CÂNTARO QUE VAI À FONTE...
Coisas do Tempo Presente. Edição do Autor. Lisboa. Julho de 1963.
De 19x12 cm. Com 240, [vii] págs. Brochado.
Colectânea de ensaios reflectindo sobre a polÃtica, o exercÃcio da cidadania e as grandes transformações sociais da época.
Oferecendo ao leitor um quadro crÃtico da situação nacional, o autor procurou, entre outras coisas, definir a psicologia dos dirigentes portugueses, emitindo observações de ampla inquietação patriótica.
Como o próprio esclarece: «Ao verificar que a Pátria corre o grave risco de se precipitar de encantilhão por um despenhadeiro, ninguém terá o direito de me impedir que clame a minha angústia, procurando dizer, com meridiana honestidade, o que penso sobre o presente e o futuro.»
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