. 16) referem que 'Correia Monteiro e António Gamitto empreendem e levam a cabo uma viagem do Zambeze à Lunda do Cazembe'. Dever-se-ia dizer, stritu sensu, o Cazembe da Lunda. Contudo até ao final do século XIX as relações políticas na África Central são confusas para os europeus. Gamito procura esclarecer estas relações entre os nativos de costa a costa, demonstrando correctamente as relações de suserania, remetendo para as partes do texto do diário onde próprio autor já tinha efectuado esse levantamento (vide 1º edição págs. 335, 348, 349 e 486; idem vide tradução de Cunnisson Vol. II, pág. 204 e seguintes); e não esquecendo de mencionar a própria subsidiariedade (segundo o conceito nativo) do Rei de Portugal (dito reino do Muene Puto) ao Império da Lunda.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA abordagem histórica actual (vide Kisangani \u0026amp; Scott, 2010, lvii) refere \"the Lunda Empire and its Kazembe offshoot (...) Lunda subcultures, one this was Kazembe\" (o Império Lunda e o seu ramo Kazembe (...) As subculturas Lunda, uma das quais era Kazembe). Os mesmos autores referindo-se às expedições de Lacerda dizem: 'Portuguese merchants made contact with Kazembe after the Empire had already existed for more than 50 years' (Os comerciantes portugueses estabeleceram contacto com os Kazembe depois de o Império já existir há mais de 50 anos).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA primeira edição - da qual apresentamos este magnífico exemplar - é um item de grande valor dado possuir um texto primorosamente impresso e raríssimas gravuras coloridas, com quadros de dados preciosos para o entendimento das relações económicas de poder entre o Império da Lunda e os seus reinos tributários; por apresentar um quadro descritivo da marcha da expedição, o qual foi expressamente omisso nas edições do século XX; e ainda pelo facto de conter no texto as remissões do autor e do editor para as partes fulcrais do texto onde se esclarecem as relações de suserania e vassalagem acima mencionadas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eSobretudo podemos afirmar que esta obra constitui uma importante fonte histórica e etnográfica para o conhecimento dos povos que habitavam estes territórios da África Central nesta época.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNa história do colonialismo europeu o momento fulcral da expedição ocorre com a chegada à capital do Cazembe, à qual os exploradores chamam Lunda, tratando-se na verdade de uma Lunda latu sensu:\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn Muata Cazembe \/ King Kazembe: vide November 9, […] [EN] We reached the small Chimpili Hill. The place where we are belongs belongs to the Fumo-Nsipo, who is a Chilolo of second rank. We are awaiting orders from the Mwata to march to Lunda. […] [PT] Novembro 9 […] Chegámos à pequena serra Chempire. O logar onde estamos, pertence ao Fumo Insipo, o qual é um Quilôlo de segunda ordem. Esperamos a ordem do Muata para marcharmos para Lunda. […].\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eTendo a expedição atingido a capital, não foi, no entanto, autorizada a prosseguir para oeste, para a Lunda no sentido propriamente dito, e chegar à costa ocidental africana. O Muata Cazembe não se contentou com tecidos, missangas e quinquilharias. As espingardas eram conhecidas e utilizadas pelos cazembes na caça ao elefante e o rei necessitava de toda a pólvora possível. Desconfiou que os viajantes escondiam a pólvora (o que percebemos pelo Diário de Gamitto que era verdade). O Muata ordenou um bloqueio completo dos contactos e das trocas do seu povo com a expedição. Uma vez que não desejava tocar nos exploradores, dirigiu as suas ameaças aos seus súbditos, torturando-os quando se aproximavam da expedição, o que impressionou profundamente os europeus, levando-os finalmente ao seu retrocesso para Tete. Eugenia W. Herbert, in \"Red Gold of Africa. Cooper in Precolonial History and Culture\" diz: «Despotic Kazembe had ruined, through his wars, the lands from which ivory, cooper and green stone came» (O despótico Kazembe tinha arruinado, através das suas guerras, as terras de onde provinham o marfim, o cobre e a pedra verde).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA partir de 1860 o Cazembe entra em declínio com o fim do primeiro Império da Lunda. O seu comércio de cobre e de marfim foram tomados pelos comerciantes Msiri e Tippu Tip, os quais atacaram e mataram o Muata Kazembe VIII. Até à morte de Msiri, em 1890, este interferiu na sucessão dos Muatas Cazembe.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm 1894 o vale do Luapula e as margens ocidentais do lago Meru foram divididas entre a Rodésia Nordeste (administrada pela British South Africa Company) e o erradamente denominado Estado Livre do Congo pertencente à Bélgica, tratando-se do maior paradigma de divisão colonial, ignorando a existência de uma nação e de um povo, e dividindo o território ao meio. Os belgas nomearam chefes que não estavam subordinados ao Muata Cazembe e à sua estrutura tradicional, mas que pertenciam à estrutura dos Luba-Lundas, anterior aos cazembes, chamados 'os donos-da-terra'. Os ingleses nomearam funcionários estabelecendo uma 'indirect rule', onde a justiça tradicional dos chefes pele-de-leopardo perdeu a sua autoridade. Nos séculos XIX e XX foi aberta a exploração intensiva do cobre, transportado através das linhas transcontinentais, tais como o Caminho-de-ferro de Benguela, escoando as riquezas até ambas as costas africanas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e«António Cândido Pedroso Gamitto, natural de Setúbal, n. em 1806, Major do Exército, e Cavaleiro da Ordem de S. Bento de Avis etc. etc. Serviu militarmente por mais de dezassete anos na província de Moçambique, para a qual foi despachado Alferes em 1825. Ainda em 1853, sendo Governador da torre do Outão, teve de voltar a Africa, nomeado Governador do districto de Tete, cujo lugar exerceu por tempos. Tem publicados vários artigos no \u003cem\u003eArchivo Pittoresco\u003c\/em\u003e, 1857-1858, fruto das suas observações e da experiência adquirida durante a sua demorada residência nos diversos países da Africa oriental.»\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eGamitto, segundo comandante da expedição, era um observador com um interesse genuíno pelos costumes e tradições dos povos que encontrava. A sua narrativa regista informações etnográficas valiosas sobre os Malawi, os Cewa e Tumbuka, os Bisa, os Lunda e os Bemba. Gamitto foi o primeiro a referir que os Malawi eram matrilineares e descreveu com todo o pormenor vários processos técnicos e costumes que, entretanto, desapareceram.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] In octavo. 21x13 cm. xxv, 501, [ii] pp.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eContemporary full gold-tooled black sheepskin binding, with gilt edges signed by Ferin \u0026amp; Robin. A very fine copy.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIllustrated with 22 hand-coloured lithographed plates, and a folding lithographed map (45 x 28 cm), hand-coloured in outline.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMagnificent copy of the special edition with the coloured prints. This is the first edition of the most beautiful illustrated work of Portuguese typography on voyages of exploration on the African continent.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCopies are very rare on the market and almost always have many defects. We believe that the edition consisted of only 100 copies, 20 of which were hand-coloured in ink.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eA PORTUGUESE EXPEDITION TO THE KINGDOM OF KAZEMBE […].\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThe Cazembe, corresponding today roughly to the territory of Katanga and part of Zambia, formed a kingdom (or empire, as it is also referred to) that was traditionally constituted as a vassal of the Luba-Lunda culture, and particularly vassal and symbolic representative of the Muata-Ianvo Empire.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThe Muata Cazembe - literally Marshal Cazembe - was descended from the matrilineal lineage of the Lundas, as was his court and aristocracy. The geostrategic importance of Cazembe's territory is due to several revealing factors that explain the entire social and economic organisation of the Central African nations, such as: the crossing point of the main trade routes travelled for centuries between the east and west coasts by the \u003cem\u003epombeiros\u003c\/em\u003e (considered to be traders in general and slave traders in particular); their existence in the centre of the Great Lakes region, which allowed them to be self-sufficient; the difficulty of foreigners passing through the swampy and diseased regions (the Portuguese having failed in their numerous attempts to cross Africa completely for almost 400 years); the ivory monopoly imposed on other kingdoms bordering Cazembe; and the deep wealth in copper mines that allowed Cazembe to be the main \"issuer\" of this African currency (the relative value is seen in Gamito's monograph, when the second commander receives two slaves as a gift, while the commander Monteiro receives one bar of copper as a gift).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThe copper wealth sought and mapped by Gamitto's expedition is not listed in the text, but the various other riches of the territory, such as pastures and other aspects of the people's subsistence, are glossed over.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThe Muata Cazembe had a territory that stretched from the Lualaba River (to the west the Luba-Lunda kingdom, to the north the Luba kingdom, and to the east the Luba-Bemba territory). According to the Portuguese, the Muata had the ability to gather 20,000 men.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThe Portuguese hoped to establish an inland trade route linking the territories of Angola and Mozambique. However, human geography and its complex power relations were unknown at the time. The trade routes of the Arab merchants were well established towards the interior. The only information from European sources was the travel diary of Dr Lacerda, who had died in Cazembe in 1798. The voyages undertaken in 1831-32, and later in 1843-46, 1847-50 and 53 were intended to extend Portuguese rule from the coastal areas to the interior, something that had not really been done in the time after the Discoveries. (vide 'As Viagens de Capello e Ivens', Teresa Bernardino, in Nação e Defesa).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThe territory of the Lunda Empire, which exercised suzerainty over Cazembe, had an area of influence and even a nominal existence, if not unknown, at least much discussed at the time, with explorers omitting the word and concept of Lunda. When this work was already in press, a handwritten letter was received from J. Rodrigues Graça, dated Banza or Muata Iamvo on 20 October 1847. It contained a diary of the explorer's travels since 1843 (see Vol. II, p. 205). Gamitto mentions in the comparative endnotes of his diary that this traveller (Vol. II, p. 210) speaks of Matianvo, but never mentions Lunda or the Lundas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eGamitto decided to call Lunda to the capital of Cazembe, putting this name at the end of the \u003cem\u003ehors-texte\u003c\/em\u003e itinerary map. Later Capelo and Ivens (De Angola à Contra-costa, 1886, p. 16) state that 'Correia Monteiro and António Gamitto undertook and carried out a journey from Zambezi to Lunda do Cazembe'. One should say, stritu sensu, the Cazembe of the Lunda. However, until the end of the 19th century, political relations in Central Africa were confusing for Europeans. Gamito tries to clarify these relations between the natives from coast to coast, correctly demonstrating the relations of suzerainty, referring to the parts of the text of the diary where the author himself had already made this survey (see 1st edition pp. 335, 348, 349 and 486; idem see translation by Cunnisson Vol. II, p. 204 and following); and not forgetting to mention the very subsidiarity (according to the native concept) of the King of Portugal (said to be the kingdom of Muene Puto) to the Empire of the Lunda.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThe current historical approach (see Kisangani \u0026amp; Scott, 2010, lvii) refers to \"the Lunda Empire and its Kazembe offshoot (...) Lunda subcultures, one this was Kazembe\". The same authors, referring to Lacerda's expeditions, say: 'Portuguese merchants made contact with Kazembe after the Empire had already existed for more than 50 years'.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThe first edition - of which we present this magnificent copy - is an item of great value as it has an exquisitely printed text and very rare coloured engravings, with tables of precious data for understanding the economic relations of power between the Lunda Empire and its tributary kingdoms; for presenting a descriptive table of the expedition's progress, which was expressly omitted from 20th century editions; and also for the fact that the text contains the author's and publisher's references to the key parts of the text where the aforementioned relations of suzerainty and vassalage are clarified.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMost of all, we can say that this work is an important historical and ethnographic source for our knowledge of the peoples who inhabited these territories of Central Africa at this time.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn the history of European colonialism, the pivotal moment of the expedition occurs with the arrival in the capital of Cazembe, which the explorers call Lunda, but which is actually a Lunda latu sensu:\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn Muata Cazembe \/ King Kazembe: vide November 9, […] We reached the small Chimpili Hill. The place where we are belongs belongs to the Fumo-Nsipo, who is a Chilolo of second rank. We are awaiting orders from the Mwata to march to Lunda. […]\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eOnce the expedition had reached the capital, it was not, however, authorised to continue west, to Lunda in the proper sense, and reach the west African coast. The Muata Cazembe was not content with cloth, beads and trinkets. Rifles were known and used by the Cazembes for elephant hunting and the king needed as much gunpowder as possible. He suspected that the travellers were hiding the gunpowder (which we understand from Gamitto's diary was true). The Muata ordered a complete blockade of his people's contacts and exchanges with the expedition. Since he didn't want to touch the explorers, he threatened his subjects, torturing them as they approached the expedition, which deeply impressed the Europeans and finally led them to retreat to Tete. Eugenia W. Herbert, in \"Red Gold of Africa. Cooper in Precolonial History and Culture\" says: \"Despotic Kazembe had ruined, through his wars, the lands from which ivory, cooper and green stone came\".\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAfter 1860, Cazembe went into decline with the end of the First Lunda Empire. Its copper and ivory trade was taken over by the merchants Msiri and Tippu Tip, who attacked and killed Muata Kazembe VIII. Until Msiri's death in 1890, he interfered in the succession of the Muata Kazembe.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn 1894 the Luapula valley and the western shores of Lake Meru were divided between North-Eastern Rhodesia (administered by the British South Africa Company) and the erroneously named Congo Free State belonging to Belgium. This was the greatest paradigm of colonial division, ignoring the existence of a nation and a people, and dividing the territory in half. The Belgians appointed chiefs who were not subordinate to the Muata Cazembe and its traditional structure, but who belonged to the structure of the Luba-Lundas, which predated the Cazembes, called 'the owners of the land'. The British appointed officials establishing 'indirect rule', where the traditional justice of the leopard-skin chiefs lost its authority. In the 19th and 20th centuries, the intensive exploitation of copper was opened up, transported via transcontinental lines such as the Benguela railway, draining the wealth to both African coasts.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\"António Cândido Pedroso Gamitto, born in Setúbal in 1806, Major in the Army and Knight of the Order of St Benedict of Avis etc. etc. He served for more than seventeen years in the province of Mozambique, to which he was commissioned Ensign in 1825. Still in 1853, as Governor of the Outão tower, he had to return to Africa, appointed Governor of the Tete district, a post he held for some time. He has published several articles in \u003cem\u003eArchivo Pittoresco\u003c\/em\u003e, 1857-1858, consequence of his observations and experience acquired during his lengthy residence in the various countries of East Africa.\"\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eGamitto, second-in-command of the expedition, was an observant traveller with a genuine interest in the customs and traditions of the peoples he encountered. His narrative registers valuable ethnographic information on the Malawi, the Cewa and Tumbuka, the Bisa, the Lunda, and the Bemba. Gamitto was the first to report that the Malawi were matrilineal and described in full detail several technical processes and customs that have since disappeared.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eReferências\/References:\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMendelssohn I, p.586;\u003cbr\u003e not in Gay, Bibl. de l\"Afrique et l\"Arabe; \u003cbr\u003ecf. Cunnison, 'Kazembe and the Portuguese 1798-1832', in: Journal of African History, vol. 2 (1961), no. 1, pp. 61-76; \u003cbr\u003eMarwick, 'An Ethnographic Classic Brought to Light', in: Africa vol. 34 (Jan. 1964), no. 1, pp. 46-56.\u003cbr\u003e Inocêncio, VII, 103, VI, 135 \u003cbr\u003eCordier Japonica 1912: 401, 402; \u003cbr\u003eHubbard \u0026amp; Walter 1994: OAG 96; \u003cbr\u003eLaures 1957: 623; \u003cbr\u003ePagès 1859: 351; \u003cbr\u003eSoares: I 136-138. \u003cbr\u003eStreit VI, 1445; \u003cbr\u003eReiss \u0026amp; Auvermann, Auction 40; \u003cbr\u003eBarry Lawrence Ruderman Antique Maps Inc.\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58466028192076,"sku":"1103CS016","price":54000.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1103CS016_1.jpg?v=1789463904"},{"product_id":"1103cs036","title":"ALVARES DA CUNHA. (Antonio) OBELISCO PORTVGVES, CRONOLOGICO, GENEALOGICO, E PENAGIRICO,","description":"\u003cp\u003eQUE AFECTUOSAMENTE CONSTRUE D. ANTONIO ALVARES DA CVNHA. AO MAIS FAUSTO DIA, QUE EM MUITOS SECULOS VIO LISBOA, NO BAPTISMO DA SERENISSIMA INFANTA D. ISABEL MARIA IOSEPHA, LISBOA. Na officina de Antonio Craesbeeck de Mello, Impressor de Sua Alteza. Anno 1669.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn 8.º de 19x15 cm. com [iv], 130 págs. Encadernação da época inteira de pele, com nervos e rótulo vermelho na lombada.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com leve pico de traça marginal e carimbo de posse na folha de rosto.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eInocêncio I, 84. “D. ANTONIO ALVARES DA CUNHA, não menos illustre por sangue que esclarecido por seu talento, foi 15.º senhor de Taboa, Ouguella etc., Commendador da Ordem de Christo, Coronel das Ordenanças da Côrte, Guarda mór da Torre do Tombo, um dos fundadores e Secretario da Acad. dos Generosos, etc., etc. - N. em Gôa em 1626, e m. em Lisboa a 26 de Maio de 1690, deixando numerosa descendencia. Obelisco Portuguez chronologico, genealogico e panegyrico, ao fausto dia do baptismo da serenissima infanta D. Isabel Maria Josepha. Lisboa, por Antonio Craesbeeck de Mello 1669. 4.º de 130 pag. - Preço de 240 até 400 réis. Pouco vulgar. O sr. Figaniere possue um exemplar, e eu tenho outro.”\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58466030682444,"sku":"1103CS036","price":4800.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1103CS036_1.jpg?v=1789463908"},{"product_id":"1103cs040","title":"REGVLA SANCTISSIMI BENEDICTI MONACHORVM","description":"\u003cp\u003eOMNIVM PATRIS ALMIFICI. Cum facultate supremi Senatus Sanctae \u0026amp; generalis Inquistionis, \u0026amp; Ordinarij. Execudebat Antonius Riberius Olysippone, expensis Congregationis sacti Patris Benedicti. 1586.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn 8.º com 18x13,5 cm. Com [vi], 68 fólios. Encadernação do final do século XVIII com cantos e çombada em pele com rótulo e ferros a ouro. Pastas revestidas a papel decirativo marmoreado.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eImpressão adornada com capitulares xilográficas, duas imagens diferentes de S. Bento, na folha de rosto e no último fólio e um escudo tipográfico também no último fólio. Primeira edição. Licença dada por Bartolomeu Ferreira, censor de Os Lusíadas. Anselmo 973. D. Manuel 190. [Junto com:]\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eREGRA DO GLORIOSO PATRIARCHA SAM BENTO,\u003c\/strong\u003e TIRADA DE Latim em ligoajem Portuguesa, por industria do muito R. P. F. Plácido Villalobos Geral nesta Congregação de Portugal. Foi impressa em Lisboa, com licença do Supremo conselho da Sancta Inquisição, por Antonio Ribeiro, á custa da Congregação de Sam Bento. 1586.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn 8.º com [iv], 49, [i] fólios.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eTradução de Fr. João Pinto. Primeira edição. Licença dada por Bartolomeu Ferreira, censor de Os Lusíadas. Impressão adornada com capitulares xilográficas, duas imagens diferentes de S. Bento, na folha de rosto e no último fólio, e uma gravura de pagina inteira no verso do último fólio, nesta gravura utilizou-se as mesmas xilogravuras  com se imprimiu a folha de rosto da primeira edição de Os Lusíadas, pelicano com a cabeça para a esquerda, o que talvez permita desfazer a ideia de que a chapa se estragou e que por isso se utilizou uma chapa diferente, pelicano com a cabeça virada para a direita na tiragem B. Exemplar com antigos restauros marginais (à cabeça e no pé) nas folhas de rosto para remoção de assinaturas de posse. Estas duas primeiras edições da regra de S. Bento, embora publicadas em simultâneo são dois especímens bibliográficos diferentes. Anselmo 972. D. Manuel 191.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] Rules of the Benedictine Chapter in Latin language, 1586. Together with: Rules of the Benedictine Chapter in Portuguese language, 1586.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn 8. º (18x13, 5 cm) with [vi], 68 folios; together with [iv], 49 [i] folios. Binding: ¾ calf bound by the end of the 18th Century.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThese two first editions of the Benedictine Rules, though published at the same time; they are two different bibliographical specimens. Latin text with the Rules of the Chapter is illustrated with woodcuts, two different images of S. Benedict, on the title and the last folio and a typographical devise also in the last folio. License to print given by Bartholomew Ferreira (the same censor of the poem Lusíadas). Translation of Fr. João Pinto. The Portuguese text of the Rules of the Chapter are illustrated on the last folio or colophon (actually it is a full page “frontispiece” on the verse of last folio). On this engraving the printer used the same intaglio printed at the frontispiece of the first edition of The Lusíadas (pelican head to the left) which is a proof that the intaglio was not lost or damaged between the first and the second edition of the Lusíadas. Copy with marginal old restorations (head and foot of titlepage) for the removal of ownerships.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAnselmo 973. D. Manuel 190. Anselmo 972. D. Manuel 191.\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58466031075660,"sku":"1103CS040","price":54000.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1103CS040_1.jpg?v=1789463909"},{"product_id":"1103cs041","title":"PROPRIUM SANCTORUM ORDINIS S. P. BENEDICTI PORTUGALENSIS.","description":"\u003cp\u003eULYSSIPONE, Ex Typographia Antonij Pedrozo Galraõ. M. DCC. [1700]. Cum facultate Superiorum. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003en 4º de 24x17 cm com [viii], 92 págs. Encadernação da época em pergaminho, proveniente de uma folha de um livro de cantochão.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eImpressão a negro e vermelho, com o texto em latim a duas colunas, adornada com uma gravura de S. Bento ao centro da folha de rosto e um florão de remate no verso do último fólio.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com um pequeno furo de traça desde a pasta anterior até à página 76, sem atingir o texto.  \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eSerá a 4ª edição deste livro muito raro, a Biblioteca Nacional de Portugal, não regista exemplares. As anteriores edições foram publicadas em Coimbra, 1646; Lisboa, 1667 e Lisboa, 1680. Posteriormente foram publicadas edições em 1739 e 1759. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLivro com os ofícios para serem rezados nas horas canónicas de cada dia, relativos aos santos próprios da Ordem de S. Bento em Portugal.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNas folhas preliminares contém os calendários dos santos e das festas de Cristo e da Virgem Maria celebradas em cada mês, calendário dos domingos, dos profetas e das antífonas, com explicações. Cada ofício é constituído por leituras, hinos e orações.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] Dim.: In 4.º (24x17 cm) with [viii], 92 pp.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBinding: Contemporary full parchment originally from a leaf of a chant book.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIt is printed in black and red with the Latin text in two columns. It is decorated on the centre of title page with an engraving of St. Benedict, and an end fleuron on the verso of the last folio.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThe copy presents a small bookworm hole from the front board through page 76 with no text loss.  \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThis might be the 4th edition of this very rare book. There are no copies registered in the Portuguese National Library. The former editions were published in 1646 in Coimbra; 1667 in Lisbon; and 1680 also in Lisbon. Later there were published other editions in 1739 and 1759.  \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThis book contains the services to be carried out during the canonical hours of each day and are related with the saints of the Order of St. Benedict in Portugal.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThe preliminary leaves contain the calendars of the saints and the festivities of Christ and of the Virgin Mary celebrated each month; the calendar of Sundays, of the prophets, and of the antiphons, all with explanations. Each service is composed of lectures, hymns and prayers.         \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58466031403340,"sku":"1103CS041","price":5400.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1103CS041_1.jpg?v=1789463910"},{"product_id":"1104cs023","title":"VIGNOLA. (Giacomo Barozio da) REGLES DES CINQ ORDRES D’ARCHITECTURE","description":"\u003cp\u003ede Jacques Barozzio de Vignole. NOUVEAU LIVRE. On y joint un essai sur les mêmes Ordres, suivant le sentiment des plus Célébres ARCHITECTES. Le tout enrichi de Vignettes et Cartels; dessinés Et Gravés par Babel. A Paris. Chez Jacques Cherreau. M.DCC.XLVII. [1747]. Avec Privilége du Roy. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn 8º de 24,3x19,4 cm. Com [iii], 150, [xliii] págs. Encadernação da época inteira de pele com ferros a ouro e rótulo. Folhas de guarda em papel marmoreado da época.   \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eProfusamente ilustrado com retrato do autor desenhado e gravado por Moreau, gravura da pagina 102 desenhada por N. le Sueur e aberta a buril em chapa de cobre por M. Aubert. Todo o texto é gravado e inclui 94 desenhos de arquitectura e 36 vinhetas da autoria de P. E. Babel. As vinhetas foram publicadas pela primeira vez nesta edição.    \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com desgastes na encadernação, na lombada e cantos, com perda de pele nas coifas e nas charneiras, com assinatura de posse coeva no pé da folha de rosto, pequenas manchas de humidade no pé de algumas folhas e im pequeno furo de traça no mesmo local. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA numeração árabe tem intercaladas 41 páginas em branco sem numeração e no fim inclui 1 pagina com o privilégio e 1 página em branco. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdição muito rara que não tem exemplares catalogados na BNF. Obra muito importante que exerceu uma vasta e prolongada influência no ensino e na prática da arquitectura. Foram publicadas mais de 250 edições até aos nossos dias.   \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eGiacomo Barozio da Vignola. (Modena 1507 - Roma 1573) célebre arquitecto italiano do período maneirista. Discípulo de Miguel Ângelo, trabalhou em Fontainebleau, em Bolonha e em Roma. As suas obras primas são a Vila Farnese, em Caprarola e a Igreja de Jesus, em Roma. Continuou o trabalho de Miguel Ângelo na Basílica de S. Pedro. É autor de duas obras: Regole delle cinque ordini d'architettura, Roma, 1562 e Due regole della prospettiva pratica, Bolonha, 1583.  \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eChristie's, 2013, 740. \u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58466037924172,"sku":"1104CS023","price":3600.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1104CS023_1.jpg?v=1789463939"},{"product_id":"1104jc036","title":"PUSICH. (Antónia Gertrudes) BIOGRAFIA DE ANTONIO PUSICH. [ENCADERNAÇÃO ARMORIADA.]","description":"\u003cp\u003eContendo 18 documentos de relevantes serviços prestados a Portugal por este illustre varão. RESUMO DA HISTORIA DA REPUBLICA DE RAGUSA e sua antiga litteratura. Por… Lallemant Frères Typ. Lisboa. 1872.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn 4.º de 23x16 cm. Com viii-152 págs. Encadernação da época armoriada inteira de marroquin azul escuro com ferros a ouro nas esquadrias das pastas e super-libris armoriado com a Coroa Real de Portugal. Cortes dourados por folhas e as guardas em papel decorativo acetinado. Ilustrado com gravuras extra-texto com os retratos da biografa e do biografado.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com ex-libris da biblioteca de António Capucho.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eRaro. Muito importante para a história do fim do Antigo Regime, com a corte no Brasil, e a revolução liberal de 1821 a 1833, em especial os acontecimentos no Arquipélago de Cabo Vede, pois a autora foi testemunha ocular de tudo o que narra e descreve nesta obra.   \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEstá dividida num extenso Proémio e duas partes: Primeira parte, Dias de prosperidade (1760-1821); Segunda parte, Dias de tribulação (1821-1833). Inclui 4 poesias da autora em memória do pai, a transcrição de 18 documentos, entre eles: Cópias das actas das sessões da Junta do Melhoramento da Agricultura de Cabo Verde; Parecer sobre as descobertas de minas de ouro e de prata em Cabo Verde; diversas certidões em especial a certidão dos serviços prestados, de 1831; Preâmbulo à descrição hidrográfica das Ilhas de Cabo Verde. Inclui também um resumo da história de Ragusa e breves notas sobre obras literários e históricas de autores de Ragusa.   \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAntónia Gertrudes Pusich (São Nicolau, Cabo Verde, 1805 - Lisboa, 1883) escritora, poetisa, jornalista, música. Filha de António Pusich. Foi a primeira mulher a fundar e dirigir jornais em Portugal. Foi intransigente católica, apesar de ter pertencido a uma loja macónica, muito fiel à família real e ao mesmo tempo feminista, tendo defendido o direito das mulheres à instrução numa verdadeira cruzada. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFoi principalmente uma poetisa sendo a sua primeira obra impressa um soneto dedicado a António Feliciano de Castilho, publicado em Outubro de 1843 na revista “Correio das Damas'.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEscreveu várias peças de teatro, de que só foi impresso o drama, Constança, em 1853, tendo ficado em manuscrito mais seis peças; escreveu muitas poesias que foram publicadas em jornais ou ficaram manuscritas, dois opúsculos de intervenção político-social e dois romances, um em prosa e outro em verso, Olinda\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFoi interprete e compositora de peças musicais, sendo desconhecido o paradeiro de muitas delas com excepção de uma Valsa, impressa, em Lisboa, por J. P. Ziegler \u0026amp; Companhia, no ano de 1850.    \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMas o campo onde mais se evidenciou foi como jornalista tendo fundado, dirigido e sido redactora de três jornais: A Assembléa Litteraria: jornal de instrução, 1849 a 1851;, A Beneficencia, 1852 a 1855 e A Cruzada, jornal religioso e literario, 1858, tendo além disso vasta colaboração de jornalista e de poetisa em muitas publicações periódicas da época.  \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAntónio Pusich (Ragusa, 1760 - Lisboa, 1833) militar croata que veio para Portugal, (naturalizou-se em 1791) e foi Intendente-geral da Marinha da capitania de Cabo Verde, desde 1801 a 1810 e Governador da Capitania de Cabo Verde de 1818 a 1821.   \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eRef: \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMaria de Lurdes Caldas - Apresentação. In: Olinda ou a Abbadia de Cumnor-Place. Praia: Livraria Pedro Cardoso, 2024. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMaria de Lurdes Caldas - Antónia Pusich: uma mulher invulgar. Coimbra: Minotauro, 2022 \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNikica Talan - Antónia Pusich: vida e obra. Zagreb\/Dubrovnik. Hazu, 2006\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNikica Talan - In memorian à esquecida Antónia Gertrudes Pusich. SRAZ L,, 145-192 (2005) \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eInocêncio I, 77.\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58466037956940,"sku":"1104JC036","price":3600.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1104JC036_1.jpg?v=1789463939"},{"product_id":"1104jc066","title":"ARAÚJO GOMES. (Miguel Justino de) MANUSCRITOS: 3 NOVOS DRAMAS RELIGIOSOS INÉDITOS. BRAGA. 1848-1850.","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eD. AFONSO OU O TRIUNFO DA CRUS.\u003c\/strong\u003e DRAMA em 5 Actos. Composto por Miguel Justino de Araujo Gomes Monge da extinta Congregação de S. Bento. 1850.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJunto com:\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eOS MACHABEUS\u003c\/strong\u003e [Tragédia em 5 actos, sem folha de rosto, sem elenco e sem data].\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJunto com:\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eJOZE NO EGIPTO\u003c\/strong\u003e ou a virtude premiada NOVO DRAMA. Em 4 Epocas ou Actos. E 7 quadros. Composto por Miguel Justino de Araujo Gomes Monge da extinta Congregação de S. Bento. 1848.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn 8.º de 21x15 cm. com 85-41-66 fólios não numerados, apresentando 1 fólio obliterado na 1ª obra, 1 fólio obliterado na 2ª obra, vários fólios com rasgos (recuperáveis e sem afectar leitura do manuscrito) devido a uma avaria antiga na encadernação e ausência (já mencionada) da folha de rosto e do elenco da segunda obra.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernação da época, cansada, inteira de pele com nervos e ferros a ouro na lombada e nas casas abertas e no rótulo verde com o título \"\u003cem\u003eNOVOS DRAMAS\u003c\/em\u003e\". Coifas danificadas e tranchefilas expostas. Corte de folhas marmoreado.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eManuscrito redigido na sua totalidade a uma só mão, possivelmente do próprio autor, manuseado e com anotações corográficas marginais redigidas pela mesma mão e ainda sete fólios (encontrando-se um danificado) de uma partitura musical pertencente à última obra colacionada \"\u003cem\u003eJosé no Egipto\u003c\/em\u003e\", com partes para piano e partes para canto.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eConjunto de importantes obras de teatro, ao gosto neo-clássico, cuja existência já tinha sido referenciada por Inocêncio Francisco da Silva, em 1862, no Dicionário Bibliográfico Português.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA Biblioteca Nacional de Portugal - BNP - apenas possui deste autor um pequeno folheto impresso com 23 páginas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eInocêncio VI, 239 e XVII, 58: \"Padre Miguel Justino d\"Araújo Gomes Alvares, Presbítero egresso da extinta congregação dos Monges Beneditinos, na qual professou com o nome de Fr. Miguel da Madre de Deus, a 27 de Dezembro de 1825; Mestre de Teologia na sua Ordem, e Professor de Historia Sagrada, Filosofia e Retórica no Seminário Bracarense; Cónego da Sé de Braga, Examinador Sinodal do Arcebispado, e Pregador Régio honorário, etc. Natural de Braga; nasceu a 9 de Maio de 1804. Morreu em Novembro de 1863. A notícia que dou acerca das [suas] obras vai toda fundada sobre informações recebidas; porque não as possuo, nem tive ocasião de examiná-las ocularmente. O autor conservava em seu poder, segundo consta, bom número de poesias no gosto chamado «clássico»; muitos sermões pregados em diversas terras da província do Minho; e alguns dramas bíblicos, que se representaram pelos estudantes no seminário de Braga\".\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] MANUSCRIPTS: 3 UNPUBLISHED RELIGIOUS DRAMAS from Miguel Justino de ARAÚJO GOMES, a priest rom the Congregation of St. Benedict. BRAGA. Portugal 1848-1850.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eD. Afonso OR THE TRIUMPH OF THE CROSS. Drama in 5 Acts, 1850.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eTogether with: THE Machabeus, aTragedy in five acts; no cover sheet; without cast; and undated.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eTogether with: JOZE IN EGYPT. In 4 Acts. And 7 frames.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn 8º (21x15 cm) with 85-41-66 unnumbered folios, with one folio obliterated in 1st work; 1 folio obliterated in the 2nd work; several folios with damages (recoverable and without affecting the reading of the manuscript); and absence of the title page and the second work cast.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBinding: contemporary full calf with a green label with the title \"NEW DRAMAS\"; with damaged spine tops. Marbled edges. Manuscript written by a single hand - possibly the author himself - and marginal notes written by the same person. A musical score belongs to the last work “Joseph in Egypt\" with parts for piano and parts for chorus. Important theater works, neo-classical style, already aknowledge by the bibliographer Inocêncio.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThe National Library of Portugal - BNP - only has a small printed booklet with 23 pages written by this author.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58466039497036,"sku":"1104JC066","price":4800.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1104JC066_1.jpg?v=1789463947"}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/collections\/ChatGPT_Image_25_08_2026_18_51_04.png?v=1787680501","url":"https:\/\/garimpodoslivros.com.br\/collections\/livros-raros.oembed?page=2","provider":"Garimpo dos Livros","version":"1.0","type":"link"}