NAVEGACIONES Y DESCUBRIMIENTOS DE LOS PORTUGUESES ANTERIORES AL VIAJE DE COLON.

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R$ 1.800,00
Preço promocional  R$ 1.800,00 Preço normal 
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Ateneo de Madrid, I. Conferencia lida no dia 24 de Fevereiro de 1881. Tip. Sucesores de Rivadeneyra. Madrid. 1892.

De 19x12,5 cm. Com 212, [iii] págs. Encadernação inteira de percalina, vermelha na lombada e nos cantos, e folhas de guarda decorativas.

Exemplar com sinais de manuseamento na encadernação e folha de guarda posterior descolada.

Obra dividida em duas partes, primeira parte, até a página 145, com a conferência realizada em Madrid, no Ateneo Científico, Literario y Artístico de Madrid, lida por Joaquim Pedro de Oliveira Martins, no dia 24 de Fevereiro de 1881. Texto em espanhol, e inclui notas de rodapé;

segunda parte corresponde um apêndice com a seguinte divisão: A: geographia no correio do seculo XV; B: A lenda do preste João nas chronicas portuguezas; C Mestre Jayme-o-mayorquino; D: As publicações portuguezas no centenario colombino; E. As instituições coloniaes portuguezas; Indice chronologico e geographico das descobertas maritimas dos portuguezes: I. A Costa Occidental de Africa, II. As Ilhas do Atlantico, IV. O extremo oriente e as ilhas dos mares orientais; V. As Costas da América;
A jornada d'Africa (1580); Infante D. Henrique. 

Um estudo rigoroso e documentado sobre as explorações e descobertas realizadas pelos navegadores portugueses no século XV, muitos anos antes da viagem de Colombo. O autor oferece-nos um retrato detalhado da vida e obra dos principais exploradores portugueses, analisando o seu papel na expansão marítima desta nação. Este livro é uma referência incontornável para aqueles que se interessam pela história da navegação e da exploração do mundo. Esta obra foi selecionada por estudiosos como sendo culturalmente importante e faz parte da base de conhecimento da civilização tal como a conhecemos. 

Joaquim Pedro de Oliveira Martins (Lisboa, 30.04.1845-Lisboa, 24.08.1894) é hoje reconhecido como um dos fundadores da moderna historiografia portuguesa e uma das vozes de maior relevância do pensamento político e social do século XIX. Foi historiador, político e cientista social, cujas obras marcaram sucessivas gerações de leitores e investigadores, influenciando escritores do século XX, como António Sérgio ou Eduardo Lourenço. Abandonou os estudos por dificuldades económicas da família, tendo trabalhado no comércio e mais tarde como diretor de vários projetos empresariais e industriais.

Foi deputado em 1883, eleito por Viana do Castelo, e em 1889 pelo círculo do Porto. Em 1892 foi convidado para a pasta da Fazenda, no ministério que se organizou sob a presidência de Dias Ferreira, e em 1893 foi nomeado vice-presidente da Junta do Crédito Público. Elemento animador da Geração de 70, revelou uma notável adaptação às múltiplas correntes de ideias do seu século, tendo colaborado nas principais publicações literárias e científicas de Portugal.

A sua vasta obra começou com o romance Febo Moniz, publicado em 1867, e estende-se até 1894, ano em que morreu. Na área das ciências sociais escreveu, por exemplo, Elementos de Antropologia, de 1880, Regime das Riquezas, de 1883, e Tábua de Cronologia, de 1884. Das obras históricas há a destacar História da Civilização Ibérica e História de Portugal, em 1879, O Brasil e as Colónias Portuguesas, de 1880, Os Filhos de D. João I, de 1891, e Portugal Contemporâneo, de 1881. É também necessário destacar a sua História da República Romana. A sua obra suscitou sempre controvérsia e influenciou a vida política portuguesa, mas também historiadores, críticos e literatos do seu tempo e do século XX.

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