POESIAS DE THEOTONIO JOZÉ XAVIER DA CUNHA.
Mettido tenho a maõ na consciencia, /E naõ digo senaõ verdades puras/Que me dictou a sabia experiencia. Cam. PORTO: Na Offic. de Antonio Alvarez Ribeiro, Anno de 1796. Com licença da Mesa do Desembargo do Paço. Vende-se na mesma Officina na rua de S. Miguel, nas Casas n. 260; e na rua das Flores na loja de Livros a esquina da travessa do Ferraz.
In 8º de 16x9,8 cm. Com [ii], 252, [viii] págs. Encadernação da época inteira de pele com nervos, ferros a ouro e rótulo na lombada. Cortes das folhas marmoreados a azul.Â
Ilustrado com um florão na folha de rosto, cabeções ornamentais no inÃcio de algumas das poesias e florões de remate.Â
Impressão muito nÃtida sobre papel de linho muito encorpado.Â
As folhas finais contêm uma protestação em que o autor se sujeita em tudo aos dogmas da fé e o Ãndice de primeiros versos das composições incluÃdas no volume. Â
Exemplar com a folha de guarda posterior descolada e manchas de tinta na página 232.Â
Livro muito raro que reúne poesias de um autor talvez nascido no Porto, mas de quem não se conhecem dados biográficos. Contém 92 sonetos, 17 odes, 2 éclogas, 3 idÃlios. 2 epÃstolas, 2 sátiras, 5 cantatas, 7 motes, 4 cantigas e 3 cançonetas.Â
Inclui uma ode em louvor dos dotes de orador sagrado de D. Fr. Manuel do Cenáculo, Bispo de Beja, outra dedicada ao Doutor José António de Saldanha e Sousa, ao Padre António Pereira do EspÃrito Santo, amigo do autor.Â
Refs. Monteverde, 5657. Inocêncio VII, 315.Â