{"product_id":"arte-de-navegar-em-que-se-ensinaƒo-as-regras-praticas","title":"ARTE DE NAVEGAR, EM QUE SE ENSINÃƒO AS REGRAS PRATICAS,","description":"\u003cp\u003ee os modos de cartear, e de graduar a Balestilha por via de numeros, e muitos problemas uteis Ã¡ navegaÃ§Ã£o, e ROTEIRO DAS VIAGENS, E COSTAS MARITIMAS de GuinÃ©, Angola, Brazil, Indias, e Ilhas Occidentais, e Orientaes, Novamente emendado, e accrescentadas muitas derrotas, dedicada a elrei D. JOÃƒO O V. NOSSO SENHOR por MANOEL PIMENTEL, Fidalgo da Casa de S. Magestade, E Cosmografo MÃ³r do Reino. LISBOA, Na Officina de MIGUEL MANESCAL DA COSTA. Impressor do Santo Officio. Anno M. DCC. LXII. [1762].\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn fÃ³lio de 29x20 cm. Com [xii], 603, [i] pÃ¡gs. EncadernaÃ§Ã£o da Ã©poca inteira de pele.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIlustrado no texto com uma gravura da Rosa dos Ventos (pÃ¡g. 11) e do cÃ­rculo da Esfera (pÃ¡g. 14), 2 gravuras extratexto com instrumentos nÃ¡uticos, 1 gravura desdobrÃ¡vel extratexto com a tabela das tangentes para uso da balestilha e 18 gravuras em extratexto com as seguintes cartas nÃ¡uticas:\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e1.Âª â€“ Porto Rico e Baia Honda, 2.Âª â€“ Havana e Porto Belo. 3.Âª â€“ S. Juan de Ullua e Baia de MatanÃ§as. 4.Âª â€“ Cabo da Boa EsperanÃ§a e Baia de LourenÃ§o Marques. 5.Âª â€“ Solor e Timor, 6.Âª â€“ Baia Fermosa e Baia de S. Agostinho na Ilha de S. LourenÃ§o. 7.Âª â€“ Ilha de Anjoane. 8.Âª â€“ Ilha do Mascarenhas e Ilha de Zanzibar. 9.Âª â€“ Baia de AntÃ£o Gil na Ilha de S. LourenÃ§o pela banda de fora, Ilha de S. Maria e Ilha da AscensÃ£o. 10.Âª â€“ Baia da Passage e S. SebastiÃ£o. 11.Âª â€“ SantoÃ±a e Laredo, Santander e Luarca. 12.Âª â€“ Stanque de Vares e CoruÃ±a. 13.Âª â€“ Ponte-Vedra, Vigo e Bayona. 14.Âª â€“ Ilha de Cadiz. 15Âª â€“ Cartagena e Ilha Malhorca. 16.Âª â€“ Ilha de Ibiza e Ilha de Menorca. 17.Âª â€“ Marselha e Baia de GÃ©nova. 18.Âª â€“ Porto de Mesina e Ilha de Malta.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eQuarta ediÃ§Ã£o de uma obra notÃ¡vel que espelha os conhecimentos nÃ¡uticos dos navegadores portugueses na viragem do sÃ©culo XVII para o XVIII.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eConteÃºdo da obra\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA obra discorre sobre os mÃ©todos prÃ¡ticos e essenciais para a boa navegaÃ§Ã£o, juntando-se-lhes diversos roteiros com a descriÃ§Ã£o dos mais diversos pormenores, quer seja pela configuraÃ§Ã£o das costas, quer pela descriÃ§Ã£o dos portos e mares, etc. O compÃªndio inclui roteiros do Brasil; de Angola; da GuinÃ©; do Rio Grande; das Ãndias Ocidentais; das Ilhas Terceiras, Madeira, CanÃ¡rias e de Cabo Verde; da Ãndia Oriental, entre outros.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDemonstra a evoluÃ§Ã£o da marinharia portuguesa nÃ£o sÃ³ em termos tÃ©cnicos, por exemplo, no uso de instrumentos nÃ¡uticos estrangeiros, mas tambÃ©m em termos de suporte teÃ³rico, onde se destaca o recurso Ã  trigonometria e ao cÃ¡lculo logarÃ­tmico para a resoluÃ§Ã£o de problemas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDestacam-se as descriÃ§Ãµes de rotas entre o Rio de Janeiro e Santos e entre Buenos Aires e a costa do Brasil, com referÃªncias ao rio S. Francisco do Sul, Guarativa, ParanaguÃ¡, Cananea, Iguape e Itanhaem. Esta presenÃ§a documental deve-se ao excelente trabalho que Manuel Pimentel realizou enquanto encarregado de estabelecer os limites da colÃ³nia do Sacramento sobre o Rio da Prata.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eComentÃ¡rio\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA \u003cem\u003eArte Practica de Navegar \u003c\/em\u003eganhou muita notoriedade e foi por vÃ¡rios anos tida como manual de eleiÃ§Ã£o, sendo elogiada nÃ£o sÃ³ pelos hidrÃ³grafos portugueses como pelos estrangeiros. Para LuÃ­s Albuquerque, que comentou a segunda ediÃ§Ã£o desta obra, o livro de Manuel Pimentel Ã© o trabalho mais desenvolvido atÃ© entÃ£o dos publicados em Portugal sobre a prÃ¡tica da navegaÃ§Ã£o.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eManuel Pimentel escreveu a \u003cem\u003eArte PrÃ¡tica de Navegar e Roteyro das Viagens\u003c\/em\u003e, com duas ediÃ§Ãµes em vida, em 1699 e em 1712. A obra conheceu ainda ediÃ§Ãµes em 1746 e 1762, e uma no sÃ©culo XIX, provavelmente em 1819. A introduÃ§Ã£o de gravuras e algumas actualizaÃ§Ãµes tÃ©cnicas na segunda ediÃ§Ã£o fizeram dela a mais aclamada. A segunda ediÃ§Ã£o e as restantes tiveram o seu tÃ­tulo alterado para: \u003cem\u003eArte de navegar, em que se ensinam as regras praticas, e o modo de cartear pela carta plana e reduzida: o modo de graduar a balestilha por via dos numeros, e muitos problemas uteis Ã¡ navegaÃ§Ã£o: e roteiro das viagens e cartas maritimas da GuinÃ©, Brasil e Indias occidentaes e orientaes\u003c\/em\u003e.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMuito do seu trabalho baseou-se na heranÃ§a paterna (Ã© de notar o seu contributo na ediÃ§Ã£o de 1681 da Arte PrÃ¡tica de Navegar, trabalho do seu pai, em que acrescentou e atualizou dados e tabelas), bem como em Fournier, em Clavius e em Riccioli; qualquer um destes autores era jesuÃ­ta. SÃ£o citados ainda Pedro Nunes, D. Wright e R. Hues, alÃ©m de Stevinus, Snelius e Metius.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eBiografia\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eManuel Pimentel (Lisboa, 1650 â€“ Lisboa, 1719) foi um erudito ao serviÃ§o do rei e da Corte como cosmÃ³grafo-mor, na transiÃ§Ã£o do sÃ©culo XVII para o sÃ©culo XVIII. Desenvolveu a sua obra no domÃ­nio da navegaÃ§Ã£o, das matemÃ¡ticas e da cosmografia.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFilho e sucessor no referido cargo de Luis SerrÃ£o Pimentel. Estudou no ColÃ©gio de Santo AntÃ£o, onde terÃ¡ frequentado a Aula da Esfera que incluÃ­a nÃ¡utica, e graduou-se em 1674 em Direito e em CÃ¢nones pela Universidade de Coimbra, fadado a seguir a carreira da jurisprudÃªncia por vontade paterna. Cedo, porÃ©m, revelou capacidades no domÃ­nio da cosmografia, e, dada a inesperada morte do pai, foi provido do ofÃ­cio em 1679 por nomeaÃ§Ã£o rÃ©gia, cargo que desempenhou atÃ© 1707.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm 1681 Manuel Pimentel fez parte da equipa responsÃ¡vel por conferir, com os geÃ³grafos enviados por Carlos II de Espanha, a fronteira do Brasil a propÃ³sito do direito de demarcaÃ§Ã£o entre Portugal e Castela da nova colÃ³nia de Sacramento, criada na margem norte do Rio da Prata. O diferendo com os geÃ³grafos espanhÃ³is demorou trÃªs meses, sendo que Manuel Pimentel produziu documentaÃ§Ã£o cartogrÃ¡fica que estabelecia e clarificava o direito da Coroa portuguesa no territÃ³rio.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm 1684 e em 1690 substituiu o irmÃ£o, Francisco Pimentel, enquanto Lente na Aula de MatemÃ¡tica. D. JoÃ£o V, em reconhecimento dos serviÃ§os prestados por Manuel Pimentel e dos que prestava em nome do irmÃ£o, toma-o por fidalgo-cavaleiro de sua Casa em 26 de outubro de 1709. Em fevereiro de 1714 foi solicitado a Manuel Pimentel que ensinasse na Aula PÃºblica a arte de navegaÃ§Ã£o tanto para os homens do mar, para os curiosos e para os aplicados, para poderem participar da sua grande erudiÃ§Ã£o. Quatro anos depois, em 1718, foi escolhido para Mestre do PrÃ­ncipe D. JosÃ©, com liÃ§Ãµes nos domÃ­nios da Geografia e da NÃ¡utica.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAos profundos conhecidos de geografia juntava o domÃ­nio de diversos idiomas e um profundo conhecimento da literatura clÃ¡ssica. Mantinha excelentes relaÃ§Ãµes com os marqueses de ValenÃ§a e Alegrete e com os condes de Ericeira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDemonstrou paralelamente ao desempenho dos cargos uma excelente erudiÃ§Ã£o, revelando bem cedo a sua capacidade poÃ©tica e o domÃ­nio do latim, ao compor, aos 14 anos a Vida de S. Francisco Xavier. Escreveu poesia, nomeadamente Elegias, frequentando tanto a Academia dos Singulares como a Academia Generosos, como ainda a Academia de HistÃ³ria Portuguesa, que esteve na origem, em 1720, da Academia Real da HistÃ³ria Portuguesa.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[EN] 29x20 cm folio. [xii], 603, [i] pp. Contemporary full leather binding.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIllustrated in the text with an engraving of the Rose of the Winds (p. 11) and the circle of the Sphere (p. 14), 2 \u003cem\u003ehors-texte\u003c\/em\u003e engravings with nautical instruments, 1 \u003cem\u003ehors-texte\u003c\/em\u003e fold-out engraving with the table of tangents for use with the ballast and 18 extra-text engravings with the following nautical charts:\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e1.Âª â€“ Puerto Rico and Honda Bay, 2.Âª â€“ Havana and Porto Belo. 3.Âª â€“ S. Juan de Ullua and MatanÃ§as Bay. 4.Âª â€“ Cape of Good Hope and LourenÃ§o Marques Bay. 5.Âª â€“ Solor and Timor, 6.Âª â€“ Fermosa Bay and St Augustine Bay on S. LourenÃ§o Island. 7.Âª â€“ Anjoane Island. 8.Âª â€“ Mascarenhas Island and Zanzibar Island. 9.Âª â€“ AntÃ£o Gil Bay on S. LourenÃ§o island from the outside, the island of S. Maria and the island of AscensÃ£o. 10.Âª â€“ Passage Bay and S. SebastiÃ£o. 11.Âª â€“ SantoÃ±a and Laredo, Santander and Luarca. 12.Âª â€“ Stanque de Vares and CoruÃ±a. 13.Âª â€“ Ponte-Vedra, Vigo and Bayona. 14.Âª â€“ Island of Cadiz. 15Âª â€“ Cartagena and Malhorca Island. 16.Âª â€“ Island of Ibiza and Island of Menorca. 17.Âª â€“ Marselha and Genoa Bay. 18.Âª â€“ Mesina Harbour and Malta Island.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFourth edition of a remarkable work that reflects the nautical knowledge of Portuguese navigators at the turn of the 17th to the 18th century.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eContent of the work\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThe book discusses the practical and essential methods for good navigation, adding to them various itineraries describing the most diverse details, be it the configuration of the coasts or the description of the harbours and seas, etc. The compendium includes itineraries of Brazil; Angola; Guinea; the Rio Grande; the West Indies; the Third Islands, Madeira, the Canary Islands and Cape Verde; East India, among others.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIt demonstrates the evolution of Portuguese seamanship not only in technical terms, for example, in the use of foreign nautical instruments, but also in terms of theoretical support, where the use of trigonometry and logarithmic calculation to solve problems stands out.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThe descriptions of routes between Rio de Janeiro and Santos and between Buenos Aires and the coast of Brazil, stand out, with references to the S. Francisco do Sul River, Guarativa, ParanaguÃ¡, Cananea, Iguape and Itanhaem. This documentary presence is due to the excellent work that Manuel Pimentel did while in charge of establishing the boundaries of the colony of Sacramento over the River Plate.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eCommentary\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eThe \u003cem\u003eArte Practica de Navegar\u003c\/em\u003e gained a lot of notoriety and was for several years considered the manual of choice, being praised not only by Portuguese hydrographers but also by foreigners. For LuÃ­s Albuquerque, who commented on the second edition of this work, Manuel Pimentel's book is the most developed work yet published in Portugal on the practice of navigation.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eManuel Pimentel wrote the \u003cem\u003eArte PrÃ¡tica de Navegar e Roteyro das Viagens\u003c\/em\u003e, with two editions in his lifetime, in 1699 and 1712. The work also saw editions in 1746 and 1762, and one in the 19th century, probably in 1819. The introduction of engravings and some technical updates in the second edition made it the most acclaimed. The second and remaining editions were renamed: \u003cem\u003eArte de navegar, em que se ensinam as regras praticas, e o modo de cartear pela carta plana e reduzida: o modo de graduar a balestilha por via dos numeros, e muitos problemas uteis Ã¡ navegaÃ§Ã£o: e roteiro das viagens e cartas maritimas da GuinÃ©, Brasil e Indias occidentaes e orientaes\u003c\/em\u003e.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMuch of his work was based on his paternal heritage (his contribution to the 1681 edition of Arte PrÃ¡tica de Navegar, his father's work, in which he added and updated data and tables, should be noted), as well as on Fournier, Clavius and Riccioli; all of these authors were Jesuits. Pedro Nunes, D. Wright and R. Hues are also cited, as well as Stevinus, Snelius and Metius.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eBiography\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eManuel Pimentel (Lisbon, 1650 - Lisbon, 1719) was a scholar who served the king and the court as chief cosmographer in the transition from the 17th to the 18th century. He developed his work in the fields of navigation, mathematics and cosmography.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eSon and successor in that position of Luis SerrÃ£o Pimentel. He studied at the ColÃ©gio de Santo AntÃ£o, where he attended the Aula da Esfera (Sphere Class), which included nautical studies, and graduated in 1674 in Law and Canons from the University of Coimbra, fated to follow a career in jurisprudence by his father's will. Early on, however, he revealed his abilities in the field of cosmography and, given the unexpected death of his father, he was appointed to the post in 1679 by royal appointment, a position he held until 1707.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn 1681 Manuel Pimentel was part of the team responsible for checking, with the geographers sent by Charles II of Spain, the border of Brazil in relation to the right of demarcation between Portugal and Castile of the new colony of Sacramento, created on the north bank of the River Plate. The dispute with the Spanish geographers took three months, and Manuel Pimentel produced cartographic documentation that established and clarified the Portuguese Crown's right to the territory.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn 1684 and 1690, he replaced his brother, Francisco Pimentel, as Lecturer in Maths. In recognition of Manuel Pimentel's services and those he rendered on behalf of his brother, King JoÃ£o V made him a knight of his House on 26 October 1709. In February 1714, Manuel Pimentel was asked to teach the art of navigation at the Aula PÃºblica (Public Class) to seafarers, the curious and the applied, so that they could share in his great erudition. Four years later, in 1718, he was chosen to be Prince JosÃ©'s Master, with lessons in the fields of Geography and Nautical Science.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIn addition to his profound knowledge of geography, he also mastered several languages and had a deep knowledge of classical literature. He maintained excellent relations with the marquises of ValenÃ§a and Alegrete and the counts of Ericeira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eHe also demonstrated excellent erudition, revealing his poetic ability and mastery of Latin very early on, when he composed the Life of St Francis Xavier at the age of 14. He wrote poetry, particularly elegies, and attended both the Academy of Singulars and the Generous Academy, as well as the Academy of Portuguese History, which was the origin, in 1720, of the Royal Academy of Portuguese History.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eReferÃªncias\/References:\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eInocÃªncio VI, 82-83, 1199; XVI, 287.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eUSTC, 5095784\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIberian Books, C77429 [119019]\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDicionÃ¡rio BiogrÃ¡fico de Cientistas, Engenheiros e MÃ©dicos em Portugal â€” CIUHCT, Centro InteruniversitÃ¡rio de HistÃ³ria das CiÃªncias e da Tecnologia (FCUL e FCTâ€“UNL).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBarbosa Machado 3, 340.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBorba de Moraes. Bibliogr. Bras. 2, 672.\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58295710515532,"sku":"1404JC004","price":30000.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1404JC004_1.jpg?v=1785850072","url":"https:\/\/garimpodoslivros.com.br\/products\/arte-de-navegar-em-que-se-ensina%c6%92o-as-regras-praticas","provider":"Garimpo dos Livros","version":"1.0","type":"link"}