CORTESÃO. (Jaime) PORTUGAL: A TERRA E O HOMEM. [ARTIS, 1966]

CORTESÃO. (Jaime) PORTUGAL: A TERRA E O HOMEM. [ARTIS, 1966]

R$ 1.800,00
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CORTESÃO. (Jaime) PORTUGAL: A TERRA E O HOMEM. [ARTIS, 1966]

CORTESÃO. (Jaime) PORTUGAL: A TERRA E O HOMEM. [ARTIS, 1966]

R$ 1.800,00

Apresentação de Urbano Tavares Rodrigues. Ilustrações de Manuel Lapa. Realizações Artis. Lisboa. 1966.

De 31x24 cm. Com xii, 292, [i] págs. Encadernação com lombada e cantos em pele, nervos e ferros a ouro em casas fechadas e nos cantos realaizada port de Fausto Fernandes Encadernador. Corte das folhas carminados, folhas de guarda decorativas, fita marcadora em seda. Preserva as capas de brochura dos fascículos 1 e 13.

Ilustrado no texto com vinhetas coloridas; em extratexto, com mais de 80 fotogravuras a preto e branco de grandes dimensões, apresentando um panorama da geografia e gentes portuguesas, assim como 13 reproduções a cores de obras de arte, sobre folhas de papel couché de menores dimensões, coladas por uma das margens em folhas em branco.

Exemplar com sobrecapa de protecção em plástico transparente, etiqueta do Encadernador e ex-líbris de Viriato Barbosa no interior da pasta anterior, e tem junto folheto publicitário do editor, em 4 folhas, com a descrição da obra e inclui no verso da última folha catálogo editorial, tem ainda colado a última capa de brochura postal editorial.

Obra de grande beleza em que se procede à descrição da geografia e tradições de Portugal Continental, retratando física e moralmente os Portugueses ao longo da história e emitindo uma série de considerações de elevado valor espiritual.

A obra estrutura-se em oito partes, antecedidas de um preâmbulo de Urbano Tavares Rodrigues, e apresentadas na seguinte sequência: Apresentação ; Entre Douro e Minho; Trás-os-Montes; As Beiras; Estremadura; Ribatejo; Alentejo; Algarve.

Foi originalmente publicada em 13 fascículos.

Jaime Zuzarte Cortesão (1884–1960) foi um destacado médico, político, historiador e escritor português, nascido em Ançã, Cantanhede. Formado em Medicina, distinguiu-se como um dos grandes intelectuais e homens de ação da Primeira República, chegando a fundar a célebre revista Seara Nova e a dirigir a Biblioteca Nacional de Portugal. Durante a Primeira Guerra Mundial, serviu como capitão-médico voluntário na Flandres. Devido à sua forte oposição ao regime do Estado Novo, viveu várias décadas no exílio, nomeadamente em França e no Brasil, onde desenvolveu uma obra historiográfica monumental focada na Expansão Portuguesa.

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