{"product_id":"2409rs256","title":"CAMÕES. (Luís Vaz de) OS LUSIADAS.","description":"\u003cp\u003ePoema Epico em Dez Cantos por Luiz de Camões. Acompanhado da versão franceza do mesmo poema por Fernando de Azevedo, Precedido de um prologo por M. Pinheiro Chagas, Socio effectivo da Academia Real das Ciencias. Desenhos de Sousa dos Reis. Gravuras de J. Pedroso. Imprensa Nacional. Lisboa. 1878. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDe 38,5x29 cm. Com xxxviii, 337, [ii] págs. Encadernação da época inteira de pele, com nervos, um rótulo e ferros a ouro, em casas fechadas, na lombada, nas pastas formando esquadrias com motivos vegetalistas e nas seixas. Corte das folhas carminado à cabeça e folhas de guarda decorativas. Preserva as capas de brochura originais. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIlustrado em extratexto com belíssimas gravuras, e em face da folha de rosto com uma xilogravura de João Pedroso Gomes da Silva, que reproduz o desenho de Soares dos Reis que ilustra a estrofe XXXIII do Canto V., e dez reproduções de desenhos, alusivo a cada canto, de António Manuel Soares dos Reis.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eExemplar com ligeiras falhas de pele e manchas de humidade. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e1?.ª Edição da Imprensa Nacional de Lisboa, dedicada ao Rei D. Luís I, concluída e posta à venda em 1880, ano da comemoração do tricentenário de Camões. Editor Duarte J. dos Sanctos. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAs páginas em numeração romana com dedicatória de Duarte Joaquim dos Santos e Aristides Abranches a sua Majestade El-Rei Dom Luís I, e um extenso prólogo por M. Pinheiro Chagas. Da página 325 a 337 com notas.  \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA biblioteca da Imprensa Nacional integra uma importante coleção camoniana que, para além de quase duas dezenas de edições próprias, reúne versões de Os Lusíadas em diversas línguas, publicadas por editoras de toda a Europa e também do Brasil. Na coleção, destaca-se esta edição própria, acompanhada da tradução francesa de Fernando de Azevedo, prefaciada por Manuel Pinheiro Chagas e dirigida por Duarte Joaquim dos Santos e Aristides Abranches.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eOs Lusíadas são o maior poema épico do renascimento. Com dez cantos compostos por oitavas reais, estrofes de oito versos decassílabos, exalta os feitos dos portugueses (os lusíadas), que culminaram na descoberta do caminho marítimo para a Índia e no estabelecimento do domínio total do Oceano Índico durante um século.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA narrativa da viagem é ornamentada pelo recurso à mitologia clássica e nela são inseridas outras narrativas que descrevem a História de Portugal e episódios célebres pelo intenso dramatismo e lirismo, como o do Gigante Adamastor ou o de Inês de Castro, sendo antecedida de uma magnífica dedicatória ao Rei D. Sebastião e encerrada por uma brilhante exortação final ao jovem rei.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLuís Vaz de Camões (c. 1524–1580) foi o maior poeta do Classicismo português, marcado por uma vida boémia, militar e turbulenta. Combateu no Norte de África, onde perdeu o olho direito, e viveu dezassete anos no Oriente enfrentando exílios, naufrágios e extrema pobreza.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA sua obra-prima é Os Lusíadas (1572), epopeia que celebra os descobrimentos e a história de Portugal. Deixou também uma genial obra lírica focada nos desconcertos do amor e da vida, morrendo na miséria antes de se tornar o símbolo máximo da língua portuguesa.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJoão Pedroso Gomes da Silva (Freguesia dos Olivais, 1825 — Freguesia de Encarnação, 1890) foi pintor, gravador e desenhista português, especializado na retratação de navios.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAntónio Manuel Soares dos Reis (Mafamude, Vila Nova de Gaia, 1847 – Santa Marinha, Vila Nova de Gaia, 1889), ilustre escultor portuense, considerado um dos maiores escultores portugueses do século XIX. É-he dedicado um espaço na WordPress com título: \u003cem\u003eAcantos \u0026amp; Alcachofras\u003c\/em\u003e, e sobre o autor as seguintes palavras: \u003cem\u003eNo jardim, que o próprio delineou, encontravam-se os mais variados tipos de flores que partilhavam o espaço com inúmeras árvores de fruto, sem esquecer as suas tão apreciadas alcachofras e os predilectos acantos.\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eRef.:\u003cbr\u003eInocêncio IX, 215. \u003cbr\u003eWordPress. \u003cbr\u003eImprensa Nacional-Casa da Moeda. \u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58497037402444,"sku":"2409RS256","price":2400.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/2409RS256_1.jpg?v=1789528670","url":"https:\/\/garimpodoslivros.com.br\/products\/2409rs256","provider":"Garimpo dos Livros","version":"1.0","type":"link"}