{"product_id":"a-franc-maa-onaria-e-a-revolua-aƒo","title":"A FRANC-MAÃ‡ONARIA E A REVOLUÃ‡ÃƒO.","description":"\u003cp\u003ePelo... da Companhia de Jesus com a approvaÃ§Ã£o da authoridade ecclesiastica. Traduzida do original Francez por Francisco d'Azeredo Teixeira d'Aguilar, Conde de SamodÃ£es, Ministro e Secretario d'Estado Honorario. Precedida d'um Proemio do Traductor a respeito da MaÃ§onaria Portugueza. Livraria Internacional de Ernesto Chardron. Porto. Livraria Internacional Eugenio Chardron. Braga. 1873 e 1874.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e3 volumes encadernados em 1. De 22x14 cm. Com lii-187, 194 e 184 pÃ¡gs. EncadernaÃ§Ã£o com ferros a ouro na lombada em pele e pastas forradas com papel decorativo marmoreado.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eObra de cariz anti-maÃ§Ã³nico, traduzida do original francÃªs pelo Conde de SamodÃ£es, ele prÃ³prio, tal como afirma no proÃ©mio, um homem devoto Ã  religiÃ£o e um anti-maÃ§Ã³nico professo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eObra muito importante para o estudo da questÃ£o religiosa durante o regime Liberal em Portugal, para o conhecimento da MaÃ§onaria, da sua organizaÃ§Ã£o interna e das suas formas de actuar, segundo a visÃ£o do mais destacado polÃ­tico e intelectual catÃ³lico do sÃ©culo XIX em Portugal.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO Conde de SamodÃ£es foi autor das traduÃ§Ãµes de outras obras de polÃ©mica religiosa sobre a MaÃ§onaria e os Papas, a saber: Carta do Sr. Bispo de Orleans ao Sr. Minghetti, Ministro da Fazenda do Rei Victor Emanuel, a respeito da expoliaÃ§Ã£o da Igreja em Roma e na ItÃ¡lia. Porto, 1875, e do P. Francisco Xavier Gautrelet. A Franco MaÃ§onaria e a RevoluÃ§Ã£o. Porto 1873-1874.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFrancisco de Azeredo Teixeira de Aguilar 2Âº Visconde e 2Âº Conde de SamodÃ£es. (Vila Nova de Gaia, 1828 - Porto, 1918) foi um grande jornalista, polÃ­tico, intelectual catÃ³lico e bibliÃ³filo que reuniu a mais valiosa das livrarias em Portugal.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLiberal combativo e catÃ³lico militante, filho do Tenente-General Francisco de Paula de Azeredo Figueira de Carvalho, liberal militante, apÃ³s a revolta de Aveiro e do Porto de 16 de Maio de 1828 teve que escapar para o estrangeiro. A mÃ£e, Maria do Carmo de Lemos Teixeira de Aguilar, uma senhora da nobreza rural, conheceu na carne a radicalizaÃ§Ã£o da intolerÃ¢ncia polÃ­tica, visto que, na ausÃªncia do marido exilado, deu Ã  luz o seu filho numa quinta perto de Vila Nova de Gaia, onde se acolhera. O pai sÃ³ pÃ´de ver o filho no final de 1829 quando Dona Maria do Carmo se juntou ao marido em Bruges.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eRegressados a Portugal apÃ³s a vitÃ³ria final do Liberalismo, Francisco de Azeredo foi aluno de Joaquim Ramalho OrtigÃ£o no ColÃ©gio da Irmandade da Lapa, prosseguindo depois os estudos no Liceu de Lisboa. A experiÃªncia no estrangeiro nos primeiros anos de vida, o convÃ­vio com o pai e a sua prÃ³pria reflexÃ£o sobre o que via e ouvia, mostraram-lhe que a vida obriga a opÃ§Ãµes fundamentais e que Ã© imperioso agir segundo a prÃ³pria consciÃªncia. TambÃ©m muito cedo terÃ¡ compatibilizado no seu espÃ­rito a defesa das liberdades constitucionais com a crenÃ§a catÃ³lica.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCursou a Universidade de Coimbra, nas Faculdades de MatemÃ¡tica e Filosofia e ingressou na carreira das armas, frequentando o curso de Engenharia Militar e Civil da Escola do ExÃ©rcito, em Lisboa. Em 1851 foi eleito deputado por Lamego, iniciando entÃ£o um longo ciclo dedicado Ã  atividade polÃ­tica.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eÃ€ cultura portuguesa prestou relevantÃ­ssimos serviÃ§os, nÃ£o apenas como autor de livros mas tambÃ©m como jornalista catÃ³lico, em vÃ¡rios periÃ³dicos, mas especialmente no jornal Â«A PalavraÂ» no qual, entre 1872 e 1910, assinou centenas de artigos. Os sucessivos mandatos como Provedor da MisericÃ³rdia, em Ã©pocas de grande aperto econÃ³mico do paÃ­s, lograram a saÃºde financeira da instituiÃ§Ã£o e contribuÃ­ram para a tomada de consciÃªncia da vocaÃ§Ã£o unitÃ¡ria e corporativa dos diversos estabelecimentos da Santa Casa.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO Conde de SamodÃ£es era um exÃ­mio poliglota, exprimindo-se fluentemente em seis idiomas, para alÃ©m do latim e de boas noÃ§Ãµes de hebreu, grego e Ã¡rabe. Tal desenvoltura linguÃ­stica foi-lhe Ãºtil como tradutor (mais de uma dezena de tÃ­tulos), mas tambÃ©m como homem de negÃ³cios, visto que foi fundador e director da Real Companhia VinÃ­cola do Norte.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFoi condecorado pelos governos de Espanha e de FranÃ§a. Desempenhou cargos relevantes: Ministro da Fazenda, Par do Reino, Deputado Ã  CÃ¢mara dos Deputados, Vice-Presidente da CÃ¢mara do Porto, Governador Civil, Inspetor da Academia de Belas Artes, Diretor da Sociedade do PalÃ¡cio de Cristal, Presidente da ComissÃ£o Executiva da ExposiÃ§Ã£o Industrial de 1897.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eHomem das letras e das artes, matemÃ¡tico, engenheiro, polÃ­tico, a sua existÃªncia tornou-se num inestimÃ¡vel valor do PatrimÃ³nio Humano, nÃ£o apenas do Porto, onde foi uma das personalidades mais influentes na segunda metade de oitocentos atÃ© ao fim da Monarquia, mas tambÃ©m do PaÃ­s e da Europa.Â \u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58296339005772,"sku":"1907IM004","price":1800.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1907im004_1.jpg?v=1785854894","url":"https:\/\/garimpodoslivros.com.br\/products\/a-franc-maa-onaria-e-a-revolua-a%c6%92o","provider":"Garimpo dos Livros","version":"1.0","type":"link"}