REGULAMENTO DO ALMIRANTADO DA RÚSSIA 1722. [TEXTO RUSSO EM ALFABETO CIRÃLICO, 3 VOLUMES]. REGULATION OF THE RUS. ADM. 1722 [RUSSIAN TEXT IN CYRILLIC]
регламенть благочеÑтивѢйшаго гоÑÑƒÐ´Ð°Ñ€Ñ Ð¿ÐµÑ‚Ñ€Ð° великаго отца отечеÑтва императора и Ñамодержца вÑероÑÑйÑкаго о управленин адмиралтейÑтва иверфи и о должноÑпÑÑ…ÑŠ коллегии адмиралtейцкой и прочихъ вÑÑÑ…ÑŠ чиновъ при адмиралтейÑÑ‚Ð±Ñ Ð¾Ð±Ñ€ÑÑ‚Ð°ÑŽÑ‰Ð¸Ñ…Ñ†Ñ Ð¿ÐµÑ‡Ð°Ñ‚Ð°Ð½ÑŠ пъ Ñанктпетербургпчцкой типограф-и 1722 года; а пъ типограф-и морÑкаго шлÑхетнаго кадетцкаго корпуÑа пторытъ тиÑнен-етъ, 1786 года
[Transcrição da lÃngua russa]: REGULAMENTO DO SOBERANO E PIEDOSO PEDRO O GRANDE, PAI DA PÃTRIA, IMPERADOR E AUTOCRATA DE TODOS OS RUSSOS SOBRE A ADMINISTRAÇÃO DO ALMIRANTADO E ARSENAIS e sobre os deveres do Colegiado do Almirantado e de outros funcionários do Almirantado.
Impresso na Tipografia do Departamento MarÃtimo e da Academia de Guarda-Marinhas. Ano de 1786. Segundo o original impresso na Imprensa [Imperial] de São Petersburgo. 1722.
Obra em 1 volume de 31,5x20,5 cm. Com 212, 14 págs.
Encadernação da época inteira em pele natural (assinada 'A S. Petersbourg relié chez J. Wallenberg'), e com 3 rótulos em português na lombada, nomeadamente «Regulamento do Almirantado da Rússia», «En Russe» e «Secretaria da Marinha». Estatutos do Almirantado da marinha russa do tempo do Czar Pedro, o Grande. Folhas de guarda da época em papel decorativo espiralado.
Ilustrado com quadros de dados contabilÃsticos com o inventário das guarnições de marinha (da página 164 à 172) e um livro contabilÃstico, ou livro de razão, com as descrições dos movimentos entre as páginas 175 e 212, seguido de um Ãndice remissivo nas últimas 14 páginas numeradas.
Exemplar com anotação manuscrita da arrumação biblioteconómica «Estante H, Raio 5, Volume 307.»
Obra em lÃngua russa. Este volume de legislação da Marinha Russa, mais os dois que se descrevem a seguir formam um conjunto muito valioso pela sua raridade e muito importante para a história das relações diplomáticas com Portugal e mais ainda para a história da espansão imperial da Rússia, na sua busca de alargamento do territótio e de obtenção de saÃdas para o mar.Â
O Czar Pedro I, O Grande, muito influnciado pelas ideias iluministas, conduziu a expansão da Rússia, durante a Grande Guerra do Norte, contra a Suécia, de 1700 a 1721, durante a qual obteve saÃda para o Mar Báltico e fundou a cidade de São Petresburgo, ao mesmo tempo que derrotava os turcos e obtinha acesso ao mar de Azov.Â
Durante todo século XVIII, desde Pedro o Grande até à Czarina Catarina II, A Grande, a Rússia empenha-se numa continuada expansão territorial ocupando os territórios que são hoje da Polónia e da Ucrânia e desenvolvendo relações comerciais com os paÃses europeus, que no caso de Portugal, ganharam impulso desde 1724, com a instalação de um consulado russo em Lisboa, no ano de 1769, a nomeação de embaixadores em 1779 e a celebração do primeiro acordo - A Primeira Liga da Neutralidade Armada, em 1782. Por outor lado, em 1780 e 1782 o Porto de Lisboa foi visitado por esquadras russas.Â
Este conjunto de livros com regulamentos poderão ter sido um presente oferecido ao Ministro Plenipotenciário de D. Maria I na Corte de São Petresburgo, Francisco José de Horta Macedo, que desempenhou essas funções desde 24 de Outubro de 1779 a Agosto de 1783; depois de Setembro de 1785 a 1790, (neste perÃodo negociou o Tratado Comercial de 29 de Dezembro de 1787) e num terceiro perÃodo de 1795 a 1800.     Â
JUNTO COM:
REGULAMENTO DA MARINHA RUSSA 1780 EM 2 VOLUMES [TEXTO RUSSO EM ALFABETO CIRÃLICO]. REGULATION OF THE RUSSIAN NAVY 1780 IN 2 VOLUMES [Russian text in Cyrillic].
книгауÑтавъморÑкой, овÑемъчтокаÑаетÑÑдобромуупрабленю, въбьитноÑтифлотанамор-. напечатаÑÑповел-ниемъцарцкаговеличеÑтва. въÑанктпетербург- приимператорÑкой / кадем-инаукъ, шеÑтымътиÑнен-емъ 1780 года kniga ustav" morskoy, o vsem" chto kasayetsya dobromu uprablenyu, v" b'itnosti flota na mor-. napechatasya povel-niyem" tsartskago velichestva. v" sanktpeterburg- pri imperatorskoy / kadem-i nauk", shestym" tisnen-yem" 1780 goda.
[Transcrição da lÃngua russa]: O LIVRO DO CÓDIGO MARÃTIMO [FRETAMENTO; CARTA DE MAR] sobre tudo o que concerne à boa Governança da Frota no mar. Impresso por ordem de sua Majestade o Czar. Em São Petersburgo na Academia Imperial das Ciências. / [cadet-i, sexto gravado-]. Ano de 1780.
чаÑтьвтораÑрегламентаморÑкаговъкоторойопред-леноовÑемъчтокаÑаетÑÑдобрагоуправлен-Ñвъбытноцтьфлотавъпорт, такожъоÑодержан-нпортовъирейдобъ.
[Transcrição da lÃngua russa] PARTE SEGUNDA DOS REGULAMENTOS MARITIMOS em que é determinado tudo o que diz respeito à boa Administração da Frota no porto, bem como sobre a sua manutenção do porto [em mar e guerra].
2 Volumes: 1º volume de 25,5x20 cm; e 2º volume de 31,5x20,5 cm. Com 18, 248, 32 + 69, 6 págs.Â
Encadernações da época inteiras em pele natural (assinadas 'A S. Petersbourg relié chez J. Wallenberg'), e com 3 rótulos em português nas lombadas, nomeadamente «Regulamento de Marinha 1ª P[art]e», «En Russe» e «Secretaria da Marinha»; e no outro volume: «Regulamento da Marinha II Parte», «En Russe» e «Secretaria da Marinha». Folhas de guarda da época em papel decorativo espiralado.
Ilustrado (no primeiro volume) com belas vinhetas de remate e com 2 gravuras desdobráveis com bandeiras marÃtimas, possivelmente códigos de sinais entre os navios.Â
Exemplar com anotação manuscrita da arrumação biblioteconómica «Estante H, Raio 5, Volume 309.»
Regulamentos da marinha russa do tempo do Czar Pedro, o Grande, constituÃdos por um articulado legal que preenche os 2 volumes.
Obra em lÃngua russa. Bem conservada.Â
Este conjunto de leis foi impresso nos anos de 1780 e 1786 em São Petersburgo apresentam a reimpressão das leis gerais do Conselho do Almirantado do Czar Pedro o Grande (1672-1725) que ordenou inicialmente a sua impressão em 1 volume na Imprensa Imperial, em 1722, seguidas de 2 volumes dos Regulamentos da Marinha que incidem sobre o funcionamento das tripulações a bordo dos navios, no mar e em terra, em tempo de paz e em tempo de guerra. Estas leis aparecem no momento em que o sistema administrativo e polÃtico da Rússia foi modernizado por Pedro o Grande que procurou terminar com o estado feudal e para tal criou um estado burocratizado e não dependente de um só senhor, ou lord, e, antes pelo contrário, fomentando um Estado moderno com o seu funcionamento dependendo efectivamente de órgãos colegiais controlados por comissários (polÃticos) imperiais, fiscalizados por juÃzes e procuradores públicos, e apoiados no seu funcionamento por uma descrição de funções e tarefas exclusivas e exaustivamente descritas, sendo as mesmas avaliadas e escrutinadas por elementos com paridade de funções (ex.: almirante e contra-almirante; imediato e contramestre; comissário e fiscal, etc.).Â
A importância destas leis de Pedro o Grande foi que a sua perfeição foi procurada nas marinhas de guerra da Holanda e da Inglaterra, das quais retirou os ensinamentos, tendo as funções, postos e tarefas recebido nomes cuja etimologia vem, na sua maior parte, destas lÃnguas.
Estas leis permaneciam válidas e foram reimpressas no reinado de Catarina II a Grande (1729-1796) a qual inicialmente assinou o «Tratado de Amizade, Navegação e Comércio entre Portugal e a Rússia» (vide nossa referência Castro e Silva 1207JC179), tendo a Rainha Dona Maria I de Portugal (1734-1816) fundado o Almirantado português - da época moderna - com um conjunto de leis promulgadas entre 25 de Abril de 1795 e 6 de Junho de 1798 (vide nossa referência Castro e Silva 0903CS001 ).Â
Descrição dos conteúdos de cada volume:
1º volume - REGULAMENTO DO ALMIRANTADO DA RÚSSIA - O livro abre com o Alvará de Pedro o Grande, datado de São Petersburgo, 13 de Abril de 1720, e segue-se um prefácio ao benévolo leitor que ocupa as restantes 18 páginas preliminares da obra. A numeração da obra reinicia-se começando com o articulado do Código MarÃtimo, nomeadamente com um preâmbulo e um juramento. Inicia-se a descrição da Frota com a sua estrutura e postos de comando principais (almirantes, capitães, etc.) e apresenta-se um quadro de dados com os navios de linha descriminados pela sua classe (isto é, o seu número de canhões) aos quais corresponde uma guarnição especÃfica e uma estrutura de estrutura de comando e funções a bordo dos mesmos. Segue-se uma nova parte do código, propriamente dito, que começa com o primeiro capÃtulo sobre o General Comissário de Guerra que se reporta ao Conselho de Guerra. O capÃtulo terceiro é sobre o Contra-almirante, ou Comissário da Frota, e de quem tomará o seu lugar em caso da sua ausência. O capÃtulo quarto é sobre o Comandante de Tiro; e de quem será nomeado em caso da sua ausência. O capÃtulo quinto sobre o médico da frota. CapÃtulo sexto sobre o médico-chefe de cada navio. CapÃtulo sétimo sobre o posto de Major. CapÃtulo oitavo sobre o posto de Fiscal. CapÃtulo nono sobre o Capitão ou oficial do Armeiro. Segue-se o Livro Segundo/ CapÃtulo primeiro sobre os Postos da Tripulação e dos seus Oficiais. CapÃtulo segundo sobre a reverência e o respeito que devem ser dados aos oficiais e comandantes-em-chefe a bordo dos navios. Capitulo terceiro sobre as bandeiras de comércio, os seus galhardetes, lanternas e luzes. Capitulo quarto sobre as saudações a bordo dos navios. Segue-se o Livro Terceiro / CapÃtulo primeiro sobre o Capitão e sobre um exemplo de como manter um registo diário no Livro de Bordo. CapÃtulo segundo sobre o posto de capitão. CapÃtulo terceiro sobre o posto de Capitão-tenente. CapÃtulo quarto sobre o posto de Tenente. Capitulo quinto sobre posto de Secretário ou Escrivão do navio. CapÃtulo sexto sobre o posto de Segundo-tenente. CapÃtulo sétimo sobre o posto de Comandante de artilharia. CapÃtulo oitavo sobre o posto de Comissário do Navio. CapÃtulo nono sobre o Capelão principal e sobre os padres. CapÃtulo décimo sobre os médicos navais. CapÃtulo onze sobre o Armador do navio. CapÃtulo doze sobre os Pilotos dos navios. CapÃtulo treze sobre o Contramestre. CapÃtulo catorze sobre o Imediato do navio. CapÃtulo quinze sobre o oficial Quartel-Mestre. CapÃtulo dezasseis sobre o Carpinteiro. CapÃtulo dezassete sobre o Caldeireiro. CapÃtulo dezoito sobre o Correspondente ou Tradutor de lÃngua inglesa. CapÃtulo dezanove sobre o Mestre oficial de ligação estrangeiro. CapÃtulo vinte novamente sobre o Imediato do navio. CapÃtulo vinte e um sobre o Proboste ou Oficial de Justiça. Segue-se o Livro quarto/CapÃtulo primeiro sobre o bom comportamento nos navios. CapÃtulo segundo sobre os Sargentos e quantos devem ser. CapÃtulo terceiro, contendo uma tabela sobre os dias em que se deve dar vinho e comida cozinhada à tripulação. CapÃtulo quarto sobre as recompensas. CapÃtulo quinto sobre a repartição do espólio de guerra. CapÃtulo sexto sobre a separação do espólio de guerra e dos troféus. Segue-se o Livro quinto/CapÃtulo primeiro sobre os criminosos de lesa-majestade imperial, e sobre os insurrectos de bordo; e de quem os irá justiçar. CapÃtulo segundo sobre mangueiras, alarmes e guarda. CapÃtulo terceiro sobre todo o tipo de trabalho dos grumetes. CapÃtulo quarto sobre armazéns de suprimentos navais, uniformes, espingardas, munições, etc. CapÃtulo quinto sobre a revista da tripulação. CapÃtulo sexto sobre o pré e o salário. CapÃtulo sétimo sobre a isenção dos oficiais subordinados não serem presos durante a campanha. CapÃtulo oitavo sobre os desertores e fugitivos. CapÃtulo nono sobre o Inimigo. CapÃtulo décimo sobre as tarefas no navio. CapÃtulo onze sobre a captura de inimigos e prisioneiros. CapÃtulo doze sobre a traição e a correspondência com o inimigo. CapÃtulo treze sobre problemas, brigas, e tumultos. CapÃtulo catorze sobre cartas difamatórias, abusos e palavras assustadoras. CapÃtulo quinze sobre mortes e homicÃdios. CapÃtulo dezasseis sobre violações e violências. CapÃtulo dezassete sobre incendiários, ladrões e gatunos. CapÃtulo dezoito sobre o falso juramento e semelhantes ofensas. Seguem-se finalmente um CapÃtulo sobre quem é preso mas resiste; e um CapÃtulo sobre a ocultação (clandestino a bordo) e o sequestro.
2º volume - CÓDIGO MARÃTIMO - ou Regulamento MarÃtimo do Piedoso Soberano Pedro o Grande começa com o articulado do CapÃtulo primeiro sobre os Postos e a sua situação no Colégio do Almirantado. CapÃtulo segundo sobre o posto de Comissário Público ou Delegado Publico. CapÃtulo terceiro sobre os postos remotos onde existem navios da Armada Russa. CapÃtulo quarto sobre o posto de Supervisor. CapÃtulo quinto sobre o posto de General Comissário de Guerra (que se trata aqui de um Quartel-mestre General para o aprovisionamento). CapÃtulo sexto sobre o Posto de Comandante Comissário de Compras. CapÃtulo sétimo sobre o posto de Mestre Provincial. CapÃtulo oitavo sobre o posto de Tesoureiro. CapÃtulo nono sobre o posto de Contabilista Público. CapÃtulo décimo sobre o posto de Oficial de Tiro. CapÃtulo décimo primeiro sobre o posto de Mestre do Armeiro. CapÃtulo décimo segundo sobre o escritório do Almirantado, e do Estaleiro, e sobre o posto de Director do mesmo. CapÃtulo décimo terceiro sobre a posição dos Conselheiros no escritório do Almirantado. CapÃtulo decimo quarto sobre o cargo de Oficial do Armazém, ou casão naval, dos artigos da armada. CapÃtulo décimo quinto sobre o cargo de Oficial do Alojamento da tripulação. CapÃtulo décimo sexto sobre a posição do Comissário do Cordame. CapÃtulo decimo sétimo sobre o posto de Contramestre no Almirantado. CapÃtulo decimo oitavo sobre o posto de Vagomestre (responsável pela alimentação na armada). CapÃtulo décimo nono sobre o cargo de Inspector. CapÃtulo vigésimo sobre o cargo de Comissário das Madeiras e Carpintaria. CapÃtulo vigésimo primeiro sobre o cargo de aprendiz de carpinteiro. CapÃtulo vigésimo segundo sobre o posto das sentinelas. CapÃtulo vigésimo terceiro sobre o posto do Comissário da Metalurgia. CapÃtulo vigésimo quarto sobre a posição do Comandante do Navio. CapÃtulo vigésimo quinto sobre o posto de Guarda-marinha. [...] Capitulo trigésimo segundo sobre o posto do Mestre da Âncora. Capitulo trigésimo terceiro sobre o posto de Mestre Ferreiro. Capitulo trigésimo quarto sobre o posto dos mestres calafeteiros. CapÃtulo trigésimo quinto sobre o ofÃcio dos pintores. [Seguintes capÃtulos sobre: ajudante das tintas, mestres carpinteiros, mestres tanoeiros, mestres caldeireiros, mestre lanterneiro, mestre da bússola]. CapÃtulo trigésimo oitavo sobre como os artesão requisitam cada um materiais para o seu próprio trabalho, fornecem um relatório, e ensinam os aprendizes. CapÃtulo trigésimo nono sobre a posição do fiscal. [...] CapÃtulo quadragésimo quinto sobre as multas por crimes e atrocidades a serviçais do almirantado, e sobre as forças de comando. CapÃtulo quadragésimo sobre o cargo do Proboste. CapÃtulo quadragésimo sétimo sobre os hospitais e sobre os cargos de comissários, médicos, funcionários e outros determinados por eles [nota: os capÃtulos seguintes até ao final deste volume são sobre a organização dos hospitais]: sobre a posição dos comissários nos hospitais, sobre a posição dos funcionários, sobre a posição dos médicos, sobre o cargo de médico-chefe no hospital, sobre a posição de farmacêutico no hospital, etc. seguem-se formulários a preencher com material movimentado, etc. Seguem-se várias páginas sobre os modelos de formulários a serem mantidos pelo capitão que comandará o navio e pelos secretários e comissários. Seguem-se tabelas desdobráveis de sinais com # sinais de informação e notificação, # estandartes dos tipos de navios, # sinais navegando no nevoeiro, # sinais ancorados à noite, # sinais navegando à noite, # código de estandartes e jacks dos comandantes de navio. # Código de sinais de navios, # sinais sobre a guarda e vigia, # sinais sobre a vigia à noite, # e uma nota sobre sinais.
3º volume - continuação dos REGULAMENTOS MARITIMOS - que se iniciam na primeira página de texto logo abaixo de uma vinheta tipográfica e uma maiúscula, ambas com alegorias de ondas marinhas (idênticas a outras colocadas nos volumes anteriores). CapÃtulo primeiro sobre o posto de chefe e Comandante do Porto. CapÃtulo segundo sobre o posto de Intendente e sobre o posto de Segundo Intendente. CapÃtulo terceiro sobre a missão do Comandante sobre o Porto. CapÃtulo quarto sobre a posição do Comandante de Tiro e dos oficiais de artilharia. CapÃtulo quinto sobre os capitães nomeados em navios. CapÃtulo sexto sobre a posição de Major e de Segundo Major. capitulo sétimo sobre a posição do Capitão sobre os Pilotos. CapÃtulo oitavo sobre a posição dos Tenente e Subtenentes. Capitulo nono sobre a posição de Comissário de Navios. CapÃtulo décimo sobre a posição do vigilante e mestre de navios no porto. CapÃtulo décimo primeiro sobre a posição dos médicos na frota da marinha. CapÃtulo décimo segundo sobre posição do médico-chefe na frota da marinha. CapÃtulo décimo terceiro sobra a manutenção do casco do navio. CapÃtulo décimo quarto sobre a manutenção dos marinheiros no porto. CapÃtulo décimo quinto sobre a manutenção da guarda dos navios. CapÃtulo décimo sexto sobre a posição dos oficiais de artilharia.
[EN] REGULATION OF THE RUSSIAN ADMIRALTY [Russian text in Cyrillic].
[Transcription of Russian]:Â REGULATION OF THE SUBLIME AND GODLY PETER THE GREAT, FATHER OF HOMELAND, EMPEROR AND AUTOCRAT OF ALL RUSSIANS UNDER THE ADMINISTRATION OF THE ADMIRALTY ARSENALS and on the duties of the Collegium of the Admiralty and other employees of the Admiralty.
Printed at the Printing Company of the Navy Department and Ensigns Academy. Year of 1786, according to the original printed at the [Imperial] Print House of Saint Petersburg. 1722.
Work in one volume (31.5x20.5 cm) with 212, 14 pp.
Binding (signed A S. Petersbourg relié chez J. Wallenberg): Contemporary full calf (probably bound in Portugal) and with 3 labels in Portuguese on spine: «Regulamento do Almirantado da Russia» [Regulation of the Russian Admiralty], «En Russe» [In Russian], and «Secretaria da Marinha» [Secretariat of Navy]. By-laws of the Admiralty of the Russian navy at the time of the Tzar Peter the Great. Estatutos do Almirantado da marinha russa do tempo do Czar Pedro, o Grande. Contemporary endpapers in spiralled decorative paper.
Volume illustrated with tables of accounting data with the inventory of the garrisons of the navy (pages164 to 172 ), a General Ledger with the descriptions of the transactions on pages 175 to 212, and an index on the last 14 numbered pages.
Copy with handwritten notation of the library call number «Estante H, Raio 5, Volume 307.»
Work written in Russian in very good condition.
Together with:
REGULATION OF THE RUSSIAN NAVY IN 2 VOLUMES [Russian text in Cyrillic].Â
[Transcription of Russian]: THE BOOK OF THE MARITIME CODE [CHARTER] about everything that concerns the good governance of the Fleet at sea. Printed by order of His Magesty the Tsar. In Saint Petersburg at the Imperial Academy of Sciences. / Year of 1780.
SECOND PART OF THE SEAFAR REGULATIONS where it is established everything concerning the good Administration of the Fleet at the harbour, as well as its maintenance of the harbour [at sea and war].
Work in two volumes: 1st volume 25.5x20 cm and  2nd volume 31.5x20.5 cm. With 18, 248, 32 + 69, 6 pp.Â
Binding (signed A S. Petersbourg relié chez J. Wallenberg): Contemporary full calf (probably Portuguese binding)  and with three labels in Portuguese on spine. 1st volume: «Regulamento de Marinha 1ª P[art]e» [Regulation of Navy 1st P], «En Russe» [in Russian], and «Secretaria da Marinha» [Secretariat of Navy]. 2nd volume: «Regulamento da Marinha II Parte» [Regulation of Navy 2nd part], «En Russe» [in Russian], and «Secretaria da Marinha» [Secretariat of Navy]. Contemporary endpapers in spiralled decorative paper.
First volume illustrated with beautiful tail vignettes and with two folded prints with maritime flags, possibly signs codes for communication between ships.Â
Copy with handwritten notation of the library call number «Estante H, Raio 5, Volume 309».
Regulations of the Russian navy at the time of Tsar Peter the Great, composed of legal articles in both volumes..
Work written in Russian in very good condition.Â
This set of laws was printed in 1780 and 1786 in St. Petersburg and is the reprint of the general laws of the Admiralty Council of the Tsar Peter the Great (1672-1725) who initially ordered it to be printed in one volume at the Imperial Print House in 1722. This was followed by two volumes of the Regulations of the Navy mainly about the operation of the crews aboard the ships, at sea and on land, in peace or at war. These laws came up at the time the Russian administrative and political system were being modernised by Peter the Great, who intended to end the feudal state. With that goal he created a bureaucratic state, not depending on just one lord. He promoted a modern State functioning under collegial bodies controlled by imperial [political] commissioners, supervised by judges and public prosecutors, and supported by a comprehensive job and task description. These were evaluated and scrutinized by elements with the same functions (e.g.: admiral and rear-admiral; commissioner and auditor, etc.).Â
The importance of this laws by Peter the Great was that its perfection comes from the war navies of the Netherlands and England, from which it retrieved the knowledge, having the functions, ranks, and tasks been granted names whose etymology derive, for the most part, from these languages.
These laws were still in force and were reprinted during the reign of Catherine II the Great (1729-1796) who signed the «Treaty of Friendship, Navigation, and Trade between Portugal and Russia» [vide our reference 1207JC179], having the Queen Mary I of Portugal (1734-1816) founded the Portuguese Admiralty – of the modern era – with a set of laws issued between the 25th of April, 1795 and the 6th of June, 1798 [vide our reference 0903CS001].Â
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