{"product_id":"recreaa-aƒo-filosofica","title":"RECREAÃ‡ÃƒO FILOSOFICA,","description":"\u003cp\u003eOU DIALOGO Sobre a Filosofia Natural, para instrucÃ§Ã£o de pessoas curiosas, que nÃ£o frequentÃ¡rÃ£o as aulas. PELO P. THEODORO Dâ€™ ALMEIDA Da CongregaÃ§Ã£o do OratÃ³rio de S. Fillipe Neri, Socio da Real Sociedade de Londres, e da de Biscaia. Quinta impressÃ£o muito mais correcta, que as precedentes. LISBOA NA REGIA OFFICINA TYPOGRAFICA. ANNO M. DCC. LXXXVI [1784].\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eObra em 10 volumes. In 8Âº (de 17x11 cm). Com (xxxiv)-368, (iv)-454, (iv)-396, (iii)-325, (iv)-414, (iii)-504, (vi)-478, (iv)-312, (xvi)-403, e (xi)-444-(viii) pÃ¡gs.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEncadernaÃ§Ãµes da Ã©poca, inteiras de pele, cansadas e com falhas nas lombadas (particularmente no tomo I). Exemplar apresenta picos de traÃ§a marginais.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eIlustrados com o retrato do autorÂ (J. Silva,Â fecit) eÂ 28 estampas desdobrÃ¡veis no final dos tomos em extra-texto (retrato e 5 estampas no 1Âº tomo, 4 estampas no 2Âº tomo, 4 estampas no 3Âº tomo, 5 estampas no 4Âº tomo, 5 estampas no 5Âº tomo e 5 estampas no 6Âº tomo).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eConjunto editorial completo eÂ homogÃ©neo (formando um conjuntoÂ com tomos da 5Âª e da 6Âª impressÃ£o, igual ao conjunto existente na BNP na cota S.A. 27574 P. - S.A. 27583 P) composto como segue: Tomos I (1786) e II (1788) da 5Âª impressÃ£o; Tomos III (1803), IV (1803) e V (1819) da 6Âª impressÃ£o; Tomo VI (1795) da 5Âª impressÃ£o; Tomo VII (1805) da 6Âª impressÃ£o; e Tomos VIII (1792), IX (1793) e X (1800) estes sem mencionarem a impressÃ£o a que pertencem.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eInocÃªncio VII, 301. â€œPadre Teodoro de Almeida, PresbÃ­tero da CongregaÃ§Ã£o do OratÃ³rio de Lisboa, SÃ³cio fundador da Academia Real das CiÃªncias de Lisboa, Membro da Sociedade Real de Londres, e da de Biscaia, etc. Nasceu em Lisboa 1722. Aos treze anos de idade entrou na congregaÃ§Ã£o do OratÃ³rio, onde estudou o curso de humanidades, a geometria, e a fÃ­sica, tendo nesta por mestre o P. JoÃ£o Baptista, o primeiro que nesta Corte ditou a filosofia moderna ou experimental, atÃ© entÃ£o de todo ignorada. Repartindo a sua aplicaÃ§Ã£o entre o estudo das ciÃªncias prÃ³prias do estado eclesiÃ¡stico, e o das naturais, fez nestas notÃ¡veis progressos, de sorte que aos 24 de idade foi nomeado substituto da cadeira de Filosofia na sua congregaÃ§Ã£o e aos 29 jÃ¡ era mestre efectivo, publicando por esse tempo o primeiro tomo da sua RecreaÃ§Ã£o FilosÃ³fica.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNÃ£o menos assÃ­duo no ministÃ©rio evangÃ©lico, era ouvido com atenÃ§Ã£o e respeito no pÃºlpito, e buscado de muitas pessoas que o tomavam por seu director espiritual, contando-se entre elas algumas senhoras da mais alta nobreza. DesconfianÃ§as bem ou mal fundadas lhe atraÃ­ram e Ã¡ maior parte dos seus confrades na congregaÃ§Ã£o o Ã³dio do primeiro-ministro, depois Marquez de Pombal pouco faltou para que os filhos de S. Filipe Neri sofressem uma proscriÃ§Ã£o total, semelhante Ã¡ dos JesuÃ­tas, apesar da rivalidade que reinava entre as duas corporaÃ§Ãµes! Em 20 de Junho de 1760 foram por ordem do ministro desterrados da Corte alguns fidalgos, e com eles os padres oratorianos Theodoro de Almeida, JoÃ£o Baptista, JoÃ£o Chevalier e Clemente Alexandrino. Mais tarde, segundo se diz, em Setembro de 1768, o P. Teodoro estando de residÃªncia na casa do Porto, teve de refugiar-se em FranÃ§a, e aÃ­ se demorou perto de dez anos, empregando-se no ensino particular das CiÃªncias fÃ­sicas e matemÃ¡ticas, primeiro em Bayona e depois em Auch.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAinda que com a morte dâ€™el-rei D. JosÃ© e queda do ministro em Fevereiro de 1777, parece que devia cessar o seu desterro, e serem-lhe abertas as portas da pÃ¡tria, contudo sÃ³ voltou a ela em MarÃ§o de 1778. Foi entÃ£o residir para a casa de N. S. das Necessidades, e retomou os seus antigos exercÃ­cios do magistÃ©rio, do pÃºlpito e do confessionÃ¡rio, tratando ao mesmo tempo de polir e aperfeiÃ§oar as suas obras antigas, e de publicar de novo outras que compusera, prosseguindo nas mesmas ocupaÃ§Ãµes, atÃ© que sendo atacado de paralisia em 10 de Abril de 1804, passou para a eternidade a 18 do dito mÃªs, tendo vivido 82 anos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePara esta (obra) adoptou ele um sistema de ortografia regulado pela pronÃºncia, tal pouco mais ou menos como o recomendÃ¡ra Verney no seu Verdadeiro Methodo dâ€™Estudar: porÃ©m note-se que nÃ£o sÃ³ deixou de segui-lo nas outras obras publicadas posteriormente, mas atÃ© nos Ãºltimos tomos da sua prÃ³pria RecreaÃ§Ã£o, isto Ã©, do VIII inclusivÃ© em diante. Almeida respondeu largamente aos argumentos dos seus impugnadores, dedicando a esse intento a tarde nona, na segunda ediÃ§Ã£o do tomo II, e nas que a este se seguiram.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEis aqui o que a propÃ³sito desta obra, e da sua composiÃ§Ã£o diz um dos modernos biographos do P. Almeida: Â«CompÃ´s os seis primeiros tomos da RecreaÃ§Ã£o FilosÃ³fica levado do louvÃ¡vel impulso de utilizar aos que nÃ£o possuÃ­am princÃ­pios elementares, e preferiu a forma de diÃ¡logos, nos quais procurou ser claro, adoptando um mÃ©todo fÃ¡cil para as inteligÃªncias vulgares. Daqui nasceu que esta obra, deficiente jÃ¡ no seu tempo, foi pouco estimada dos entendidos na matÃ©ria, censurando-se-lhe algumas opiniÃµes singulares, como por exemplo, a substituiÃ§Ã£o da teoria newtoniana da luz. Tacharam-na tambÃ©m, quanto Ã¡ forma dialogÃ­stica, de pouco peso nas objecÃ§Ãµes do filÃ³sofo peripatÃ©tico, que facilmente o pedagogo destruÃ­a, incutindo a opiniÃ£o prÃ³pria. Contudo, Ã© inegÃ¡vel que este escrito com todos os seus defeitos, concorreu muito para excitar Ã¡ leitura de obras mais graves, e para difundir notavelmente o gosto pelo estudo das ciÃªncias naturais, entÃ£o concentradas nas academias, e fora do alcance dos curiosos. Foi um serviÃ§o do P. Almeida, que Ã© hoje reconhecido, e por esta razÃ£o o apresentamos como facto principal da sua biografia literÃ¡ria. Dos quatro volumes que completam as RecreaÃ§Ãµes, nada diremos, se nÃ£o que a apologia da religiÃ£o, assunto dos dois Ãºltimos, foi ditada por boas intenÃ§Ãµes.Â» Apesar disto, e do mais que pode dizer-se, a RecreaÃ§Ã£o FilosÃ³fica Ã© ainda uma obra popular entre nÃ³sâ€.\u003c\/p\u003e","brand":"Garimpo dos Livros","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":58294944366924,"sku":"1205JC040","price":4200.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/1066\/5617\/0316\/files\/1205JC040_1.jpg?v=1785847151","url":"https:\/\/garimpodoslivros.com.br\/products\/recreaa-a%c6%92o-filosofica","provider":"Garimpo dos Livros","version":"1.0","type":"link"}